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Consórcio de imóveis deve crescer 15% com nova regra

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Consórcio de imóveis deve crescer 15% com nova regra

O consórcio imobiliário agora está em pé de igualdade com o financiamento habitacional, pelo menos no que diz respeito à utilização de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Em 15 de dezembro, o governo autorizou a utilização do saldo do Fundo para quitar consórcios ou adiantar o pagamento de parcelas, da mesma forma que já ocorria com o financiamento imobiliário. A mudança ainda depende da regulamentação pela Caixa, que tem até meados de março para se adaptar às novas regras.

Existem no País 533,7 mil participantes de consórcios imobiliários e aqueles que estiverem em condições de usar o FGTS vão se beneficiar da medida. Antes, eles só poderiam usar o saldo do FGTS quando contemplados, para dar um lance ou completar o valor do imóvel que seria adquirido com a carta de crédito. Agora vão poder usar para adiantar até 12 parcelas ou quitar o saldo do consórcio.

Para poder usar os recursos do fundo, no entanto, os consorciados precisam seguir as regras do FGTS. O saldo só pode ser usado por trabalhadores com no mínimo três anos de contribuição. O mutuário não pode ter outro imóvel adquirido com recursos do Fundo no mesmo município, respeitar o limite de R$ 500 mil para a compra de imóvel e não ter mais de três parcelas em atraso.

Com essas mudanças, a procura por consórcios deve crescer 15% neste ano em relação ao ano passado, de acordo com projeção da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac). Isso significa uma injeção de R$ 5,76 bilhões no mercado imobiliário do País, equivalente à contemplação de 72 mil cartas de crédito. “Revisamos a nossa previsão de crescimento de 10% para 15% em 2010, após essas novas medidas”, afirma o presidente da Abac em São Paulo, Luiz Fernando Savian.

Fonte: Jornal da Tarde/ São Paulo

Consórcio de automóveis cresce 44,7% em 2009

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Consórcio de automóveis cresce 44,7% em 2009

De acordo com o balanço da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), divulgado dia 18 de janeiro, as vendas de novas cotas de veículos registram alta de 15,8%, saltando de 1,33 milhão, entre janeiro e novembro de 2008, para 1,54 milhão no mesmo período de 2009.

Os consórcios de automóveis e utilitários cresceram 44,7%, de 306,9 mil em 2008 para 443,9 mil no ano passado. Para o presidente da Abac, “esse aumento mostrou que os incentivos são importantes para comercialização dos veículos. Contudo, se o parcelamento da compra for feito sem juros, a compra fica ainda melhor”.

De acordo com estudos da assessoria econômica da Abac, atualmente há 953 mil participantes nos consócios de automóveis e utilitários, 10,9% a mais que os 859,4 mil registrados em 2008.

Motos

Os consócios de motocicletas e motonetas, que representaram duas em cada cinco motos vendidas em 2009, chegou a 562,9 mil contemplações no ano passado, 30,4% que em 2008, quando foram contabilizadas 431,7 mil unidades.

De acordo com a Abac, a venda de novas cotas de motos superou a marca de um milhão. Foram comercializadas 1,05 milhão, nos primeiros onze meses de 2009, um aumento de 8,6% em relação a 2008. O número de participantes ativos nos grupos desse setor chegou aos 2,06 milhões no ano passado, 6,0% mais que o 1,94 milhão, do mesmo período de 2008.

Fonte: G1

Consórcio de imóveis chega a 533 mil participantes em novembro

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Consórcio de imóveis chega a 533 mil participantes em novembro

De acordo com os resultados registrados pelo Sistema de Consórcios, em novembro do ano passado, o consórcio de imóveis chegou ao número de 533,7 mil participantes ativos. O percentual é 3,9% maior do que o registrado no mesmo mês de 2008 (513,5 mil).

De acordo com o presidente executivo da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), Paulo Roberto Rossi, o consórcio tem sido a alternativa de quem quer economizar e realizar o sonho da casa própria.

“Os consórcios proporcionam a aquisição da casa própria com parcelamento integral, sem juros, com parcelas adequadas ao bolso do comprador. A economia realizada torna o sistema um tipo de poupança com objetivo determinado e um formador de patrimônio pessoal ou familiar”, revela.

Consórcio ou financiamento?

Na hora de escolher entre o financiamento e o consórcio para adquirir o imóvel, é importante ficar atento para as vantagens e desvantagens de cada opção e também ao seu perfil de comprador.

Enquanto é possível ter as chaves do imóvel assim que o financiamento é liberado, pelo consórcio, é preciso aguardar ser sorteado para ter acesso ao crédito.

Por outro lado, pelos consórcios, não são cobrados juros, apenas taxas de administração. Ainda não é preciso dar qualquer tipo de entrada para ingressar no sistema, ao passo que, nos financiamentos, um bom valor inicial ajuda na diminuição do prazo e, consequentemente, na queda dos juros.

Fonte: MSN Seu Dinheiro

Cresce participação de mulheres e jovens na aquisição de consórcios

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Cresce participação de mulheres e jovens na aquisição de consórcios

Pesquisa encomendada pela Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) mostra crescimento no interesse dos jovens pelo consórcio. Na modalidade automóveis, o número de consorciados com idades entre 20 e 29 anos aumentou de 10%, em 2006, para 21% em 2009.

Já a participação dos jovens entre os consórcios de imóveis aumentou de 8% para 15%, no mesmo período. A categoria eletroeletrônicos viu crescimento de 15% para 29% na participação do público com esta faixa etária.

Mulheres

O estudo revelou ainda crescimento do público feminino entre os titulares de consórcios. Enquanto a categoria automóveis se manteve com 44% de participação de mulheres tanto em 2006 quanto em 2009, a categoria eletroeletrônicos, que tinha 20% de seus clientes mulheres há três anos, agora tem 49%. Na categoria imóveis, a participação delas subiu de 24%, em 2006, para 40%.

A pesquisa foi realizada pela Quorum Brasil e ouviu 654 consorciados das classes A, B, C e D, entre as quais o consórcio esteve mais presente na classe B da população.

Fonte: MSN – Seu dinheiro

Fuja dos juros

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Fuja dos juros

Fim de ano é tempo de realizar sonhos. E um dos que não saem da cabeça dos brasileiros é a compra da casa própria. Se você faz parte do time que tem pavor de juros e gosta de saber exatamente quanto vai pagar por um bem, o consórcio é a melhor opção. Com ele, é possível não apenas comprar, mas reformar, ampliar e construir um imóvel. Sem falar na possibilidade de adquirir um terreno para erguer um lar sob medida para sua família.

Em linhas gerais, o consórcio é um sistema de compra parcelada e programada de um bem. O valor que seria pago à vista é dividido por um prazo determinado. Como várias pessoas pagam a parcela ao mesmo tempo, o dinheiro arrecadado pelo grupo é transformado mensalmente em uma ou mais cartas de crédito, entregues aos participantes por sorteio ou lance. O pagamento das parcelas só termina quando todos os consorciados recebem o crédito para comprar seu bem.

“A principal vantagem do consórcio é a total ausência de juros sobre as parcelas e sobre o saldo devedor”, explica Luiz Fernando Savian, presidente da regional São Paulo da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac). “O produto é ótimo principalmente para que não tem necessidade de adquirir um bem imediatamente ou não pode fazer isso à vista”. Enquadram-se nesse perfil pessoas que estão de olho em um segundo imóvel, pensam em ajudar os filhos a ter seu próprio teto, querem casar ou simplesmente gostam de investir no mercado imobiliário.

Até agosto, 529,5 mil brasileiros participam ativamente de algum consórcio imobiliário. Apesar de o produto ser acessível a todos os públicos, a maioria dos consorciados  pertencem as classes A e B. Um dado curioso: as mulheres já respondem por 40% da carteira e há um aumento expressivo do número de jovens entre 20 e 29 anos que decidem comprar a casa própria com a ajuda do produto. Segundo a Abac, o número praticamente duplicou, saltando de 8% para 15% nos últimos três anos. “É um sinal de que nossa juventude está preocupada com seu patrimônio”, analisa Savian. Hoje, o mercado de consórcios responde por cerca de 25% dos imóveis financiados no Brasil.

Fonte: Diário do Grande ABC

Com nova lei, venda de imóveis via consórcio deve crescer até 3%

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

As vendas de imóveis por meio de consórcio devem crescer entre 2% e 3% nos próximos anos, com a aprovação da lei que permite que os consorciados contemplados em grupos de imóveis utilizem o FGTS para pagar mensalmente as parcelas da sua cota, ou ainda liquidar ou reduzir o saldo devedor.

A expectativa é do presidente da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), Luiz Fernando Savian. “Poder contar com o dinheiro do fundo para pagar parte das parcelas faz uma grande diferença na hora em que o trabalhador está decidindo se entra ou não em um consórcio. Muitas vezes ele tem medo de não conseguir pagar as prestações, tem medo de perder o emprego, por exemplo, e não conseguir honrar suas dívidas. Com a segurança de que pode contar com o montante do fundo, esse medo diminui”, explica.

Vitória

Conseguir que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionasse a MP 462/09, que previa a utilização do FGTS com essas finalidades, foi uma grande vitória da Abac.

“Esse era um pedido antigo nosso e ele tinha sido vetado no projeto de lei dos consórcios que entrou em vigor em fevereiro. Naquele momento só foi autorizada a utilização do FGTS para lance e complemento da carta de crédito, estas formas de uso, aliás, continuam valendo”, conta o presidente.

Ainda de acordo com Savian, o consórcio vem crescendo significativamente em vendas e em contemplações nos últimos anos. “Percebemos que o consumidor está mais confiante no sistema e passou a considerar o consórcio como uma opção de poupança voltada para o imóvel”.

Conforme dados da entidade, o Sistema de Consórcios, criado há mais de 45 anos, conta atualmente com 3,75 milhões de participantes ativos. Nos oito primeiros meses deste ano foram comercializados mais de 1,29 milhão de novas cotas.

Fonte: Tabata Pitol Peres

Cotas de consórcios estão na mira do Procon

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Adquirir consórcios com vantagens excessivas, como as que oferecem cotas contempladas, pode não ser um bom negócio. De acordo com dados da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), no Tocantins, apenas no período de 1º de janeiro a 18 de agosto deste ano, 468 reclamações referentes às administradoras de consórcios foram registradas.

Para não ser enganado, o cliente deve tomar algumas precauções antes de assinar o contrato. Conforme a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac), nos últimos 45 anos, mais de 10 milhões de brasileiros já adquiriram seu carro, casa própria ou outro bem por meio de consórcio. Atualmente, o sistema reúne 3,6 milhões de participantes.

Para a superintendente do Procon-TO, Luciene das Graças Dantas, antes de fechar um contrato para adquirir um bem por meio de consórcio, o consumidor deve ler atentamente todo o documento e desconfiar das vantagens que diferenciam a empresa das outras. “É importante que fique atento, especialmente aos anúncios de vendas de cotas contempladas, ou falsas promessas, para não ser enganado”, destaca a superintende.

Conscientização

Visando conscientizar o consumidor, a Abac está divulgando na imprensa anúncios contendo orientações básicas, com informações que o consumidor deve saber para não cair em uma propaganda enganosa.

A Associação pondera que o sistema de consórcios é ótimo, mas não faz milagres. “Desconfie de anúncios que oferecem vantagens demais. Exija uma declaração da administradora confirmando a informação antes de fechar negócio”, pontua a Associação.

Para entrar num consórcio com toda a segurança, a Abac sugere que o consumidor só adquira cotas de administradoras autorizadas pelo Banco Central (BC). Outra boa dica é checar junto ao Procon se a empresa tem reclamações contra ela.

Participação dos consórcios duplica no mercado motociclístico

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

A participação das contemplações dos consórcios, realizadas no primeiro semestre deste ano, registrou a marca de 41,5% nas vendas do mercado interno de motocicletas e motonetas, duas vezes maior que os 20,5% obtidos no mesmo período de 2008.

De acordo com estudos feitos pela assessoria econômica da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios Abac), de janeiro a junho de 2009, mais de 300 mil consorciados receberam suas cartas de crédito, enquanto um ano antes foram quase 215 mil.

A comercialização de cotas, acumulada neste semestre, somou 555 mil novas adesões, 12,1% mais que as 495 mil dos primeiros meses do ano passado.

O presidente executivo da Abac, Paulo Roberto Rossi, explica que “o sucesso do consórcio no mercado motociclístico pode observado pelo total de consorciados que se aproxima rapidamente dos dois milhões. De olho no futuro, o consumidor aderido ao consórcio como forma de poupança, uma postura que o leva a formar seu patrimônio”.

O número de participantes, em junho último, superou 1,99 milhão, 7,2% mais que os 1,86 milhão, do mesmo mês, no ano . No Sistema de Consórcios, que inclui todos os tipos de bens (veículos automotores, imóveis, bens móveis e serviços), há mais de 3,67 milhões de consorciados.

Fonte: Equipe MOTO.com.br

Consórcios não param de crescer

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Em janeiro de 2009, o crescimento no número de associados em consórcios foi de 5,4% frente ao mesmo período do ano passado. Segundo dados da Associação Brasileira de Administradores de Consórcios (Abac), 3,65 milhões de pessoas foram somadas ao sistema no país, maior número dos últimos quatro anos. “Esse número é relevante, principalmente dada a falta de confiança do mercado, o que teoricamente restringiria o consumo”, afirmou o presidente da Associação, Rodolfo Montosa.

A realidade do setor caminha no sentido contrário à crise. No primeiro mês do ano as vendas de novas cotas tiveram alta de 4,1%, passando de 136 mil para 141,7 mil na comparação anual. Quanto ao número de contemplações, a alta foi de 18,6%, saindo de 63,8 mil para 75,7 mil no período.

O setor que teve o melhor desempenho no mês foi o de veículos automotores em geral, com alta de 26,1% em bases anuais, somando 66,4 mil contemplações. Dentro dele, o segmento de motocicletas e motos foi o destaque do período, com crescimento de 40,3% nas contemplações, somando 48,7 mil em janeiro.

Outra evidência de que o sistema de consórcio está se saindo bem é o crescimento no número de comercialização média de cotas. De janeiro a setembro de 2008 foram registradas 142,462 mil comercializações. Já no último trimestre de 2008, quando a crise já estava instalada, a venda de cotas chegou a 167,077 mil.

Segundo a avaliação da Abac, em 2009 deve crescer em 8% o número de participantes ativos do sistema de consórcios. “Acreditamos que neste ano teremos ainda o impacto positivo da nova Lei dos Consórcios, que flexibilizará nossos negócios e incentivará a criação de novos produtos”, afirmou o dirigente da Associação, citando a lei aprovada pelo Congresso, que deve eliminar as incertezas jurídicas por incluir novas regras.

2008

O balanço dos consórcios em 2008 apresentou crescimento recorde. Em dezembro, o total de participantes somou 3,64 milhões, 5,4% a mais que os 3,45 milhões registrados no mesmo período um ano antes. As contemplações também cresceram 4,1% no ano passado e saltaram de 787,5 mil (jan-dez/2007) para 820 mil (jan-dez/2008).

Com isso o consórcio surge como boa opção para aquisição do imóvel por meio de compra parcelada. Enquanto aguarda a contemplação e paga prestações sem juros, o cliente pode continuar sua busca pelo imóvel desejado. As assembleias são mensais e, quando contemplado, o consumidor receberá os valores pagos reajustados.

Fonte: Portal comuniWeb, Valor Online

Consórcio é opção para poupar

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Segundo pesquisa encomendada pela Abac e realizada nos primeiros dois meses deste ano, o brasileiro participante de consórcios vê a modalidade como uma forma de poupança e de formação de patrimônio.

Com 654 entrevistados, consorciados de grupos em andamento, o estudo aponta que 23% o consideram um investimento em longo prazo e 29%, uma forma de adquirir um bem. Em relação aos resultados do levantamento anterior (2006), 73% foram de citações positivas nesta apuração contra 63% antes.

Entre as razões apontadas para a maior intenção de compra de uma cota estão as parcelas mais acessíveis (25%), juros mais baixos (17%), rapidez na entrega do bem (7%) e preço final mais baixo (5%).