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Vendas de Consórcios superam a marca de 2 milhões de cotas

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

crescimento

O Consórcio brasileiro encerrou 2011 com uma grata surpresa: o sistema caiu no gosto da população e atingiu a marca de 2 milhões de cotas vendidas, registrando uma alta de 20,7% nos dez primeiros meses de 2011. Junto com esse crescimento vieram os novos consorciados, que hoje somam cerca de 4,6 milhões.
Até o final de 2011 o volume de negócios superou R$ 62 bilhões, mais de 20% acima do registrado no mesmo período de 2010, quando atingiu R$ 51,2 bilhões. Para 2012 o sistema espera um crescimento entre 7% e 9%.
O setor de automóveis foi o maior responsável pelo crescimento, representando 84,8% dos novos participantes. Em segundo lugar destaca-se o setor de imóveis, com 612,3 mil novos consorciados.
As contemplações, momento em que os consorciados têm a oportunidade de realizar seu objetivo, somaram 898,8 mil, de janeiro a outubro de 2011. Em relação aos dez meses de 2010, o acumulado foi 10,6%, bem acima das 812,5 mil anteriores.
Para Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios ABAC, “os números demonstram que o consumidor tem encontrado no consórcio uma forma inteligente de poupar, com objetivo definido. Ao participar de um grupo, o consorciado torna-se poupador, comprometido com o pagamento das parcelas mensais e podendo ser contemplado por sorteio ou lance. Com o crédito em mãos, passa a ter o poder de compra à vista. Nesse perfil de negócio, o consórcio torna-se a melhor opção. Isso tem feito com que o Sistema cresça gradativamente e de forma consolidada”.
Fonte: ABAC

Consórcios podem ser alternativa para conseguir a casa própria

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

casa

Com aspecto de poupança obrigatória, o sistema de consórcio ajuda os adeptos a manterem uma disciplina em relação ao investimento e controle de gastos. Sistema popular entre aqueles que não têm tanta pressa em adquirir um determinado bem, os consórcios podem ser alternativa para a compra, construção ou reforma de imóveis.

De acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), a alta de 15,7% nas adesões ao produto no acumulado do ano, aliada ao crescimento de quase 20% no tíquete médio, comprovam o interesse do consumidor.

A carta de crédito para um consórcio é concedida por empresas administradoras – como o Consórcio Breitkopf – que formam grupos de consorciados, que contribuem mensalmente para a formação de uma poupança comum. De acordo com o regulamento do grupo, a cada mês, entre dois e quatro cotistas são contemplados com a carta de crédito.

A Abac afirma que o sistema é vantajoso justamente por se tratar de uma poupança obrigatória. A entidade recomenda o sistema para quem já vive em casa própria e, sem a pressa de sair do aluguel, pode optar pela ferramenta como forma de se disciplinar para comprar o segundo imóvel.

Novo recorde de vendas de consórcios: 1,69 milhão de novas cotas em 2011

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

crescimento

O ritmo de crescimento do Sistema de Consórcios nos oito primeiros meses deste ano mostrou que o consumidor está financeiramente mais informado. Se a aquisição do veículo, imóvel, eletroeletrônico ou serviço não precisa ocorrer imediatamente, o consórcio se constitui numa das melhores opções à disposição do consumidor.

Com custos menores, a parcela mensal do consórcio transforma-se num compromisso financeiro de médio e longo prazos bastante adequado ao orçamento pessoal, familiar ou empresarial. De janeiro a agosto de 2011, o acumulado de novas adesões ao Sistema de Consórcios somou 1,69 milhão de cotas (recorde histórico), 23,4% maior que o totalizado no mesmo período de 2010, quando atingiu 1,37 milhão.

“A confiança nos consórcios e o entendimento de que, por seu intermédio, o brasileiro pode planejar o futuro, formando ou ampliando seu patrimônio pessoal, familiar ou empresarial, são as principais razões desse constante crescimento, maior que os resultados de anos anteriores”, explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios).

Em agosto, os participantes ativos chegaram a 4,38 milhões, 10,6% maior que os 3,96 milhões apontados em 2010. As contemplações acumuladas nos oito primeiros meses também apresentaram crescimento. Este ano totalizaram 709 mil (jan-ago/2011), 9,3% mais que as 648,7 mil (jan-ago/2010) anteriores.

Novas regras garantem maior transparência dos Sistemas de Consórcios

terça-feira, 18 de outubro de 2011

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No mês de setembro, o Banco Central aprimorou as regras de transparência no relacionamento entre administradoras de consórcios e consorciados. A iniciativa tem por objetivo facilitar a comparação de custos e, assegurar ao consumidor melhores condições na hora de escolher qual consórcio aderir.

A partir de agora, as empresas têm obrigação de divulgar os custos da participação em grupos de consórcios em taxa percentual, calculada sobre o valor do crédito, que contemple, no mínimo:

a) a taxa de administração;

b) a taxa de fundo de reserva, constituído para cobrir despesas de responsabilidade do grupo de consórcio, se houver,

c) o percentual correspondente ao seguro, se houver.

Assim, as informações sobre os custos de participação em grupos de consórcio, seguirão um padrão, facilitando o entendimento dos consumidores. O Banco Central proibiu ainda cobranças pela emissão de boletos, carnês e afins para pagamento das obrigações financeiras das operações de consórcio, em razão de revogação anterior.

Atendendo a solicitação da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), da qual o Consórcio Breitkopf faz parte, a nova medida adequou também o procedimento de substituição do bem referenciado em contrato, quando há descontinuidade de produção. A norma passa a valer para consórcios do setor de automóveis, caminhões, motocicletas e máquinas.

Para Paulo Roberto Rossi, presidente da ABAC, “as novas medidas estão em sintonia com as recomendações e ações constantes da entidade frente à transparência que deve existir no Sistema de Consórcios. Atitudes atuais somadas aos novos procedimentos contribuirão para maior aperfeiçoamento e para ampliação da credibilidade do mecanismo.”

Com registro de crescimento gradativo nos últimos meses, o Sistema de Consórcios utiliza-se do preceito de autofinanciamento, dispensando dinheiro público. Sendo assim, o segmento não gera impacto inflacionário já que, por ser mecanismo regulador de demanda, torna a venda futura planejada e segura. Ao promover o consumo responsável, estimula a poupança com objetivo definido, permite a melhoria do planejamento e, também, da educação financeira junto ao consumidor.

Fonte: Abac

ABAC promove consumo responsável através de campanha nacional

terça-feira, 18 de outubro de 2011

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Em busca de um consumo responsável dos consumidores, a ABAC (Associação Brasileira de Administradores de Consórcios) está realizando a campanha “Com consórcio não há crise”.

Veiculada nos principais jornais do país, os anúncios mostram que o Sistema de Consórcios tem papel fundamental na vida dos brasileiros e contribui para o desenvolvimento da economia em diversos setores.

A ABAC salienta ainda a crescente participação dos consórcios na estabilidade e no crescimento dos setores onde o mecanismo está presente, na indústria, comércio e serviços. O texto lembra que a casa própria, o carro da família, motos, caminhões, máquinas agrícolas, eletroeletrônicos, viagens, festas e os mais variados serviços, podem ser consumidos de forma programada, segura e com baixo custo, por meio do consórcio.

Para Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Associação, o objetivo da veiculação do anúncio é mostrar que o Brasil tem um sistema cem por cento nacional, com quase 50 anos de existência, que conseguiu vencer todos os planos econômicos. O Consórcio brasileiro está presente na qualidade de vida do brasileiro e no crescimento dos segmentos automobilísticos, imobiliário, eletroeletrônico e, mais recentemente, nos serviços.

Fonte: Abac

Vantagens do Consórcio de Imóveis é responsável por crescimento do setor

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

materia03_01Devido a vantagens como não pagar juros, parcelar cem por cento do valor do bem, utilizar o saldo do FGTS no negócio, o consórcio de imóveis – um dos serviços oferecidos pela Breitkopf – registrou aumento na demanda em 2011.

Só no ano passado, o consórcios de imóveis obteve aumento de 8,8% que foi revertido em 205,6 mil novas unidades. Entre o fim de 2010 e início de 2011, 580 mil pessoas aderiram ao sistema. Já nos primeiros quatro meses desse ano, o setor registrou aumento de 13,85%. Esse registro significa a inserção de 4,32 milhões de pessoas no sitema de Consórcio.

Além das facilidades já citadas, os interessados podem ainda ofertar lance ou complementar o valor da carta de crédito, amortizar o saldo devedor e o pagamento de parte das parcelas, segundo o presidente do Conselho Nacional da Abac,  Fabiano Lopes Ferreira.

Somando os setores de imóveis, automotores, eletroeletrônicos e serviços, são 4,32 milhões de pessoas inseridas no sistema de Consórcios. O valor de investimento no ramo nos cinco primeiros meses desse ano já somam R$ 32 bilhões.

Com a qualidade que o grupo apresenta em todos os seus segmentos, A Breitkopf também oferece a linha de consórcio de imóveis entre os produtos do seu portfólio. A empresa tem matriz em Blumenau e filiais nas cidades de Itajaí, Brusque, Balneário Camboriú, Jaraguá do Sul e Joinville. Também contamos com representantes nas cidades de Gaspar, Florianópolis, Chapecó, Timbó, Indaial,  Presidente Getúlio, Ibirama, Barra Velha, Brusque, Atalanta, Luiz Alves e Massaranduba.

Fonte: Abac

Consórcios cresceram 40% no primeiro quadrimestre do ano

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Consórcios cresceram 40% no primeiro quadrimestre do ano

Ao se enquadrar dentro dos objetivos das autoridades monetárias em manter o nível de crescimento econômico projetado para 2011, o Sistema de Consórcios apresentou, nesse primeiro quadrimestre, resultados que confirmam o interesse do brasileiro em adquirir bens e serviços por meio de autofinanciamento e com baixo custo, gerando reflexos positivos para os diversos elos da cadeia produtiva. Com volume de negócios superior a R$ 25 bilhões nos quatro primeiros meses do ano, os consórcios cresceram quase 40%, quando comparados ao mesmo período de 2010 (R$ 17,9 bilhões).

Ao ser contemplado, o consorciado passa a ter o poder de compra à vista como se tivesse dinheiro no bolso, podendo negociar e adquirir com economia veículos, imóveis, eletroeletrônicos ou  serviços. O acumulado de negócios concretizados ampliam as participações do Sistema na comercialização dos produtos nos vários segmentos da economia.

Ao gerar empregos, permitir a programação da produção em razão de carteira de pré-venda e assegurar a continuidade das vendas e, assim, manter o nível da atividade econômica, os consórcios têm tido historicamente uma presença importante nos diversos setores em que atua – veículos automotores, eletroletrônicos e construção civil. A presença das contemplações, momento em que os consorciados podem realizar suas compras, que também mostrou alta no quadrimestre, impulsiona a economia.

Para Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), “o consórcio, um Sistema genuinamente brasileiro com quase 50 anos de existência, propicia a formação ou ampliação do patrimônio pessoal, familiar ou empresarial, sem necessidade de utilização de dinheiro público, pois é baseado no autofinanciamento”.

A venda totalizada de 834,4 mil novas cotas (jan-abr/2011) foi 28,2% maior que as 651 mil comercializadas no mesmo período de 2010.  O número de participantes ativos também cresceu. Subiu de 3,86 milhões (abril/2010) para 4,31 milhões, alta de 11,6%. As contemplações acumuladas mostraram elevação de 10,7%, crescendo de 318,6 mil (jan-abr/2010) para 352,6 mil (jan-abr/2011).

Fonte: Abac

Crescimento foi de 22% em 2010

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Crescimento foi de 22% em 2010

O ano de 2010 foi muito positivo para o Consórcio Breitkopf, que registrou um incremento de 22% nos negócios em relação a 2009. A maior fatia de crescimento ocorreu no segmento de automóveis, que correspondem à movimentação mais expressiva da empresa.

Esse resultado acompanha o balanço nacional do setor de consórcios. Segundo a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (ABAC), em 2010 o mercado cresceu 6,1% sobre o ano anterior, com 1,92 milhão de novas cotas, incluindo os segmentos de veículos automotivos (carros, utilitários, motos e caminhões), imóveis, eletroeletrônicos e serviços.

A maior média de crescimento no Brasil foi no segmento de veículos, com um índice de 21,4%. Em 2010 o setor de consórcios movimentou cerca de R$ 57 bilhões em todo o País.

Para 2011, a expectativa é ainda mais otimista, por conta da previsão de elevação nas taxas de juros, o que deve onerar as operações de financiamento, levando os consumidores a optarem pelo consórcio.

Consórcios devem ganhar mais de 2 milhões de novos adeptos em 2011

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Consórcios devem ganhar mais de 2 milhões de novos adeptos em 2011

Em 2011, o setor de consórcio deve ter crescimento de 7% a 10% nas vendas e somar 2,15 milhões de novos participantes, segundo estimativa da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios).

Dentre os mercados – de veículos automotores, imóveis, eletroeletrônicos e serviços -, o primeiro deve se destacar, sobretudo por conta dos veículos automotores leves (automóveis, camionetas e utilitários), que deve continuar crescendo, devido à entrada de novas marcas, estabilidade dos preços e oportunidade de utilização da contemplação nas promoções periódicas, além do apelo da mídia para a troca por um novo modelo ou compra de mais um carro.

No caso dos veículos pesados (caminhões, ônibus, tratores, semirreboques, implementos, entre outros), as vendas das cotas serão impulsionadas principalmente pelas grandes obras necessárias para a realização da Copa do Mundo e Olimpíada. Já as adesões aos consórcios para a compra de motocicletas, ao contrário do que ocorreu nos últimos três anos, deve retomar a tendência de alta, impactada especialmente pelo maior poder

aquisitivo da classe C, que deve comprar mais este tipo de veículo, por conta do deslocamento rápido e fácil e pela capacidade de substituir as deficiências do transporte urbano de passageiros.

Imóveis, eletros e serviços Ainda de acordo com a Abac, no próximo ano, o consórcio deve atrair mais adeptos interessados na compra da casa própria, com destaque para

integrantes das classes C e D. Isso porque, segundo análise da associação, ao se considerar o mesmo ritmo de investimento nos próximos dois anos, projeta-se escassez de recursos, com a elevação do custo do dinheiro, o que atrairá as pessoas para os consórcios.

No que diz respeito à aquisição de cotas para a compra de eletroeletrônicos e outros bens duráveis e serviços, a Abac prevê uma redução no número de participantes no primeiro caso, devido, sobretudo, ao maior valor médio da cota, e uma expansão no segundo, por conta da imaturidade deste tipo de consórcio, levando o mercado a buscar consolidação em nichos e mercados específicos.

Fonte: InfoMoney

Automóveis e imóveis puxam alta em adesão a consórcio

terça-feira, 27 de abril de 2010

Automóveis e imóveis puxam alta em adesão a consórcio

A comercialização de consórcios de automóveis e de imóveis bateu recorde nos meses de janeiro e fevereiro e puxou as vendas do setor. O volume total de negócios somou R$ 8,6 bilhões no primeiro bimestre, um crescimento de 43,3% em comparação ao mesmo período de 2009, segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 5, pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac).

Nos imóveis, o crescimento das vendas de novas cotas foi de 46,4%. O volume saltou de 25 mil cotas para 36,6 mil novas cotas na comparação dos bimestres. A Abac atribui o aumento das vendas à possibilidade de usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para amortizar as parcelas, liberado pela Caixa no dia 18 de março.

O segmento de imóveis fechou fevereiro com 539 mil consorciados ativos. Já nos automóveis, a alta foi de 38,7%, passando de 56 mil cotas vendidas para 77,7 mil. Nas motos, o maior segmento dentro do setor, a comercialização registrou queda de 1,8% no mesmo período, para 177,7 mil novas unidades vendidas.

Considerando todos os segmentos (veículos, motos, imóveis, eletroeletrônicos e serviços), o setor de consórcios atingiu a marca de 3,8 milhões de participantes ativos em fevereiro, expansão de 5,5% ante o mesmo mês do ano passado.

A comercialização de novas cotas registrou aumento de 8,9%, para 311,8 mil. O segmento de eletroeletrônicos registrou baixa de 28,3% no bimestre, de 18,4 mil para 13,2 mil unidades. A queda é reflexo da forte competição das redes de varejo, que aumentaram os prazos de financiamento desses produtos e as vendas parceladas sem juros no cartão de crédito. Os consórcios de serviços, que foram criados pela nova legislação do setor de consórcios que entrou em vigor no começo do ano passado, tiveram aumento de 9,5% nas vendas, passando de 4,2 mil para 4,6 mil participantes ativos.

O valor médio das cotas terminou fevereiro em R$ 7,6 mil. Com os consórcios de serviços, é possível usar o valor da carta de crédito para os mais diversos fins, como pagamento de cirurgia plástica, dentista, viagem, festa de casamento e tratamento estético. As contemplações somaram 600 pessoas. No mesmo período, 1.100 consumidores fizeram adesão a um consórcio de serviços.

A comercialização de consórcios de automóveis e de imóveis totalizou R$ 8,6 bilhões no primeiro bimestre, compondo um crescimento de 43,3% em comparação ao ano passado.

Fonte: DCI