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Um apartamento e muitos investimentos

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Um apartamento e muitos investimentos

Quando aderiu ao Consórcio de Imóveis Breitkopf, Márcio Luiz Bogo, 40 anos, não imaginou que seria contemplado tão rápido. Ele foi sorteado já na segunda assembleia, com uma cota de R$ 110 mil e comemora a conquista junto de sua esposa, Neuci Sartori Bogo.

“Quando compramos uma cota de consórcio, sempre pensamos em sermos sorteados o mais breve possível. Porém, eu não estava muito ansioso, fiz para investimento, tive sorte e fui sorteado logo”, comenta.

Márcio, que é empresário do ramo da construção civil, investiu o valor em um apartamento na cidade onde mora, Rio do Sul. Ele já tem casa própria e alugou o imóvel, que mais tarde poderá servir de moradia para um dos dois filhos, que hoje estão com 5 e 16 anos.

Ele entrou para o Consórcio Breitkopf assim que a administradora passou a oferecer cotas para imóveis, em março deste ano. “A grande vantagem é que não existem juros, somente taxa de administração, o que no final dá uma diferença enorme em comparação aos outros tipos de financiamento, mesmo da casa própria”, avalia.

Bogo escolheu o Consórcio Breitkopf pela sua confiabilidade no mercado e por ser uma empresa da região. “Existem muitos consórcios no mercado, mas prezo pela tradição e atendimento”, ressalta. “Com certeza, em breve devo fazer outro, com o Consórcio Breitkopf, é claro”, garante.

Cresce procura pelo consórcio imobiliário

terça-feira, 27 de abril de 2010

Cresce procura pelo consórcio imobiliário

Marlon e a mulher pretendem comprar o apartamento onde moram como inquilinos. “Acho que logo, logo, a gente vai poder dormir em uma noite e acordar na outra como proprietário”, espera o gerente comercial Marlon Tomanini.

Dinheiro para isso eles já têm. Marlon entrou em um consórcio. No mês passado, deu um lance e foi contemplado com uma carta de crédito de R$ 350 mil. “Já está tudo montado, estou tranquilo aqui. É mais fácil, mais econômico, só vou cuidar das prestações do consórcio”, aponta Marlon.

O sistema de consórcios no país começou 2010 com um salto. Em janeiro e fevereiro, o volume de negócios atingiu R$ 8,6 bilhões – 43,3% a mais que no primeiro bimestre de 2009. Quem liderou esse boom foram os consórcios de imóveis, que registraram alta de 46,4%. Os de veículos cresceram 38,7%.

Já são 3,8 milhões de consorciados no país, 200 mil a mais que no início do ano passado. Esse é um setor que não tem tido do que reclamar. Nem mesmo no período de crise. Nessa época, o mercado de consórcios virou uma opção para quem queria comprar carro ou apartamento e não encontrava crédito na praça.

Agora, com o reaquecimento da economia, os consórcios decolaram, beneficiados pelo aumento da renda do trabalhador, especialmente daquele que quer fugir dos juros altos dos financiamentos.

O comprador de uma cota em um consórcio paga prestações sem juros, o que torna mais baixo o valor final do veículo ou imóvel. Somada às parcelas corrigidas anualmente, há uma taxa de administração de 0,2% ao mês, em média.

Mas no consórcio, o cliente só consegue a carta de crédito para adquirir o bem se for sorteado ou se der um lance. Para dirigentes do setor, o sistema pode ser comparado à poupança.

“Na poupança, se você fizer os depósitos, tiver disciplina, só vai poder utilizar o valor correspondente à compra de um bem no final do período. No consórcio, você vai participar todos os meses de um sorteio e pode ofertar lances, o que permite abreviar o recebimento do bem que você pretende”, compara o presidente regional da Abac Luiz Fernando Savian.

“Se ele quer dar o lance, quer dar o bem, o ideal é que seria no começo”, aconselha o economista Otto Nogami.

Fonte: G1

Fuja das armadilhas

terça-feira, 21 de julho de 2009

A oferta de cota de consórcio contemplada é uma atividade legal, desde que formalizada pelo comprador e pelo vendedor junto a administradora de consórcio. As partes interessadas devem ir juntas até a administradora para que a transferência contratual seja feita de forma lícita e com segurança jurídica.

Propostas muito vantajosas devem ser vistas com desconfiança. O golpista normalmente oferece um negócio tentador, como uma cota contemplada no valor de R$ 30 mil por apenas R$ 5 mil.

Dicas para fugir das armadilhas

  • Peça detalhes do contrato, como data de assinatura, total das parcelas, data de vencimento, valor das parcelas e parcelas já pagas.
  • Não esqueça de verificar se existem parcelas vencidas.
  • Só assine o contrato após ter certeza da idoneidade do vendedor e também da administradora de consórcio.
  • Não pague nada antes de confirmar as informações.

Quem já caiu no golpe deve procurar uma delegacia, pois trata-se de crime de estelionato.

Consórcios: cartas são dinheiro na mão

terça-feira, 23 de junho de 2009

O crédito mais escasso, por conta da crise financeira, tem levado muitos consumidores a trocar o tradicional financiamento bancário pelo consórcio. A alternativa tem sido escolhida principalmente por quem pretende comprar um carro novo. Somente nos dois primeiros meses deste ano, as vendas de cotas para o segmento aumentaram 25%, depois de quase três anos de estabilidade.

“Sem dúvida houve uma migração do crédito direto ao consumidor para o sistema de consórcio. Como trabalhamos com prazos mais longos, de até 100 meses, sem a cobrança de taxa de juros, muita gente começou a redescobrir as vantagens desse sistema”, diz o presidente do Conselho Nacional da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), Idevaldo Rubens Mamprim.

Novas regras

Somam-se a essas vantagens a atualização da legislação aplicável ao setor de consórcios (Lei nº 11.795, de 8 de outubro de 2008), aprovadas pelo Banco Central. Com as atualizações, desde fevereiro passado, é possível usar a carta de crédito de consórcio para quitar financiamentos em aberto em qualquer instituição financeira.

Em vez de taxa de juros, o consorciado paga pelo produto taxas de administração, atualmente entre 15% e 18%, de acordo com o presidente do conselho da Abac. “Só que essas taxas são referentes a todo o prazo de vigência do contrato. Se ele for de 72 meses, por exemplo, serão 18% diluídos por todo esse tempo”, conta. São 18% de taxas em seis anos, em uma cota de automóvel, contra 1% ao mês no financiamento tradicional.

No consórcio, o interessado tem que esperar ser sorteado para ter acesso ao dinheiro ou dar lance para conseguir antecipar sua vez. Mas, até nesse ponto, a nova legislação tem se mostrado favorável às empresas que atuam no setor e aos consorciados. “Antes os consórcios trabalhavam com duas contemplações mensais: uma por meio de sorteio, outra por lance. Só que a nova legislação permitiu um aumento nesse número”, explica.

Fonte: Diário do Comércio