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Classe C busca consórcio para adquirir carro novo

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

 

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As vendas de consórcios bateram o recorde do ano, no mês de juIho,  com 202,5 mil novas adesões e 90% de crescimento,  de acordo com dados  do setor.

As classes C e D concentram a maior parte dos investidores nesse tipo de financiamento, que em 83% dos casos é utilizado para comprar carros e motos, segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC).

O presidente da associação, Paulo Roberto Rossi, diz que o mercado de consórcios está em constante alta, “A evolução vem desde o ano passado e é decorrente de uma mudança de comportamento do consumidor. Depois da crise, ele começou a ficar atento às finanças e substituiu compras por impulso pelo planejamento”.

De acordo com o perfil do consorciado traçado pela ABAC, as classes C e D apresentaram 84 % do total de consumidores  que  aderiram a modalidade. “Quando você tem prazos  longos  para pagar, o orçamento de uma pessoa que passa por dificuldade financeira”, explica Rossi.

Fonte: ( http://abac.org.br/servicos/clipping/outubro2017/17_10_17/agora.pdf )

Pensando no futuro

sexta-feira, 21 de julho de 2017

 

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O consórcio é uma ótima opção para o primeiro carro do filho

 

O Consórcio é um investimento para quem pensa no futuro. Quando planejam os anos que estão por vir, os pais ou mães pensam nos filhos e nos próximos investimentos: faculdade, primeiro carro… coisas da idade.

Um dos presentes mais marcantes para o jovem é o primeiro carro. Ele simboliza a transição para a vida adulta, um marco para a independência. Um carro também facilita, e muito, a nova etapa da vida que sempre vem acompanhada de inúmeras atividades, responsabilidades e compromissos pessoais.

Por isso, o Consórcio também é um grande aliado dos pais que sonham em presentear seus filhos. Eles podem, inclusive, escolher o prazo em que querem adquirir o bem, seja com grupos em andamento ou novos. Basta planejar um lance, aumentando as chances de contemplação e aproveitar esse presente tão especial.

Que tal planejar o primeiro carro do seu filho com a Breitkopf Consórcios? Entre em contato com um dos nossos consultores por http://consorcio.breitkopf.com.br/ ou via whatsapp (47) 9 8415-6342.

 

Consórcio é opção de investimento para quem não tem pressa

terça-feira, 23 de julho de 2013

Já passa de cinco milhões o número de participantes de consórcios no país. Eles são uma boa opção para quem tem disciplina financeira. Em consórcios dá para comprar de carros a festas de casamento. “A pessoa compra uma cota de serviço em um determinado valor que entende ser razoável para o serviço que vai utilizar e vai pagando mensalmente”, explica o vice-presidente da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio, Vítor Cesar Bovino.

A grande vantagem do consórcio, em tempos de aumento de juros, é que o cotista não paga juros embutidos como em um financiamento. Na mensalidade ele paga apenas as taxas de administração e de seguro.

Para pagar um carro popular financiado em 60 meses, por exemplo, o cliente vai gastar R$ 770,00 mensais. Se for no consórcio, no mesmo prazo, a prestação fica em R$ 590,00.

A desvantagem é que se o cotista não oferecer um lance e nem for sorteado, vai ficar pagando sem receber o bem. Isso pode levar meses ou anos. Por isso, é uma ótima opção para quem não tem pressa ou quer investir.

Jovens recorrem a consórcios para comprar primeiro carro

sexta-feira, 23 de março de 2012

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Uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) revela que consumidores com idade entre 20 e 30 anos recorrem cada vez mais a consórcios para adquirir o primeiro carro ou moto.

Entre 2006 e 2010, houve um crescimento de 120% desta faixa etária entre os consumidores que aderiram a essa modalidade de aquisição de bens.  Os consorciados de 20 a 30 anos já representam 43% dos cotistas de motocicletas e 22% dos cotistas de automóveis.

O consórcio é o preferido por 6% dos consumidores que compram o carro a partir de parcelamento. Para muitos destes consumidores, o consórcio é também o caminho mais rápido para o primeiro carro zero quilômetro. A previsão do setor é que a parcela de consorciados nesta faixa etária aumente ainda mais, já que os jovens começam a carreira profissional cada vez mais cedo.

Fonte: MotorDream – Túlio Moreira

Vendas de novas cotas de consórcio superam 1,5 milhão

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Vendas de novas cotas de consórcio superam 1,5 milhão

A procura pelo Sistema de Consórcios vem aumentando mês após mês. De janeiro a setembro deste ano o total de novas adesões aumentou 6,2% saltando de 1,46 milhão (jan-set/2009) para 1,55 milhão. Segundo Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), “esse crescimento é reflexo da consciência do brasileiro em utilizar os consórcios como forma de planejamento financeiro e de poupança programada. Muitos consumidores têm optado pelo mecanismo face às facilidades de inexistência de juros e parcelamento integral do valor do bem desejado, o que, como compromisso mensal, representa pequena parcela dentro do seu orçamento familiar”.

Segundo estudos do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), o Índice de Expectativas das Famílias apresentou uma dívida média das famílias brasileiras 22% menor entre agosto e outubro deste ano. Para a Abac, fatores como o aumento de disponibilidades das classes C e D, provocam a vontade de consumir tornando-se forte impulsora para a produção de veículos e de aceleração na indústria da construção civil. Pesquisa recente do Ibope apontou que quase 30% dos brasileiros da classe C planejam comprar um carro, novo ou usado, no início do próximo ano. Ainda de acordo com aquele instituto, a aquisição da casa própria está nos planos de 19% da nova classe média do país.

Segundo os dados da assessoria econômica da Abac, no setor de veículos leves (automóveis, utilitários e camionetas) foi registrada alta de 25% no valor médio das novas cotas comercializadas. Subiu de R$ 32 mil, em setembro de 2009, para R$ 40 mil, em setembro de 2010. Também no de imóveis, o valor médio da cota teve alta de 21,7%, partindo de R$ 83 mil, em setembro de 2009, para R$ 101 mil, em setembro de 2010.

“Estes indicadores confirmam nossas observações e nos levam a crer que até o final deste ano e, já projetando 2011, o Sistema de Consórcios deverá superar os quatro milhões de participantes ativos, considerando todos os tipos de produtos como veículos, imóveis, eletroeletrônicos e serviços”, complementa Rossi.

O número de participantes registrados no nono mês do ano chegou aos 3,95 milhões, 5,9% mais que os 3,73 milhões de doze meses antes. Também as contemplações estiveram em alta. A soma nos nove primeiros meses de 2010 foi 731,9 mil (jan-set/2010), 4,3% mais que as 701,8 mil (jan-set/2009) passadas.

Fonte: Abac

Cresce procura pelo consórcio imobiliário

terça-feira, 27 de abril de 2010

Cresce procura pelo consórcio imobiliário

Marlon e a mulher pretendem comprar o apartamento onde moram como inquilinos. “Acho que logo, logo, a gente vai poder dormir em uma noite e acordar na outra como proprietário”, espera o gerente comercial Marlon Tomanini.

Dinheiro para isso eles já têm. Marlon entrou em um consórcio. No mês passado, deu um lance e foi contemplado com uma carta de crédito de R$ 350 mil. “Já está tudo montado, estou tranquilo aqui. É mais fácil, mais econômico, só vou cuidar das prestações do consórcio”, aponta Marlon.

O sistema de consórcios no país começou 2010 com um salto. Em janeiro e fevereiro, o volume de negócios atingiu R$ 8,6 bilhões – 43,3% a mais que no primeiro bimestre de 2009. Quem liderou esse boom foram os consórcios de imóveis, que registraram alta de 46,4%. Os de veículos cresceram 38,7%.

Já são 3,8 milhões de consorciados no país, 200 mil a mais que no início do ano passado. Esse é um setor que não tem tido do que reclamar. Nem mesmo no período de crise. Nessa época, o mercado de consórcios virou uma opção para quem queria comprar carro ou apartamento e não encontrava crédito na praça.

Agora, com o reaquecimento da economia, os consórcios decolaram, beneficiados pelo aumento da renda do trabalhador, especialmente daquele que quer fugir dos juros altos dos financiamentos.

O comprador de uma cota em um consórcio paga prestações sem juros, o que torna mais baixo o valor final do veículo ou imóvel. Somada às parcelas corrigidas anualmente, há uma taxa de administração de 0,2% ao mês, em média.

Mas no consórcio, o cliente só consegue a carta de crédito para adquirir o bem se for sorteado ou se der um lance. Para dirigentes do setor, o sistema pode ser comparado à poupança.

“Na poupança, se você fizer os depósitos, tiver disciplina, só vai poder utilizar o valor correspondente à compra de um bem no final do período. No consórcio, você vai participar todos os meses de um sorteio e pode ofertar lances, o que permite abreviar o recebimento do bem que você pretende”, compara o presidente regional da Abac Luiz Fernando Savian.

“Se ele quer dar o lance, quer dar o bem, o ideal é que seria no começo”, aconselha o economista Otto Nogami.

Fonte: G1

Cotas de consórcios estão na mira do Procon

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Adquirir consórcios com vantagens excessivas, como as que oferecem cotas contempladas, pode não ser um bom negócio. De acordo com dados da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), no Tocantins, apenas no período de 1º de janeiro a 18 de agosto deste ano, 468 reclamações referentes às administradoras de consórcios foram registradas.

Para não ser enganado, o cliente deve tomar algumas precauções antes de assinar o contrato. Conforme a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac), nos últimos 45 anos, mais de 10 milhões de brasileiros já adquiriram seu carro, casa própria ou outro bem por meio de consórcio. Atualmente, o sistema reúne 3,6 milhões de participantes.

Para a superintendente do Procon-TO, Luciene das Graças Dantas, antes de fechar um contrato para adquirir um bem por meio de consórcio, o consumidor deve ler atentamente todo o documento e desconfiar das vantagens que diferenciam a empresa das outras. “É importante que fique atento, especialmente aos anúncios de vendas de cotas contempladas, ou falsas promessas, para não ser enganado”, destaca a superintende.

Conscientização

Visando conscientizar o consumidor, a Abac está divulgando na imprensa anúncios contendo orientações básicas, com informações que o consumidor deve saber para não cair em uma propaganda enganosa.

A Associação pondera que o sistema de consórcios é ótimo, mas não faz milagres. “Desconfie de anúncios que oferecem vantagens demais. Exija uma declaração da administradora confirmando a informação antes de fechar negócio”, pontua a Associação.

Para entrar num consórcio com toda a segurança, a Abac sugere que o consumidor só adquira cotas de administradoras autorizadas pelo Banco Central (BC). Outra boa dica é checar junto ao Procon se a empresa tem reclamações contra ela.

Consórcios: cartas são dinheiro na mão

terça-feira, 23 de junho de 2009

O crédito mais escasso, por conta da crise financeira, tem levado muitos consumidores a trocar o tradicional financiamento bancário pelo consórcio. A alternativa tem sido escolhida principalmente por quem pretende comprar um carro novo. Somente nos dois primeiros meses deste ano, as vendas de cotas para o segmento aumentaram 25%, depois de quase três anos de estabilidade.

“Sem dúvida houve uma migração do crédito direto ao consumidor para o sistema de consórcio. Como trabalhamos com prazos mais longos, de até 100 meses, sem a cobrança de taxa de juros, muita gente começou a redescobrir as vantagens desse sistema”, diz o presidente do Conselho Nacional da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), Idevaldo Rubens Mamprim.

Novas regras

Somam-se a essas vantagens a atualização da legislação aplicável ao setor de consórcios (Lei nº 11.795, de 8 de outubro de 2008), aprovadas pelo Banco Central. Com as atualizações, desde fevereiro passado, é possível usar a carta de crédito de consórcio para quitar financiamentos em aberto em qualquer instituição financeira.

Em vez de taxa de juros, o consorciado paga pelo produto taxas de administração, atualmente entre 15% e 18%, de acordo com o presidente do conselho da Abac. “Só que essas taxas são referentes a todo o prazo de vigência do contrato. Se ele for de 72 meses, por exemplo, serão 18% diluídos por todo esse tempo”, conta. São 18% de taxas em seis anos, em uma cota de automóvel, contra 1% ao mês no financiamento tradicional.

No consórcio, o interessado tem que esperar ser sorteado para ter acesso ao dinheiro ou dar lance para conseguir antecipar sua vez. Mas, até nesse ponto, a nova legislação tem se mostrado favorável às empresas que atuam no setor e aos consorciados. “Antes os consórcios trabalhavam com duas contemplações mensais: uma por meio de sorteio, outra por lance. Só que a nova legislação permitiu um aumento nesse número”, explica.

Fonte: Diário do Comércio

Consórcio para escapar dos juros

terça-feira, 19 de maio de 2009

Quem deseja comprar um carro ou uma casa, deve pensar bem, antes de escolher entre financiamento ou consórcio. Se tiver pressa, deve escolher o financiamento e  preparar o bolso para pagar até o dobro do produto com os juros mensais. No entanto, se a compra planejada e o investimento forem mais atraentes, deve mergulhar de cabeça no consórcio.

O economista Zivanilson Teixeira e Silva defende que para aqueles que não dispõem de uma quantia robusta de dinheiro para pagar um carro ou uma casa à vista, a melhor alternativa é mesmo o consórcio. ‘‘O consórcio é uma boa saída para quem quer comprar um automóvel agora. É a melhor opção porque funciona como uma espécie de carta de crédito”, opina.

Em suma, o conselho do especialista é que neste momento de incertezas o melhor a fazer é entrar num consórcio. ‘‘Não há dúvida de que esta é a melhor opção para aquisição de um carro novo. Com a redução do IPI, que agora foi prorrogada até junho, ficou muito mais fácil e barato”, diz ainda.

Opção para compra planejada

O fato de num consórcio o cliente pagar pelo bem o preço de à vista é outro ponto positivo da modalidade. A segurança, principalmente agora com a aprovação da Lei dos Consórcios, é mais um item a favor.

O setor hoje conta com mais de 3,6 milhões de consorciados em todo o Brasil. E com a publicação da Lei dos Consórcios, o segmento ganhou novo fôlego com a formação de grupos de serviços, como médico, odontológico, educacional, entre outros.

A nova modalidade se assemelha a um consórcio de um automóvel ou uma moto. O cliente entra em um grupo e quando é contemplado recebe o montante para pagar à vista o procedimento ou serviço que desejar adquirir. As parcelas também são pagas sem juros e os planos variam, podendo chegar até 20 meses.

Fonte: Diário de Natal