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Audi e-tron Sportback: carregado de emoção

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

 

 

Pensar na mobilidade de forma sustentável está no DNA da Audi que em 2019 apresentará ao mercado seu segundo modelo elétrico. O Audi e-tron Sportback representa um marco para a Audi no conceito de mobilidade elétrica. Com aparência de cupê, o carro é versátil, potente e adequado para o uso diário.

 

O protótipo do modelo, apresentado este ano no Salão de Xangai, é equipado com um motor elétrico no eixo dianteiro e dois nos eixos traseiros. Estes motores enviam potência de até 370 kW às rodas, transformando o cupê de alta performance em um estilo quattro típico da Audi. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 4,5 segundos. Com a bateria de 95 kW/carregada, sua autonomia ultrapassa os 500 Km.

 

No interior predominam as cores claras e a funcionalidade, com a redução de controles. Os dois assentos traseiros são individuais. Telas expansíveis sensíveis ao toque localizadas nas portas e no console central fornecem informações e interagem com os sistemas de bordo. Nessas telas são visualizadas, por exemplo, as imagens das câmeras que substituem os retrovisores laterais.

 

No design, a Audi entregará um quatro portas cupê com silhueta Gran Turismo e conceito futurista. Além da ausência de retrovisores, o minimalismo exclui as maçanetas e diminui os dispositivos de iluminação. Os faróis são pequenos e utilizam 250 LEDs, enquanto que as lanternas são linhas de LEDs que cortam a traseira de ponta a ponta.

 

Como o mecanismo elétrico dispensa a grande abertura para entrada de ar requerida pelo motor de combustão, a dianteira do e-tron substitui a tradicional grade vazada por uma placa mais compacta, pintada na cor da carroceria. Pequenos relevos decorativos e um corte largo único na horizontal fazem a moldura para a aplicação do logo dos quatro anéis iluminado por LEDs.

 

Acesse para conferir mais informações.

 

 

Audi desenvolve inédito sistema de amortecedores que recuperam energia cinética

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

O princípio atrás do eROT é simples de explicar: “Cada buraco, lombada ou curva, induz energia cinética no veículo. Os amortecedores atuais absorvem esta energia, que é imediatamente perdida ao ser transformada em calor”, afirma o Dr. Stefan Knirsch, membro do Conselho para Desenvolvimento Técnico da AUDI AG. “Com os novos amortecedores eletromecânicos, acoplados ao sistema elétrico de 48 volts, podemos utilizar esta energia. O sistema também nos presenteia, e aos nossos clientes, com possibilidades inteiramente novas de ajuste da suspensão.”

O sistema eROT responde de forma rápida e com um mínimo de inércia. Sendo uma suspensão ativamente controlada, adapta-se de forma ideal às irregularidades da superfície e ao estilo do condutor. Uma característica de amortecimento virtualmente livre para ser definida a partir de programas (software) aumenta o campo de aplicação funcional, eliminando a interdependência entre os movimentos de compressão e expansão que limitam o desenvolvimento dos amortecedores atuais. Com o eROT, a Audi pode configurar o amortecimento no ciclo de compressão para ser confortavelmente suave, sem comprometer a absorção de energia necessária durante o ciclo de estiramento. Outra vantagem do novo sistema é sua geometria.

Motores elétricos dispostos na horizontal substituem amortecedores telescópicos

Os moto-geradores instalados horizontalmente no eixo traseiro substituem os amortecedores telescópicos verticais, o que permite um ganho adicional de espaço no porta-malas. O sistema eROT permite ainda uma segunda função paralelamente ao livre ajuste das características de amortecimento, podendo converter energia cinética em elétrica tanto no ciclo de amortecimento como durante o estiramento. Para realizá-lo, um braço mecânico absorve o movimento do cubo das rodas. O braço transmite a força deste movimento por meio de uma série de engrenagens para o moto-gerador, que a converte em eletricidade.

O resultado dessa recuperação é de 100 a 150 watts, em média, durante os testes em ruas e rodovias alemãs – entre 3 watts em rodovias recém-pavimentadas a até 613 watts em vias secundárias de piso irregular. Nas condições de uso diárias tradicionais, isso corresponde a uma diminuição na emissão de CO2 de até 3 g/km.

A nova tecnologia eROT baseia-se na utilização de sistemas elétricos de 48 volts. Nas configurações atuais, suas baterias de íons de lítio têm uma capacidade de 0,5 kW/h e um pico de saída de 13 kW. Um conversor DC (corrente contínua) conecta o subsistema de 48 volts ao sistema primário de 12 volts, que inclui um gerador com capacidade elevada e de alta eficiência.

Os resultados iniciais dos testes do eROT são promissores, portanto, sua utilização futura em veículos da Audi certamente é plausível. O pré-requisito para tanto é um sistema elétrico de 48 volts, que é o componente central da estratégia de eletrificação da Audi.

Na próxima versão, planejada para 2017, o sistema elétrico de 48 volts servirá como sistema primário em um novo modelo da Audi e alimentará uma tração híbrida de alto desempenho, oferecendo um potencial de economia de combustível de 0,7 litros para cada 100 km rodados.

 

Fonte: Audi Brasil