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Consórcio de automóveis cresce 44,7% em 2009

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Consórcio de automóveis cresce 44,7% em 2009

De acordo com o balanço da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), divulgado dia 18 de janeiro, as vendas de novas cotas de veículos registram alta de 15,8%, saltando de 1,33 milhão, entre janeiro e novembro de 2008, para 1,54 milhão no mesmo período de 2009.

Os consórcios de automóveis e utilitários cresceram 44,7%, de 306,9 mil em 2008 para 443,9 mil no ano passado. Para o presidente da Abac, “esse aumento mostrou que os incentivos são importantes para comercialização dos veículos. Contudo, se o parcelamento da compra for feito sem juros, a compra fica ainda melhor”.

De acordo com estudos da assessoria econômica da Abac, atualmente há 953 mil participantes nos consócios de automóveis e utilitários, 10,9% a mais que os 859,4 mil registrados em 2008.

Motos

Os consócios de motocicletas e motonetas, que representaram duas em cada cinco motos vendidas em 2009, chegou a 562,9 mil contemplações no ano passado, 30,4% que em 2008, quando foram contabilizadas 431,7 mil unidades.

De acordo com a Abac, a venda de novas cotas de motos superou a marca de um milhão. Foram comercializadas 1,05 milhão, nos primeiros onze meses de 2009, um aumento de 8,6% em relação a 2008. O número de participantes ativos nos grupos desse setor chegou aos 2,06 milhões no ano passado, 6,0% mais que o 1,94 milhão, do mesmo período de 2008.

Fonte: G1

Mesmo ritmo de crescimento em 2009

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Apesar da crise e das projeções de desaceleração da economia nacional, o setor de consórcios planeja para 2009 um crescimento entre 7% a 10% sobre o ano passado, em novas cotas comercializadas. Isso significa um montante entre 3,85 mil e 3,96 mil novas adesões em todo o Brasil.

A Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac) prefere não projetar valores para 2009. Segundo o vice-presidente, Vitor Bonvino, os consórcios funcionam como uma espécie de poupança planejada para a aquisição de um bem, sem inclusão de juros. Por isso o setor não sentiu grande impacto no pico da crise e chegou a registrar migração do mercado de crédito.

De acordo com dados do Banco Central, fechados até outubro de 2008, no financiamento imobiliário, de 559.571 cotas naquele mês, o número de contemplações chegou a 203.202, volume 19% superior ao do início do ano. Até outubro de 2008 o segmento movimentou cerca de R$ 3,5 bilhões. Para 2009 é esperado um aumento na base de clientes de 20%, passando de 600 mil para 720 mil.