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Consórcios cresceram 40% no primeiro quadrimestre do ano

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Consórcios cresceram 40% no primeiro quadrimestre do ano

Ao se enquadrar dentro dos objetivos das autoridades monetárias em manter o nível de crescimento econômico projetado para 2011, o Sistema de Consórcios apresentou, nesse primeiro quadrimestre, resultados que confirmam o interesse do brasileiro em adquirir bens e serviços por meio de autofinanciamento e com baixo custo, gerando reflexos positivos para os diversos elos da cadeia produtiva. Com volume de negócios superior a R$ 25 bilhões nos quatro primeiros meses do ano, os consórcios cresceram quase 40%, quando comparados ao mesmo período de 2010 (R$ 17,9 bilhões).

Ao ser contemplado, o consorciado passa a ter o poder de compra à vista como se tivesse dinheiro no bolso, podendo negociar e adquirir com economia veículos, imóveis, eletroeletrônicos ou  serviços. O acumulado de negócios concretizados ampliam as participações do Sistema na comercialização dos produtos nos vários segmentos da economia.

Ao gerar empregos, permitir a programação da produção em razão de carteira de pré-venda e assegurar a continuidade das vendas e, assim, manter o nível da atividade econômica, os consórcios têm tido historicamente uma presença importante nos diversos setores em que atua – veículos automotores, eletroletrônicos e construção civil. A presença das contemplações, momento em que os consorciados podem realizar suas compras, que também mostrou alta no quadrimestre, impulsiona a economia.

Para Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), “o consórcio, um Sistema genuinamente brasileiro com quase 50 anos de existência, propicia a formação ou ampliação do patrimônio pessoal, familiar ou empresarial, sem necessidade de utilização de dinheiro público, pois é baseado no autofinanciamento”.

A venda totalizada de 834,4 mil novas cotas (jan-abr/2011) foi 28,2% maior que as 651 mil comercializadas no mesmo período de 2010.  O número de participantes ativos também cresceu. Subiu de 3,86 milhões (abril/2010) para 4,31 milhões, alta de 11,6%. As contemplações acumuladas mostraram elevação de 10,7%, crescendo de 318,6 mil (jan-abr/2010) para 352,6 mil (jan-abr/2011).

Fonte: Abac

Crescimento foi de 22% em 2010

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Crescimento foi de 22% em 2010

O ano de 2010 foi muito positivo para o Consórcio Breitkopf, que registrou um incremento de 22% nos negócios em relação a 2009. A maior fatia de crescimento ocorreu no segmento de automóveis, que correspondem à movimentação mais expressiva da empresa.

Esse resultado acompanha o balanço nacional do setor de consórcios. Segundo a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (ABAC), em 2010 o mercado cresceu 6,1% sobre o ano anterior, com 1,92 milhão de novas cotas, incluindo os segmentos de veículos automotivos (carros, utilitários, motos e caminhões), imóveis, eletroeletrônicos e serviços.

A maior média de crescimento no Brasil foi no segmento de veículos, com um índice de 21,4%. Em 2010 o setor de consórcios movimentou cerca de R$ 57 bilhões em todo o País.

Para 2011, a expectativa é ainda mais otimista, por conta da previsão de elevação nas taxas de juros, o que deve onerar as operações de financiamento, levando os consumidores a optarem pelo consórcio.

Consórcios respondem por parcela significativa na motorização dos brasileiros

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Consórcios respondem por parcela significativa na motorização dos brasileiros

A origem do Sistema de Consórcios, uma criação brasileira dos anos 1960, objetivou a viabilização das vendas dos primeiros automóveis nacionais. Cinquenta anos depois, segundo pesquisa do Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada (IPEA), metade dos domicílios brasileiros dispõe de pelo menos um veículo.

“Os consórcios, nessas cinco décadas, responderam pela aquisição de milhões de veículos automotores, novos ou usados, nacionais ou importados, contribuindo significativamente para essa marca”, explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios). “Um exemplo recente ocorreu nos onze primeiros meses de 2010, quando mais de 800 mil contemplados puderam comprar o seu carro, motocicleta ou mesmo caminhão”, diz o presidente executivo.

No período, houve ainda mais de 1,6 milhão de novas adesões, sinalizando que o mecanismo pode ser utilizado como o meio mais econômico de aquisição de um veículo de qualquer natureza, dentro do planejamento financeiro pessoal ou familiar, acumulando 3,36 milhões de participantes no maior setor do Sistema.

De acordo com a pesquisa do IPEA, a expectativa para o futuro é de crescimento da motorização da população em razão da política de incentivos e da consequente ausência de investimentos em infra-estrutura de mobilidade. “Esse cenário nos leva a projetar um crescimento importante para os automotores, visto que o brasileiro tem utilizado o consórcio como forma de poupança programada para tais realizações. Nele, o consumidor disciplina sua economia mensal; não se inclui nos quase 16 milhões de contas de poupança inativas, segundo dados de junho de 2010 do Banco Central; e, principalmente, concretiza seu objetivo”, diz Rossi.

Imóveis

De janeiro a novembro, no mercado imobiliário, o consórcio repetiu o crescimento de anos anteriores, possibilitando a mais de 60 mil contemplados a aquisição de imóvel. Com a mesma expectativa de formação ou ampliação de patrimônio, 210 mil brasileiros aderiram aos consórcios, nesses meses.

“Baseado em 2010, os indicativos para este ano, considerando os mercados de veículos automotores, imóveis, eletroeletrônicos e serviços, levam a ABAC projetar um crescimento de sete a 10 por cento nas vendas globais, podendo atingir a marca de 2,15 milhões de novas cotas”, estima o presidente executivo da entidade. “Aliás”, continua, “os aumentos constantes nas adesões e as consequentes contemplações, momentos de consumo no Sistema de Consórcios, contribuíram para a ampliação ou manutenção da produtividade industrial que, até o terceiro trimestre de 2010, já atingia a cifra recorde de 8,5% sobre o patamar de 2002, segundo dados divulgados pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI)”.

Em 8 meses, R$ 49,9 milhões em recursos do FGTS são usados em consórcios

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Em 8 meses, R$ 49,9 milhões em recursos do FGTS são usados em consórcios

Um total de 2.931 participantes dos consórcios de imóveis utilizaram R$ 49,9 milhões em recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar ou amortizar parcelas, desde que as novas regras para o uso do fundo entraram em vigor, em março de 2010, até o penúltimo mês do ano.

O número de consorciados que empregaram o FGTS corresponde a 0,5% dos 578 mil participantes da categoria registrados em novembro do ano passado. Os dados foram divulgados pela Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios).

Ainda de acordo com a associação, até novembro de 2010, as contemplações nos consórcios de imóveis aumentaram 4,8%, na comparação com o mesmo período de 2009, chegando a 61,7 mil.

De janeiro a novembro do ano passado, a comercialização de novas cotas atingiu 209,4 mil, o que representa uma alta de 11,4%, em relação a igual período de 2009.

Geral

Considerando todos os grupos – veículos, imóveis, bens móveis duráveis e serviços -, o número de participantes ativos no sistema de consórcio chega a 4,03 milhões até novembro de 2010, o que representa uma alta de 5,8% em comparação com 2009.

As vendas de novas cotas cresceram 6,1%, no acumulado do ano, chegando a 1,92 milhão, enquanto as cotas contempladas somaram 905,9 mil no mesmo período.

Fonte: Infomoney

Consórcios devem ganhar mais de 2 milhões de novos adeptos em 2011

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Consórcios devem ganhar mais de 2 milhões de novos adeptos em 2011

Em 2011, o setor de consórcio deve ter crescimento de 7% a 10% nas vendas e somar 2,15 milhões de novos participantes, segundo estimativa da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios).

Dentre os mercados – de veículos automotores, imóveis, eletroeletrônicos e serviços -, o primeiro deve se destacar, sobretudo por conta dos veículos automotores leves (automóveis, camionetas e utilitários), que deve continuar crescendo, devido à entrada de novas marcas, estabilidade dos preços e oportunidade de utilização da contemplação nas promoções periódicas, além do apelo da mídia para a troca por um novo modelo ou compra de mais um carro.

No caso dos veículos pesados (caminhões, ônibus, tratores, semirreboques, implementos, entre outros), as vendas das cotas serão impulsionadas principalmente pelas grandes obras necessárias para a realização da Copa do Mundo e Olimpíada. Já as adesões aos consórcios para a compra de motocicletas, ao contrário do que ocorreu nos últimos três anos, deve retomar a tendência de alta, impactada especialmente pelo maior poder

aquisitivo da classe C, que deve comprar mais este tipo de veículo, por conta do deslocamento rápido e fácil e pela capacidade de substituir as deficiências do transporte urbano de passageiros.

Imóveis, eletros e serviços Ainda de acordo com a Abac, no próximo ano, o consórcio deve atrair mais adeptos interessados na compra da casa própria, com destaque para

integrantes das classes C e D. Isso porque, segundo análise da associação, ao se considerar o mesmo ritmo de investimento nos próximos dois anos, projeta-se escassez de recursos, com a elevação do custo do dinheiro, o que atrairá as pessoas para os consórcios.

No que diz respeito à aquisição de cotas para a compra de eletroeletrônicos e outros bens duráveis e serviços, a Abac prevê uma redução no número de participantes no primeiro caso, devido, sobretudo, ao maior valor médio da cota, e uma expansão no segundo, por conta da imaturidade deste tipo de consórcio, levando o mercado a buscar consolidação em nichos e mercados específicos.

Fonte: InfoMoney

Vendas de novas cotas de consórcio superam 1,5 milhão

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Vendas de novas cotas de consórcio superam 1,5 milhão

A procura pelo Sistema de Consórcios vem aumentando mês após mês. De janeiro a setembro deste ano o total de novas adesões aumentou 6,2% saltando de 1,46 milhão (jan-set/2009) para 1,55 milhão. Segundo Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), “esse crescimento é reflexo da consciência do brasileiro em utilizar os consórcios como forma de planejamento financeiro e de poupança programada. Muitos consumidores têm optado pelo mecanismo face às facilidades de inexistência de juros e parcelamento integral do valor do bem desejado, o que, como compromisso mensal, representa pequena parcela dentro do seu orçamento familiar”.

Segundo estudos do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), o Índice de Expectativas das Famílias apresentou uma dívida média das famílias brasileiras 22% menor entre agosto e outubro deste ano. Para a Abac, fatores como o aumento de disponibilidades das classes C e D, provocam a vontade de consumir tornando-se forte impulsora para a produção de veículos e de aceleração na indústria da construção civil. Pesquisa recente do Ibope apontou que quase 30% dos brasileiros da classe C planejam comprar um carro, novo ou usado, no início do próximo ano. Ainda de acordo com aquele instituto, a aquisição da casa própria está nos planos de 19% da nova classe média do país.

Segundo os dados da assessoria econômica da Abac, no setor de veículos leves (automóveis, utilitários e camionetas) foi registrada alta de 25% no valor médio das novas cotas comercializadas. Subiu de R$ 32 mil, em setembro de 2009, para R$ 40 mil, em setembro de 2010. Também no de imóveis, o valor médio da cota teve alta de 21,7%, partindo de R$ 83 mil, em setembro de 2009, para R$ 101 mil, em setembro de 2010.

“Estes indicadores confirmam nossas observações e nos levam a crer que até o final deste ano e, já projetando 2011, o Sistema de Consórcios deverá superar os quatro milhões de participantes ativos, considerando todos os tipos de produtos como veículos, imóveis, eletroeletrônicos e serviços”, complementa Rossi.

O número de participantes registrados no nono mês do ano chegou aos 3,95 milhões, 5,9% mais que os 3,73 milhões de doze meses antes. Também as contemplações estiveram em alta. A soma nos nove primeiros meses de 2010 foi 731,9 mil (jan-set/2010), 4,3% mais que as 701,8 mil (jan-set/2009) passadas.

Fonte: Abac

Setor de consórcios deve movimentar R$ 60 bilhões

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Setor de consórcios deve movimentar R$ 60 bilhões

Puxado pela venda de imóveis e de carros, o setor de consórcios deve movimentar R$ 60 bilhões em vendas de cotas este ano, expansão de 25% na comparação com 2009, de acordo com levantamento da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac). Após um período de crescimento modesto, o segmento se aqueceu nos últimos meses, graças ao aumento do consumo das classes de menor renda, principalmente a classe C, e do boom no mercado imobiliário.

Na avaliação do presidente executivo da Abac, Paulo Roberto Rossi, com a melhora da renda da população, muita gente passou a consumir mais. “Quem não precisa do bem imediatamente resolve fazer um consórcio e ir pagando aos poucos, sem juros”, diz.

Nos consórcios de imóveis, outro fator que alavancou as vendas, na avaliação de Rossi, foi a aprovação do uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para complementar o valor da carta de crédito, pagar parte das parcelas ou amortizar as cotas.

Os dados da Abac mostram que 2,1 mil consorciados usaram o FGTS nos consórcios de imóveis de janeiro a agosto. Ao todo, foram movimentados R$ 35,3 milhões com recursos do fundo dentro do sistema de consórcios. Os dados separados por períodos mostram que a tendência é que esse número aumente, avalia Rossi.

No total do segmento para imóveis, as vendas de cotas cresceram 12% nos primeiros sete meses do ano, segundo os dados da Abac, e movimentaram R$ 11,7 bilhões. A previsão da Abac para o ano é de expansão acima dos 15%.

Fonte: Abac

Vendas de novas cotas superam um milhão no semestre

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Vendas de novas cotas superam um milhão no semestre

A entrada de novos consorciados no primeiro semestre deste ano superou a marca de um milhão, 10,1% mais que o atingido no mesmo período em 2009. Naquele ano, foram comercializadas 926 mil, enquanto em 2010, o total foi de 1,02 milhão.

“Diversos fatores contribuíram para esse crescimento como a inexistência de juros, as novas modalidades de utilização do FGTS no consórcio de imóveis, a maior presença das classes C e D, o planejamento do consumidor, seu questionamento sobre a necessidade imediata ou não da aquisição do bem”, explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios).

A mudança de comportamento do brasileiro tem transformado parte de seu salário em consórcio, uma poupança carimbada e com objetivo determinado. Ao adquirir um carro ou um imóvel, o consumidor analisa e compara os custos e busca fazer o melhor negócio patrimonial. “Essas atitudes confirmam o sistema como a melhor alternativa em constituir ou ampliar o patrimônio pessoal ou familiar, melhorar a qualidade de vida, deixando de lado a compra por impulso, aquela que por vezes somente o valor da parcela dentro do bolso era considerada. Um exemplo dessa atitude está no crescimento do valor médio de uma cota de automóvel. Em junho do ano passado, ele era de R$ 27.700,00; hoje, chega aos R$ 39.700,00, uma diferença superior a 40%”, continua Rossi.

A segurança no emprego em uma economia aquecida também é apontada pela ABAC como razão para o aumento no interesse pelos consórcios. Nos seis primeiros meses do ano, os dados do Sistema de Consórcios registraram um crescimento no número de participantes que atingiu 3,88 milhões, 6% maior que os 3,66 milhões contabilizados há um ano, de acordo com a assessoria econômica da ABAC.

As contemplações, momentos em que os consorciados podem utilizar os créditos para aquisição de bens ou serviços e, portanto, realizar seus sonhos, totalizaram 477,6 mil, no primeiro semestre, 2,5% maior que as 465,8 mil ocorridas nos mesmos seis meses de um ano antes.

A confiança no Sistema tem sido evidenciada em todos os setores onde os consórcios estão presentes como nos imóveis, veículos automotores, eletroeletrônicos e serviços. O volume de negócios chegou a R$ 28,5 bilhões (jan-jun/2010), 33,2% mais que os R$ 21,4 bilhões (jan-jun/2009), anteriores.

“Seja na ampliação dos negócios, seja no crescimento do valor médio da cota, a procura pelo mecanismo mostra-se cada vez mais presente na vida do brasileiro. Exemplo como o dos eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis confirma essa situação. No mês de junho de 2009, o consumidor buscava uma cota de consórcio de eletroeletrônico no valor médio de pouco mais de R$ 1.500,00. Um ano depois, a procura é por cota média de quase R$ 3.700,00, com mais de 140% de diferença. Trata-se portanto de uma decisão consciente de quem não quer pagar juros desnecessariamente e nem se endividar impulsivamente”, completa o presidente da ABAC.

Fonte: ABAC

Consórcio facilita realizar o sonho da casa própria

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Sonho da casa própria

Os consumidores brasileiros estão aderindo cada vez mais à modalidade de consórcio para financiar imóvel e realizar o sonho de morar em uma casa ou apartamento próprios. Nos últimos 12 meses, esta categoria de financiamento cresceu 12%, segundo a ABAC (Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios).

Nos cinco primeiros meses de 2010, o número de participantes em consórcio de imóveis teve crescimento de 7,9%, em relação ao mesmo período de 2009, saltando de 519 mil para 560 mil contratos. A venda de novas cotas no período mostrou elevação de 16,2%, passando de 79,6 mil entre janeiro a maio de 2009, para 92,5 mil em 2010.

“Um poder aquisitivo maior da população vem se refletindo na contratação de mais compromissos de longo prazo, o que é uma das características dos consórcios, cuja decisão se apoia na segurança do emprego e na estabilidade econômica”, avalia Paulo Roberto Rossi, presidente da ABAC.

Blumenau

Com base nessa realidade, o Grupo Breitkopf lançou em dezembro de 2009, uma modalidade do Consórcio Breitkopf específico para clientes interessados em investir no setor de imóveis. Os créditos variam entre R$ 65 mil e R$ 130 mil e podem ser aplicados na compra de casa, apartamento ou terreno e também em projetos de reforma. As opções de prazo variam entre 60 a 150 meses.

De acordo com o gerente de vendas da empresa, a facilidade para aderir a um grupo de consórcio é um fator que contribui para o crescimento desta modalidade. “É muito simples. O cliente adere a uma cota, paga a primeira parcela e já está participando na data do próximo sorteio, com a abertura de lances”, explica.

Com pouco mais de seis meses no mercado, o consórcio imobiliário Breitkopf já conta com várias adesões e sorteios realizados. Cardoso comenta que, na hora de adquirir um imóvel, os consumidores estão apostando no consórcio, pelas vantagens que oferece. “Não há juros, mas sim uma pequena taxa de administração, com correção anual através do Índice Nacional Construção Civil”, explica. Porém, Rossi lembra que o consórcio é a modalidade indicada para quem não tem pressa e pode esperar ou programar a compra.

Fonte: Jornal de Santa Catarina

Procura pelos consórcios cresce e negócios aumentam em 38%

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Procura pelos consórcios cresce e negócios aumentam em 38%

Nos primeiros quatro meses deste ano, o Sistema de Consórcios registrou um aumento de 38,5% no volume de negócios realizados em relação ao mesmo período de 2009. Enquanto há um ano somava R$ 13,5 bilhões, em 2010 totalizou R$ 18,7 bilhões.

A razão do crescimento é justificada pela grande procura, que apontou maiores altas nas vendas de novas cotas no setor de veículos leves e no de imóveis. Nos automóveis, camionetas e utilitários (veículos leves), o total quadrimestral do ano chegou R$ 6,3 bilhões, 57,5% maior que os R$ 4,0 bilhões contabilizados há um ano. No setor imobiliário, as transações, de janeiro a abril último, atingiram R$ 6,6 bilhões, 26,9% superior aos R$ 5,2 bilhões do mesmo período, no ano passado.

“Ao analisar somente os meses do primeiro quadrimestre deste ano”, Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), esclarece que “o aumento confirma a maturidade do brasileiro na hora de adquirir um bem parceladamente. Usando mais a razão e menos a emoção, portanto sem entusiasmos com as promoções que focam parcelas atrativas, o consumidor tem feito contas e comparações. Com os pés no chão e ao considerar a necessidade de ter ou não de ter o veículo ou o imóvel imediatamente, o consórcio tem sido escolhido como forma planejada e mais econômica de comprar qualquer um dos dois”.

A inexistência de juros, o parcelamento integral do valor do bem desejado e a formação de patrimônio são características dos consórcios que têm feito a diferença nas decisões das várias classes sociais, especialmente na C, cuja evolução, ultimamente, tem sido maior, especialmente no consumo de bens duráveis como a casa própria ou o carro zero.

O estudo de cenários e oportunidades de negócios, feito pela empresa Quorum Brasil para a ABAC, no início de 2010, apontou o aumento da renda das classes C e D como principais para embasar o crescimento das vendas nos diversos setores do Sistema. Também foram anotados outros fatores como o uso do FGTS nos imóveis, a expansão modal e a renovação de frota nos pesados, juro final alto e término das isenções de IPI nos automóveis, inovação constante nos eletroeletrônicos e parcelas baixas nas motocicletas.

A comercialização de novas cotas (veículos automotores, imóveis, eletroeletrônicos e serviços) acumulou 679,5 mil (jan-abr/2010), 14,2% mais que as 595,2 mil (jan-abr/2009) anteriores. Depois de projetar em 10% o crescimento nas vendas para este ano e analisar os números do quadrimestre, a assessoria econômica da ABAC tem reanalisado seus cálculos para os próximos meses. “Nosso desejo é que a economia mantenha seu ritmo, com oportunidades e segurança no emprego para o trabalhador, e sem mudanças no cenário internacional que possam vir a influenciar as atividades internas do país, possibilitando o alcance ou a superação da previsão”, completa Rossi.

Em abril, o número de participantes ativos chegou a 3,84 milhões, 5,8% mais que os 3,63 milhões no mesmo mês, no ano passado. As contemplações também evoluíram. O acumulado de janeiro a abril de 2010 somou 317,2 mil contra 308,4 mil, totalizados no mesmo quadrimestre de 2009, alta de 2,9%.

Fonte: ABAC