Posts com a Tag ‘ABAC’

Consórcio facilita realizar o sonho da casa própria

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Sonho da casa própria

Os consumidores brasileiros estão aderindo cada vez mais à modalidade de consórcio para financiar imóvel e realizar o sonho de morar em uma casa ou apartamento próprios. Nos últimos 12 meses, esta categoria de financiamento cresceu 12%, segundo a ABAC (Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios).

Nos cinco primeiros meses de 2010, o número de participantes em consórcio de imóveis teve crescimento de 7,9%, em relação ao mesmo período de 2009, saltando de 519 mil para 560 mil contratos. A venda de novas cotas no período mostrou elevação de 16,2%, passando de 79,6 mil entre janeiro a maio de 2009, para 92,5 mil em 2010.

“Um poder aquisitivo maior da população vem se refletindo na contratação de mais compromissos de longo prazo, o que é uma das características dos consórcios, cuja decisão se apoia na segurança do emprego e na estabilidade econômica”, avalia Paulo Roberto Rossi, presidente da ABAC.

Blumenau

Com base nessa realidade, o Grupo Breitkopf lançou em dezembro de 2009, uma modalidade do Consórcio Breitkopf específico para clientes interessados em investir no setor de imóveis. Os créditos variam entre R$ 65 mil e R$ 130 mil e podem ser aplicados na compra de casa, apartamento ou terreno e também em projetos de reforma. As opções de prazo variam entre 60 a 150 meses.

De acordo com o gerente de vendas da empresa, a facilidade para aderir a um grupo de consórcio é um fator que contribui para o crescimento desta modalidade. “É muito simples. O cliente adere a uma cota, paga a primeira parcela e já está participando na data do próximo sorteio, com a abertura de lances”, explica.

Com pouco mais de seis meses no mercado, o consórcio imobiliário Breitkopf já conta com várias adesões e sorteios realizados. Cardoso comenta que, na hora de adquirir um imóvel, os consumidores estão apostando no consórcio, pelas vantagens que oferece. “Não há juros, mas sim uma pequena taxa de administração, com correção anual através do Índice Nacional Construção Civil”, explica. Porém, Rossi lembra que o consórcio é a modalidade indicada para quem não tem pressa e pode esperar ou programar a compra.

Fonte: Jornal de Santa Catarina

Procura pelos consórcios cresce e negócios aumentam em 38%

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Procura pelos consórcios cresce e negócios aumentam em 38%

Nos primeiros quatro meses deste ano, o Sistema de Consórcios registrou um aumento de 38,5% no volume de negócios realizados em relação ao mesmo período de 2009. Enquanto há um ano somava R$ 13,5 bilhões, em 2010 totalizou R$ 18,7 bilhões.

A razão do crescimento é justificada pela grande procura, que apontou maiores altas nas vendas de novas cotas no setor de veículos leves e no de imóveis. Nos automóveis, camionetas e utilitários (veículos leves), o total quadrimestral do ano chegou R$ 6,3 bilhões, 57,5% maior que os R$ 4,0 bilhões contabilizados há um ano. No setor imobiliário, as transações, de janeiro a abril último, atingiram R$ 6,6 bilhões, 26,9% superior aos R$ 5,2 bilhões do mesmo período, no ano passado.

“Ao analisar somente os meses do primeiro quadrimestre deste ano”, Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), esclarece que “o aumento confirma a maturidade do brasileiro na hora de adquirir um bem parceladamente. Usando mais a razão e menos a emoção, portanto sem entusiasmos com as promoções que focam parcelas atrativas, o consumidor tem feito contas e comparações. Com os pés no chão e ao considerar a necessidade de ter ou não de ter o veículo ou o imóvel imediatamente, o consórcio tem sido escolhido como forma planejada e mais econômica de comprar qualquer um dos dois”.

A inexistência de juros, o parcelamento integral do valor do bem desejado e a formação de patrimônio são características dos consórcios que têm feito a diferença nas decisões das várias classes sociais, especialmente na C, cuja evolução, ultimamente, tem sido maior, especialmente no consumo de bens duráveis como a casa própria ou o carro zero.

O estudo de cenários e oportunidades de negócios, feito pela empresa Quorum Brasil para a ABAC, no início de 2010, apontou o aumento da renda das classes C e D como principais para embasar o crescimento das vendas nos diversos setores do Sistema. Também foram anotados outros fatores como o uso do FGTS nos imóveis, a expansão modal e a renovação de frota nos pesados, juro final alto e término das isenções de IPI nos automóveis, inovação constante nos eletroeletrônicos e parcelas baixas nas motocicletas.

A comercialização de novas cotas (veículos automotores, imóveis, eletroeletrônicos e serviços) acumulou 679,5 mil (jan-abr/2010), 14,2% mais que as 595,2 mil (jan-abr/2009) anteriores. Depois de projetar em 10% o crescimento nas vendas para este ano e analisar os números do quadrimestre, a assessoria econômica da ABAC tem reanalisado seus cálculos para os próximos meses. “Nosso desejo é que a economia mantenha seu ritmo, com oportunidades e segurança no emprego para o trabalhador, e sem mudanças no cenário internacional que possam vir a influenciar as atividades internas do país, possibilitando o alcance ou a superação da previsão”, completa Rossi.

Em abril, o número de participantes ativos chegou a 3,84 milhões, 5,8% mais que os 3,63 milhões no mesmo mês, no ano passado. As contemplações também evoluíram. O acumulado de janeiro a abril de 2010 somou 317,2 mil contra 308,4 mil, totalizados no mesmo quadrimestre de 2009, alta de 2,9%.

Fonte: ABAC

Imóveis e carros batem recordes de consórcios

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Imóveis e carros batem recordes de consórcios

Os brasileiros estão recorrendo cada vez mais a sistemas de consórcios para compra de bens duráveis, em especial imóveis e carros. Isso é o que mostra o balanço do setor, divulgado no dia 11 de maio, pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac). A procura por essa forma de pagamento superou a expectativa de analistas do segmento e chegou a 13,9% no primeiro trimestre deste ano, com o aumento da comercialização das cotas de 438.000, no mesmo período de 2009, para 498.900.

Nesse período, o volume de negócios realizados em todos os setores (veículos automotores, imóveis, eletroeletrônicos e serviços) somou 13,7 bilhões de reais, valor 38,4% maior que os 9,9 bilhões de reais do ano anterior. Desde 2005, o setor não registrava um aumento como esse. Entre os setores, o destaque ficou para os de imóveis e de veículos.

Os consórcios de imóveis registraram crescimento de 18,1% no acumulado trimestral de vendas, com 56.000 novas adesões. Entre os automóveis, utilitários e camionetas, as vendas do trimestre subiram 43,1% e somaram 124.800 novas cotas que atingem quase um milhão de participantes.

O setor de veículos pesados, que inclui caminhões, ônibus, implementos rodoviários e tratores, apresentou crescimento 15,1% nas vendas de novas cotas no primeiro trimestre do ano. De 8.600, de janeiro a março de 2009, chegou a 9.900 no primeiro trimestre deste ano.

Fonte: Exame.com

Setor de consórcios deve crescer 10% em 2010

terça-feira, 27 de abril de 2010

Setor de consórcios deve crescer 10% em 2010

As previsões para o mercado de consócios não poderiam ser melhores em 2010. De acordo com o balanço feito pela Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), os números em 2009 fecharam com uma evolução de 10,9% nas novas adesões.

O acumulado dos 12 meses foi de 1,98 milhão de cotas – recorde desde 2000 – contra 1,78 milhão, totalizado em 2008. As contemplações, momento em que os consorciados de posse da carta de crédito podem adquirir seus bens, acumularam 933,5 mil, 13,8% a mais que as 820 mil do mesmo período um ano antes. E tudo indica que em 2010 os números irão se manter.

Segundo o presidente executivo da Abac, Paulo Roberto Rossi, o crescimento reflete o bom momento econômico e a confiança do consumidor no segmento. “A crise econômica não se confirmou no Brasil, o que levou o consumidor a apostar mais no consórcio. A grande vantagem que oferecemos é o investimento a longo prazo. Para quem não precisa de um bem imediatamente, é possível encarar o negócio como uma poupança programada e um investimento futuro garantido”, explica.

Balanço

Em 2009, o número de participantes ativos, incluindo veículos leves (automóveis, camionetas e utilitários), veículos pesados (caminhões, ônibus, semi-reboques, tratores, implementos agrícolas, entre outros), imóveis, eletroeletrônicos e serviços superou 3,8 milhões (recorde desde 2000), 4,7% a mais que os 3,63 milhões registrados no mesmo mês de 2008.

Os ativos administrados do Sistema de Consórcios superaram R$ 79 bilhões, em 2009 (estimativa), 46,3% maior que o registrado em 2006. Somente os recebíveis cresceram 44,7 % em quatro anos. Saltaram de R$ 47 bilhões (2006) para R$ 68 bilhões (estimativa para 2009). As disponibilidades também apresentaram alta no mesmo período, 57,1%. Somavam R$ 7 bilhões em 2006 e estão estimados em R$ 11 bilhões, para o ano passado.

A arrecadação de tributos e contribuições sociais acompanhou o crescimento das atividades consorciais apontando alta de 48,7%. Em 2006, o volume atingiu R$ 566 milhões, enquanto em 2009 está estimado em R$ 842 milhões. O Sistema de Consórcios gera atualmente 50 mil empregos diretos e indiretos.

Fonte: Repórter Diário

Automóveis e imóveis puxam alta em adesão a consórcio

terça-feira, 27 de abril de 2010

Automóveis e imóveis puxam alta em adesão a consórcio

A comercialização de consórcios de automóveis e de imóveis bateu recorde nos meses de janeiro e fevereiro e puxou as vendas do setor. O volume total de negócios somou R$ 8,6 bilhões no primeiro bimestre, um crescimento de 43,3% em comparação ao mesmo período de 2009, segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 5, pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac).

Nos imóveis, o crescimento das vendas de novas cotas foi de 46,4%. O volume saltou de 25 mil cotas para 36,6 mil novas cotas na comparação dos bimestres. A Abac atribui o aumento das vendas à possibilidade de usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para amortizar as parcelas, liberado pela Caixa no dia 18 de março.

O segmento de imóveis fechou fevereiro com 539 mil consorciados ativos. Já nos automóveis, a alta foi de 38,7%, passando de 56 mil cotas vendidas para 77,7 mil. Nas motos, o maior segmento dentro do setor, a comercialização registrou queda de 1,8% no mesmo período, para 177,7 mil novas unidades vendidas.

Considerando todos os segmentos (veículos, motos, imóveis, eletroeletrônicos e serviços), o setor de consórcios atingiu a marca de 3,8 milhões de participantes ativos em fevereiro, expansão de 5,5% ante o mesmo mês do ano passado.

A comercialização de novas cotas registrou aumento de 8,9%, para 311,8 mil. O segmento de eletroeletrônicos registrou baixa de 28,3% no bimestre, de 18,4 mil para 13,2 mil unidades. A queda é reflexo da forte competição das redes de varejo, que aumentaram os prazos de financiamento desses produtos e as vendas parceladas sem juros no cartão de crédito. Os consórcios de serviços, que foram criados pela nova legislação do setor de consórcios que entrou em vigor no começo do ano passado, tiveram aumento de 9,5% nas vendas, passando de 4,2 mil para 4,6 mil participantes ativos.

O valor médio das cotas terminou fevereiro em R$ 7,6 mil. Com os consórcios de serviços, é possível usar o valor da carta de crédito para os mais diversos fins, como pagamento de cirurgia plástica, dentista, viagem, festa de casamento e tratamento estético. As contemplações somaram 600 pessoas. No mesmo período, 1.100 consumidores fizeram adesão a um consórcio de serviços.

A comercialização de consórcios de automóveis e de imóveis totalizou R$ 8,6 bilhões no primeiro bimestre, compondo um crescimento de 43,3% em comparação ao ano passado.

Fonte: DCI

FGTS para consórcio começa a valer

sexta-feira, 19 de março de 2010

FGTS para consórcio começa a valer

Entrou em vigor no dia 18 de março, a utilização do dinheiro do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para compra do consórcio de imóvel. A Caixa Econômica Federal, que regulamenta a atividade, está instruindo as administradoras de consórcios. “As condições estão sendo repassadas às administradoras, para disponibilizarem esse novo tipo de compra”, disse o presidente da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), Paulo Roberto Rossi.

Agora é possível pagar 80% de cada parcela do consórcio com a renda vinda do fundo. O mutuário pode pagar 12 prestações com esse recurso — podendo ser renovável por mais 12 meses. Também é possível escolher qual percentual será utilizado para abater a parcela. Antes, esse tipo de pagamento só era possível para quem fizesse um financiamento imobiliário.

A amortização ou quitação das dívidas com o dinheiro do FGTS podem ser feitas somente a cada dois anos. Além disso, a condição só é válida para imóveis de até R$ 500 mil (que estejam em área urbana), e os mutuários não podem ter mais de três parcelas atrasadas.

Fonte: São Paulo Agora

Consórcio registrou números recordes em 2009

sexta-feira, 19 de março de 2010

Consórcio registrou números recordes em 2009

Economizar e formar um patrimônio pessoal e familiar. Esses foram os motivos que levaram muitos brasileiros a aderir ao Sistema de Consórcios no ano passado. O resultado mostrou que, mesmo diante de um cenário de crise, o consumidor adquiriu cotas de bens como veículos, motos e imóveis, e superou as expectativas da Abac (Associação Brasileira de de Administradores de Consórcios).

Ao longo do ano passado, 1,98 milhão de cotas foram comercializadas – número recorde desde 2000 e 11,24% superior que o registrado em 2008 (1,78 milhão de cotas). Considerando as contemplações, elas acumularam 933,5 mil entre janeiro e dezembro do ano passado. O número é 13,8% maior que o registrado no ano anterior (820 mil) e é o maior desde 1997.

“Ao projetarmos um crescimento entre 6% e 8%, fomos conservadores em razão do momento vivido pelo país no último trimestre de 2008”, disse o presidente executivo da Abac, Paulo Roberto Rossi. “Contudo, o consumidor brasileiro, estimulado e tendo analisado os vários mecanismos disponíveis para uma compra parcelada, buscou o Sistema, constatando que, mais que a aquisição de um bem ou serviço, estava a possível economia e a formação de um patrimônio pessoal ou familiar”.

Para 2010, a associação espera um crescimento maior que 10%.

Participantes e ativos

Somente no último mês de 2009, as novas adesões evoluíram 10,9%. Considerando o número de participantes ativos, o aumento em dezembro foi 4,7% maior na comparação com o mesmo mês de 2008.

Ao todo, o Sistema de Consórcios conta com 3,8 milhões de participantes ativos, considerando os segmentos de veículos leves, pesados, imóveis, eletroeletrônicos e serviços. O número é o maior desde 2000.

Diante de tantos números favoráveis, a estimativa é que o Sistema de Consórcios tenha obtido no ano passado R$ 79 bilhões em ativos – número 46,3% maior que o verificado em 2006. Os recebíveis saíram de R$ 47 bilhões naquele ano para R$ 68 bilhões em 2009.

As estimativas revelam que pode haver um aumento de 48,7% na arrecadação de tributos em relação ao arrecadado em 2006 (R$ 566 milhões). A Abac espera que arrecadação tenha atingido os R$ 842 milhões no ano passado.

Fonte: Uol Economia

Consórcio de imóveis deve crescer 15% com nova regra

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Consórcio de imóveis deve crescer 15% com nova regra

O consórcio imobiliário agora está em pé de igualdade com o financiamento habitacional, pelo menos no que diz respeito à utilização de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Em 15 de dezembro, o governo autorizou a utilização do saldo do Fundo para quitar consórcios ou adiantar o pagamento de parcelas, da mesma forma que já ocorria com o financiamento imobiliário. A mudança ainda depende da regulamentação pela Caixa, que tem até meados de março para se adaptar às novas regras.

Existem no País 533,7 mil participantes de consórcios imobiliários e aqueles que estiverem em condições de usar o FGTS vão se beneficiar da medida. Antes, eles só poderiam usar o saldo do FGTS quando contemplados, para dar um lance ou completar o valor do imóvel que seria adquirido com a carta de crédito. Agora vão poder usar para adiantar até 12 parcelas ou quitar o saldo do consórcio.

Para poder usar os recursos do fundo, no entanto, os consorciados precisam seguir as regras do FGTS. O saldo só pode ser usado por trabalhadores com no mínimo três anos de contribuição. O mutuário não pode ter outro imóvel adquirido com recursos do Fundo no mesmo município, respeitar o limite de R$ 500 mil para a compra de imóvel e não ter mais de três parcelas em atraso.

Com essas mudanças, a procura por consórcios deve crescer 15% neste ano em relação ao ano passado, de acordo com projeção da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac). Isso significa uma injeção de R$ 5,76 bilhões no mercado imobiliário do País, equivalente à contemplação de 72 mil cartas de crédito. “Revisamos a nossa previsão de crescimento de 10% para 15% em 2010, após essas novas medidas”, afirma o presidente da Abac em São Paulo, Luiz Fernando Savian.

Fonte: Jornal da Tarde/ São Paulo

Consórcio de automóveis cresce 44,7% em 2009

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Consórcio de automóveis cresce 44,7% em 2009

De acordo com o balanço da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), divulgado dia 18 de janeiro, as vendas de novas cotas de veículos registram alta de 15,8%, saltando de 1,33 milhão, entre janeiro e novembro de 2008, para 1,54 milhão no mesmo período de 2009.

Os consórcios de automóveis e utilitários cresceram 44,7%, de 306,9 mil em 2008 para 443,9 mil no ano passado. Para o presidente da Abac, “esse aumento mostrou que os incentivos são importantes para comercialização dos veículos. Contudo, se o parcelamento da compra for feito sem juros, a compra fica ainda melhor”.

De acordo com estudos da assessoria econômica da Abac, atualmente há 953 mil participantes nos consócios de automóveis e utilitários, 10,9% a mais que os 859,4 mil registrados em 2008.

Motos

Os consócios de motocicletas e motonetas, que representaram duas em cada cinco motos vendidas em 2009, chegou a 562,9 mil contemplações no ano passado, 30,4% que em 2008, quando foram contabilizadas 431,7 mil unidades.

De acordo com a Abac, a venda de novas cotas de motos superou a marca de um milhão. Foram comercializadas 1,05 milhão, nos primeiros onze meses de 2009, um aumento de 8,6% em relação a 2008. O número de participantes ativos nos grupos desse setor chegou aos 2,06 milhões no ano passado, 6,0% mais que o 1,94 milhão, do mesmo período de 2008.

Fonte: G1

Consórcio de imóveis chega a 533 mil participantes em novembro

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Consórcio de imóveis chega a 533 mil participantes em novembro

De acordo com os resultados registrados pelo Sistema de Consórcios, em novembro do ano passado, o consórcio de imóveis chegou ao número de 533,7 mil participantes ativos. O percentual é 3,9% maior do que o registrado no mesmo mês de 2008 (513,5 mil).

De acordo com o presidente executivo da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), Paulo Roberto Rossi, o consórcio tem sido a alternativa de quem quer economizar e realizar o sonho da casa própria.

“Os consórcios proporcionam a aquisição da casa própria com parcelamento integral, sem juros, com parcelas adequadas ao bolso do comprador. A economia realizada torna o sistema um tipo de poupança com objetivo determinado e um formador de patrimônio pessoal ou familiar”, revela.

Consórcio ou financiamento?

Na hora de escolher entre o financiamento e o consórcio para adquirir o imóvel, é importante ficar atento para as vantagens e desvantagens de cada opção e também ao seu perfil de comprador.

Enquanto é possível ter as chaves do imóvel assim que o financiamento é liberado, pelo consórcio, é preciso aguardar ser sorteado para ter acesso ao crédito.

Por outro lado, pelos consórcios, não são cobrados juros, apenas taxas de administração. Ainda não é preciso dar qualquer tipo de entrada para ingressar no sistema, ao passo que, nos financiamentos, um bom valor inicial ajuda na diminuição do prazo e, consequentemente, na queda dos juros.

Fonte: MSN Seu Dinheiro