Posts com a Tag ‘Consórcios’

Consórcios: cartas são dinheiro na mão

terça-feira, 23 de junho de 2009

O crédito mais escasso, por conta da crise financeira, tem levado muitos consumidores a trocar o tradicional financiamento bancário pelo consórcio. A alternativa tem sido escolhida principalmente por quem pretende comprar um carro novo. Somente nos dois primeiros meses deste ano, as vendas de cotas para o segmento aumentaram 25%, depois de quase três anos de estabilidade.

“Sem dúvida houve uma migração do crédito direto ao consumidor para o sistema de consórcio. Como trabalhamos com prazos mais longos, de até 100 meses, sem a cobrança de taxa de juros, muita gente começou a redescobrir as vantagens desse sistema”, diz o presidente do Conselho Nacional da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), Idevaldo Rubens Mamprim.

Novas regras

Somam-se a essas vantagens a atualização da legislação aplicável ao setor de consórcios (Lei nº 11.795, de 8 de outubro de 2008), aprovadas pelo Banco Central. Com as atualizações, desde fevereiro passado, é possível usar a carta de crédito de consórcio para quitar financiamentos em aberto em qualquer instituição financeira.

Em vez de taxa de juros, o consorciado paga pelo produto taxas de administração, atualmente entre 15% e 18%, de acordo com o presidente do conselho da Abac. “Só que essas taxas são referentes a todo o prazo de vigência do contrato. Se ele for de 72 meses, por exemplo, serão 18% diluídos por todo esse tempo”, conta. São 18% de taxas em seis anos, em uma cota de automóvel, contra 1% ao mês no financiamento tradicional.

No consórcio, o interessado tem que esperar ser sorteado para ter acesso ao dinheiro ou dar lance para conseguir antecipar sua vez. Mas, até nesse ponto, a nova legislação tem se mostrado favorável às empresas que atuam no setor e aos consorciados. “Antes os consórcios trabalhavam com duas contemplações mensais: uma por meio de sorteio, outra por lance. Só que a nova legislação permitiu um aumento nesse número”, explica.

Fonte: Diário do Comércio

Consórcio de motos cresce com a crise

terça-feira, 19 de maio de 2009

O consórcio de motos ganhou impulso desde o final de 2008, no mesmo período em que as vendas do setor despencaram. “A venda de consórcios cresceu quase 25% no auge da crise. A média mensal de cotas, que era de 84,2 mil entre janeiro a setembro, saltou para 105,2 mil entre outubro e dezembro”, ressalta o presidente em São Paulo da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio (Abac), Luiz Savian.

A Honda, que detém quase 70% do mercado de motocicletas, também comemora o crescimento da modalidade. “A venda de novas cotas cresceu 12,3% neste primeiro trimestre na comparação com o mesmo período de 2008. E olhe que este ano há três modelos a menos em linha: 250 Twister; 250 Tornado e a 400 Falcon”, lembra o diretor Marcos Fermanian.

“O consórcio sempre foi uma ferramenta bastante presente na Honda. Representa 50% das vendas totais de nossas motos no Brasil”, ressalta Fermanian.

Sem juros

A principal vantagem do consórcio são as parcelas mais baixas, pois não há juros. As empresas cobram uma taxa de administração (por volta de 15% do valor do bem). No financiamento, os juros costumam passar de 2% ao mês.

Fonte: O Estado de São Paulo

Consórcios imobiliários devem crescer 10% este ano no Brasil

terça-feira, 19 de maio de 2009

Os consórcios imobiliários estão em alta no Brasil. É o que indica estimativa da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac), que prevê para este ano um crescimento de 8% a 10% nos consórcios de imóveis no país. Uma das vantagens para essa modalidade é a nova Lei dos Consórcios (Lei 11.795/2008), que entrou em vigor em fevereiro deste ano e regulamentou o setor, com o maior controle sobre as administradoras e trazendo maiores garantias aos grupos de investidores. Dessa forma, quem optar em comprar a casa própria através de um consórcio estará mais protegido, em especial porque essa transação passará a ser subordinada pelo Código de Defesa do Consumidor, tornando mais fáceis questões como, por exemplo, a devolução do dinheiro de parcelas já pagas caso haja a desistência do consumidor, que passa a ser sorteada em vez de ao final do grupo.

Entre as medidas de segurança previstas na lei, um item exige a separação, pela administradora, do que é recurso próprio e o capital dos consorciados, resguardando o consorciado de possíveis prejuízos em caso de falência da administradora. Outra possibilidade prevista na lei é a de quitar o financiamento bancário com a carta de crédito do consórcio.

Modalidade em pleno crescimento

Segundo a Abac, o modelo de consórcios responde atualmente por um terço dos imóveis financiados pelo Sistema Brasileiro de Habitação. A modalidade, criada no início dos anos 60, representa hoje cerca de 1% do Produto Interno Bruto do país, com 3,5 milhões de participantes ativos.

Segundo pesquisa da Abac, a maior parte dos clientes de consórcios é da classe B. Esse nicho representa 64% dos clientes de consórcios do Brasil atualmente. A classe A responde por 21% dos clientes dessa modalidade e a classe C a 10%. Os demais são das classes D e E.

Para o ano de 2009, o segmento de consórcios projeta um crescimento total de 20% na base de clientes, comparado ao ano passado, passando de 600 mil para 720 mil. Os consórcios imobiliários devem crescer 10% neste período.

Em 2008, o setor movimentou cerca de R 3,5 bilhões e a estimativa para este ano é de movimentar um crescimento de 15% em novas vendas. Nesse cenário, os consórcios imobiliários estão entre os três com maior representatividade no país, junto com o consórcio de motocicletas e o de automóveis. Os planos de imóveis chegam a 12 anos, os de caminhões a 100 meses e os de automóveis a 72 meses. Segundo levantamento do Banco Central, a inadimplência nos consórcios de imóveis é de 2,8%.

Fonte: Centro de Notícias Comunicação

A cirurgia dos consórcios

terça-feira, 31 de março de 2009

O Banco Central regulamentou a primeira lei do sistema de consórcios do País. Parece incrível, mas nos últimos anos essa modalidade de crédito funcionou sem a transparência e a segurança que uma legislação teoricamente pode dar. E foi justamente essa falta de regulamentação que limitou os grupos a poucos produtos, basicamente a imóveis e automóveis, motos e caminhões.

As novas regras fizeram importantes concessões: toda espécie de maquinário pode ser comprado com uma carta de crédito de um grupo de bens móveis. A lei passou a permitir ainda que o cliente use o crédito para quitar um financiamento habitacional já em curso, se não quiser comprar uma casa nova com a carta de crédito. Além disso, um leque de possibilidades se abriu nos ramos da saúde, educação, lazer, turismo e tantos outros que se encaixarem no segmento de serviços – como a contratação de um pintor, a reforma de um piano ou uma cirurgia plástica.

Desde que seja usado para financiar um sonho de forma planejada, e não para emergências, o consórcio tem seu lugar ao sol garantido. “Um amigo músico sugeriu um consórcio para pessoas que querem gravar um CD. Isso é perfeitamente possível dentro do grupo de serviços”, conta Rodolfo Montosa, presidente da Abac.

Fonte: Istoé Dinheiro

Novidades nas regras estimulam atividade de consórcios

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Os consórcios começaram o ano com novidades. A Lei dos Consórcios, aprovada no ano passado, recebeu modificações que passaram a vigorar a partir de 6 de fevereiro, estabelecendo novas regras para os grupos já tradicionais de bens – carros, motos e casa própria.

Também ampliou as possibilidades de aquisição através desta modalidade, permitindo a abertura de consórcios para serviços nas áreas de educação, saúde e turismo.

Com as alterações será permitido, por exemplo, o uso da carta de crédito para a quitação de financiamento. A nova lei permitirá, ainda, a oferta de cirurgias plásticas, implantes dentários e cursos de especialização no exterior por meio do sistema de consórcio.

Outra modificação diz respeito ao ressarcimento de saldo para cotistas desistentes. Até agora quem abandonava o grupo esperava até o encerramento do mesmo para ter direito a restituição dos valores pagos. A nova lei estabelece que os desistentes têm direito de continuar participando dos sorteios mensais e de receber os valores rescisórios quando forem contemplados. Mas esta regra só vale para cotistas que tenham pago pelo menos cinco parcelas do consórcio.

Mesmo ritmo de crescimento em 2009

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Apesar da crise e das projeções de desaceleração da economia nacional, o setor de consórcios planeja para 2009 um crescimento entre 7% a 10% sobre o ano passado, em novas cotas comercializadas. Isso significa um montante entre 3,85 mil e 3,96 mil novas adesões em todo o Brasil.

A Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac) prefere não projetar valores para 2009. Segundo o vice-presidente, Vitor Bonvino, os consórcios funcionam como uma espécie de poupança planejada para a aquisição de um bem, sem inclusão de juros. Por isso o setor não sentiu grande impacto no pico da crise e chegou a registrar migração do mercado de crédito.

De acordo com dados do Banco Central, fechados até outubro de 2008, no financiamento imobiliário, de 559.571 cotas naquele mês, o número de contemplações chegou a 203.202, volume 19% superior ao do início do ano. Até outubro de 2008 o segmento movimentou cerca de R$ 3,5 bilhões. Para 2009 é esperado um aumento na base de clientes de 20%, passando de 600 mil para 720 mil.

Excelência no atendimento

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Com o aumento da procura do Consórcio como modalidade de parcelamento, o Consórcio Breitkopf define estratégias para atender a demanda de novos clientes, com a mesma qualidade de sempre. Para isso, em 2009 irá aumentar seu quadro de vendedores, para atuarem nas cidades de Blumenau, Brusque, Itajaí, Jaraguá do Sul e Joinville.

“Iniciamos o ano já com metas traçadas, tanto na contratação e treinamento de mão-de-obra, quanto na abertura de novos parceiros”, explica Sidney Cardoso, gerente do Consórcio Breitkopf . Além do conhecimento trazido como bagagem do mercado de trabalho, os vendedores recém contratados pelo Consórcio Breitkopf passam por um treinamento, ministrado por profissionais da empresa. O treinamento acompanha material didático no formato de apostilas, que explicam o que é Consórcio e ensinam técnicas de vendas.

As primeiras visitas dos novos vendedores do Consórcio Breitkopf a clientes são acompanhadas e orientadas por profissionais experientes da empresa, até que estejam completamente habilitados e qualificados para exercerem a função. Só na cidade de Blumenau, 40 vendedores atuam no Consórcio Breitkopf.

Para agendar uma visita e conhecer as facilidades e as vantagens do Consórcio Breitkopf, basta entrar em contato com a Central de Atendimento pelo telefone (47) 3231-2070 ou preencher o formulário no site. Acesse o formulário: http://www.breitkopf.com.br/

Crise mundial impulsiona setor de consórcios

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Após o início da crise financeira mundial, a cada mês, os balanços para o setor de consórcio são mais positivos. O que demonstra uma mudança de comportamento do consumidor, que tem optado por esta modalidade de investimento. A principal vantagem é adquirir um bem sem pagamento de juros e com taxa de administração pré-estabelecida.

De acordo com a ABAC (Associação Brasileira de Administração de Consórcios), a crise internacional gerou uma dificuldade de acesso ao crédito no País, o que fez com que a procura por consórcios aumentasse em 30% nos últimos dois meses. Foi o melhor desempenho dos últimos três anos.

Em geral o consorciado tem o perfil de poupador, ou seja, aquele que planeja a compra para ter um bem daqui a alguns anos. Ao contrário dos imediatistas, que desejam comprar e já sair da loja com o produto. Porém, este novo cenário econômico estimulou o surgimento de um novo perfil de consumidor no consórcio: o dos clientes que entram em um grupo e usam o capital que dariam de entrada em um financiamento como lance, na tentativa de antecipar a contemplação e poder retirar o bem ainda no início do plano.

O presidente nacional da ABAC, Rodolfo Garcia Montosa, afirma que o consórcio é principalmente um mecanismo de poupança e de formação de patrimônio. “Temos observado também a entrada de novos perfis de participantes, principalmente investidores, que planejam seus futuros pessoais, familiares ou empresariais”, diz.