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Como acertar na escolha de seu consórcio?

segunda-feira, 12 de março de 2018

PAUTA 3 = cálculos

 

Para participar de um consórcio, seja para automóveis, motos ou imóveis, é preciso procurar uma administradora de consórcio autorizada e fiscalizada pelo Banco Central para assegurar prazos, escolhas e todas as etapas do seu investimento.

Diante de uma infinidade de planos e parcelas, simular a compra de um consórcio pode ser uma vantagem exclusiva, que ajudará ainda, a não sobrecarregar suas finanças. Ao selecionar um bem e um plano que deseja diante do valor do crédito, o consórcio acaba se tornando uma forma planejada de aquisição para médio ou longo prazo. Por isso, é mais indicado para quem não necessita imediatamente do bem ou não consegue formar uma poupança.

No sistema de consórcios, o valor do bem é diluído em um prazo predeterminado. Todos os integrantes do grupo contribuem ao longo desse período. Mensalmente ou conforme o contrato, a administradora os contempla, por sorteio ou lance. Dessa forma, como os valores mensais de todos os participantes que “financiam” a compra do bem à vista pelos consorciados contemplados, não há concessão de crédito. Portanto, não há a incidência de juros e torna-se uma opção viável financeiramente.

Antes de fechar um negócio, leia atentamente todas as cláusulas do contrato e conheça todas as características do sistema de consórcios. Faça uma simulação de confira!
(Fonte: Exame / ABAC)

BREITKOPF RESPONDE: Para que serve o fundo de reserva?

segunda-feira, 12 de março de 2018

 

PAUTA 3 porquinho

 

 

No Sistema de Consórcios, a administradora pode solicitar ao consorciado o pagamento de uma quantia destinada a um fundo de proteção do grupo, chamado “fundo de reserva”.  O fundo de reserva está previsto na Lei 11.795/08 (Lei dos Consórcios) e na circular 3432 do Banco Central, que diz que ele deve ser usado exclusivamente para as seguintes finalidades:

I – cobertura de eventual insuficiência de recursos do fundo comum;

II – pagamento de prêmio de seguro para cobertura de inadimplência de prestações de consorciados contemplados;

III – pagamento de despesas bancárias de responsabilidade exclusiva do grupo;

IV – pagamento de despesas e custos de adoção de medidas judiciais ou extrajudiciais com vistas ao recebimento de crédito do grupo;

V – contemplação, por sorteio, desde que não comprometida a utilização do fundo de reserva para as finalidades previstas nos incisos I a IV.

A cobrança de fundo de reserva é facultativa, cabendo à administradora avaliar e definir, antes da formação do grupo, se ela será realizada ou não. Se sim, o percentual devido deverá estar  fixado em contrato, visto que ele incidirá sobre o valor do bem ou serviço objeto do plano e irá compor a prestação do consórcio.

Devolução dos recursos

Quando o grupo de consórcio se encerra, é possível que exista saldo referente ao fundo de reserva, caso ele não tenha sido totalmente utilizado pelo grupo. Neste caso, os recursos são devolvidos proporcionalmente a todos os participantes que cumpriram com o contrato.

A cobrança do fundo de reserva deve ser vista pelo consorciado como mais uma garantia para o bom funcionamento do grupo.

Cuidado na hora de contratar um consórcio

segunda-feira, 17 de março de 2014

contratar

O brasileiro está investindo mais nos consórcios. Entre os carros, o aumento foi de 25% no ano passado. Mas é preciso ter cuidado com as empresas que parecem consórcio, mas não são.

Os administradores de consórcios recomendam que as pessoas procurem empresas reconhecidas e sempre verifiquem se o consórcio tem registro no Banco Central. Esse tipo de negócio tem atraído consumidores por não cobrar juros e aplicar apenas uma taxa de administração.

A vantagem dos consórcios é que as parcelas são baixas e não têm sem juros. Para um carro de R$ 50 mil, por exemplo, o consorciado paga em média R$ 750 por mês, mas se não for sorteado ou não conseguir dar um bom lance, tem que esperar pelo menos 80 meses para receber o veículo.

Apesar de não ter juros, paga-se uma taxa de administração de cerca de 20% do valor do consórcio. Mas é preciso ficar atento para ter certeza de que o que está sendo oferecido é mesmo um consórcio.  A dica é comprar de uma administradora com funcionamento autorizado pelo Banco Central. “Se não tiver autorização é problema na certa. Tem que ser autorizado e fiscalizado pelo Banco Central”, explica o presidente do conselho nacional da Associação Brasileira de Administradores de Consórcios (ABAC), Fabiano Lopes Ferreira.

Nos consórcios legais, o contemplado continua pagando as prestações até o fim do contrato. A não ser que ele resolva abater todo o débito de uma só vez.

Se eu desistir do contrato de consórcio, posso receber o valor pago até o momento?

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Hoje em dia é muito comum as pessoas conquistarem seus sonhos de consumo, como, casa própria, automóvel próprio, entre outros itens, através do consórcio. Cada consórcio tem as suas particularidades, mas a sua essência é a mesma. O consórcio continua sendo o melhor negócio, quando se trata de adquirir seu bem desejado em um período de tempo maior (quando não há pressa para obter o produto/serviço desejado).

Através deste tipo de contrato o consumidor adquiri uma cota em grupo. Ele pode ser contemplado de duas formas: por ter dado o lance mais alto ou por ter seu número de cota sorteado. Em casos onde os consórcios são de longos prazos, como 60 e 72 meses (nos casos de consórcios de veículos) e podendo chegar a 200, 300 e 400 meses em casos de imóveis, é normal o consumidor não contemplado (via sorteio ou via lances) desistir do referido contrato, pleiteando a rescisão contratual e a devolução dos valores já pagos.

É a partir daí, que muitas desavenças começam a aparecer. O consumidor costuma ser avisado antes de assinar o contrato que, caso ele desista, sendo este rescindido, terá direito a devolução dos valores pagos, descontados em uma série de taxas e multas previstas em cláusulas penais. Mas, para que este valor seja reembolsado, o consumidor deve aguardar até o término da assembleia de contemplação. Ou seja, quando existe a desistência, o valor pago fica bloqueado, sendo restituído somente no final do contrato.

Cotas de consórcios estão na mira do Procon

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Adquirir consórcios com vantagens excessivas, como as que oferecem cotas contempladas, pode não ser um bom negócio. De acordo com dados da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), no Tocantins, apenas no período de 1º de janeiro a 18 de agosto deste ano, 468 reclamações referentes às administradoras de consórcios foram registradas.

Para não ser enganado, o cliente deve tomar algumas precauções antes de assinar o contrato. Conforme a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac), nos últimos 45 anos, mais de 10 milhões de brasileiros já adquiriram seu carro, casa própria ou outro bem por meio de consórcio. Atualmente, o sistema reúne 3,6 milhões de participantes.

Para a superintendente do Procon-TO, Luciene das Graças Dantas, antes de fechar um contrato para adquirir um bem por meio de consórcio, o consumidor deve ler atentamente todo o documento e desconfiar das vantagens que diferenciam a empresa das outras. “É importante que fique atento, especialmente aos anúncios de vendas de cotas contempladas, ou falsas promessas, para não ser enganado”, destaca a superintende.

Conscientização

Visando conscientizar o consumidor, a Abac está divulgando na imprensa anúncios contendo orientações básicas, com informações que o consumidor deve saber para não cair em uma propaganda enganosa.

A Associação pondera que o sistema de consórcios é ótimo, mas não faz milagres. “Desconfie de anúncios que oferecem vantagens demais. Exija uma declaração da administradora confirmando a informação antes de fechar negócio”, pontua a Associação.

Para entrar num consórcio com toda a segurança, a Abac sugere que o consumidor só adquira cotas de administradoras autorizadas pelo Banco Central (BC). Outra boa dica é checar junto ao Procon se a empresa tem reclamações contra ela.

Fuja das armadilhas

terça-feira, 21 de julho de 2009

A oferta de cota de consórcio contemplada é uma atividade legal, desde que formalizada pelo comprador e pelo vendedor junto a administradora de consórcio. As partes interessadas devem ir juntas até a administradora para que a transferência contratual seja feita de forma lícita e com segurança jurídica.

Propostas muito vantajosas devem ser vistas com desconfiança. O golpista normalmente oferece um negócio tentador, como uma cota contemplada no valor de R$ 30 mil por apenas R$ 5 mil.

Dicas para fugir das armadilhas

  • Peça detalhes do contrato, como data de assinatura, total das parcelas, data de vencimento, valor das parcelas e parcelas já pagas.
  • Não esqueça de verificar se existem parcelas vencidas.
  • Só assine o contrato após ter certeza da idoneidade do vendedor e também da administradora de consórcio.
  • Não pague nada antes de confirmar as informações.

Quem já caiu no golpe deve procurar uma delegacia, pois trata-se de crime de estelionato.