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Como economizar dinheiro no supermercado

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

 

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Saiba que nestes estabelecimentos nada é por acaso na disposição dos produtos, ou seja, cada prateleira ou setor está no lugar certo para estimular a circulação das pessoas e o convencimento de compra por impulso. Quem nunca entrou no supermercado somente para comprar pão, mas no caminho até a padaria encheu a cestinha com vários itens que não precisava? Ou ainda, mesmo com uma lista de compras na mão acabou atraído a levar vários produtos além?

 

Se a intenção é manter o controle do orçamento doméstico, as idas ao supermercado precisam levar em conta estas dicas:

 

  1. Estabeleça um limite de gastos por semana, quinzena ou mês. Como estímulo, planeje o que fazer com o dinheiro economizado e presentei-se com uma viagem, roupas novas ou uma poupança para imprevistos.
  2. Faça sempre uma lista de compras estabelecendo o que é essencial e o que pode ser deixado para trás caso o limite de gastos fique ameaçado. O ideal é ter uma calculadora ou utilizar algum aplicativo em seu celular, para anotar o que já pegou e os valores.
  3. Procure se ater rigorosamente aos itens que estão na lista, resistindo aos encantos das promoções e do marketing das marcas e dos supermercados.
  4. Observe os preços e compare-os, tanto em relação a marcas concorrentes como aos verificados na última compra e até com os de estabelecimentos concorrentes. Se um produto subiu muito repentinamente procure substituir por outra marca ou outro produto. Isso acontece frequentemente com as frutas, legumes e verduras, que estão sujeitas às safras e condições climáticas.
  5. De nada adianta comprar barato e deixar que o produto se estrague no armário sem ser consumido. Evite o desperdício diminuindo a quantidade do que compra. Tenha por hábito fazer uma arrumação nos mantimentos a cada 15 dias para verificar o que tem em estoque e o que precisa ser consumido brevemente.
  6. Elaborar um cardápio semanal pode ser uma opção para programar o consumo do que já tem em casa e as compras que precisam ser feitas. Assim, você terá sempre alimentos frescos e uma alimentação saudável e diversificada.
  7. Em produtos com prazo de validade mais longa considere comprar embalagens econômicas, que são maiores e mais baratas. Para certificar-se de que compensa, compare o valor por peso, dose ou unidade.
  8. Finalmente, a dica de ouro é evitar entrar no supermercado com fome, pois a tendência é de comprar mais do que o necessário. Quanto às crianças, se optar por levá-las junto às compras aproveite para falar com elas sobre as limitações financeiras e o desperdício. É uma boa oportunidade para educá-las quanto ao consumo consciente e uma alimentação mais saudável.

Autonomia financeira

sexta-feira, 21 de julho de 2017

 

Aprenda a utilizar o dinheiro de forma consciente

Aprenda a utilizar o dinheiro de forma consciente

 

Segundo dados fornecidos pela Federação de Comércio de São Paulo, atualmente 63% das famílias moradoras das capitais brasileiras estão endividadas.  Este cenário destaca a necessidade de fornecer às crianças desde cedo, o conhecimento para utilizar o dinheiro de forma consciente. Mas como ensinar? O que devemos fazer para que nossos filhos se tornem pessoas com total autonomia sobre seus gastos?

Fazer as crianças participarem do processo
Leve seus filhos às feiras e supermercados. Faça-os entenderem o valor de cada item e quanto é importante economizar. Procure também incentivá-los a brincar com jogos de tabuleiro e outras brincadeiras que possam contribuir para educação financeira enquanto se divertem.

Use a mesada de forma correta
Muitos pais ficam com certo receio de fornecer uma mesada aos filhos. Mas essa é uma das melhores formas de fazê-los entenderem a importância do dinheiro. Procure estabelecer um valor fixo e em hipótese alguma forneça algum valor extra, caso eles acabem com o dinheiro antes do fim do mês.  Dessa forma, eles aprenderão a ter controle sobre seus gastos.

Incentive-os a poupar
Mostre às crianças todas as vantagens de saber poupar o seu dinheiro. Se seu filho vier ter aquela conversa para pedir um presente caro, mostre que com um planejamento da própria mesada ele vai conseguir comprar aquilo que deseja.

 

CONTRAMÃO DA ECONOMIA, CONSÓRCIOS FECHAM 2015 EM ALTA DE 13,9%

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

PAUTA 3

Com crescimento de mais de 40%, imóveis lideraram as adesões aos consórcios, enquanto serviços, veículos leves e pesados superaram os 10% no ano passado

 Ao fechar os dados relativos a 2015, o Sistema de Consórcios registrou crescimento de 13,9% em negócios realizados sobre 2014. Apesar das dificuldades econômicas, a modalidade genuinamente brasileira revelou-se importante para manutenção dos objetivos de consumidores, famílias e empresas.

Com R$ 89,61 bilhões totalizados em dezembro último, acima dos R$ 78,68 bilhões de um ano antes, os consórcios estiveram na contramão da economia durante os doze meses. “Ao demonstrar maturidade para enfrentar a crise motivada pela inflação crescente, alta taxa de juros, além da pouca confiança e aumento nos índices de desemprego”, explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, “parcela significativa dos consumidores, depois de rever e ajustar seus orçamentos mensais continuou assumindo compromissos financeiros mais coerentes com o momento, sempre levando em conta disponibilidade e responsabilidade de consumo”.

De janeiro a dezembro do ano passado, o acumulado das novas adesões atingiu 2,40 milhões, 2,1% mais que 2,35 milhões do mesmo período de 2014. Pesquisa realizada no final do ano passado pela Quorum Brasil, por solicitação da ABAC, mostrou que, uma das principais características que viabilizaram entradas de novos consorciados no Sistema foi o planejamento. Entre os entrevistados, 69% dos pesquisados confirmaram ter decidido seu futuro programando a adesão, depois de analisar e comparar as oportunidades.

Com 7,17 milhões de consorciados ativos contabilizados no fechamento do balanço anual, 1,4% mais que os 7,07 milhões de dezembro de 2014, o Sistema de Consórcios confirmou poder ser boa opção para os que, cientes da essência da educação financeira, desejem manter seu nível de qualidade de vida, adquirindo bens ou contratando serviços, sem endividamentos em compromissos de longo prazo.

O perfil do participante do Sistema de Consórcios, de acordo com aquele levantamento feito pela Quorum Brasil, apontou, entre 1.100 entrevistas feitas com consorciados, predominância da classe C com 44%, seguida pelas B e D com 26% e 23%, respectivamente. A classe A somou 7%, dentro da definição do IBGE (gráfico a seguir).

Fonte: Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC)

Os benefícios do consórcio para a economia do País

terça-feira, 29 de setembro de 2015

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O Sistema de Consórcios tornou-se uma boa alternativa para o acesso ao mercado de consumo de imóveis, carros e outros produtos e serviços. Este mecanismo tem se sobressaído e atingido ótimos números, movimentando a economia e contribuindo para minimizar os atuais desafios econômicos do País. Na contramão do ritmo da economia brasileira, os sete primeiros meses deste ano  apontaram um crescimento de 17,6% no setor de veículos leves, comparado com o mesmo período do ano passado, ou seja, foram comercializados 551,5 mil novas cotas de consórcio.  Já no segmento de imóveis, o salto foi ainda maior, com 50,3% de aumento sobre o mesmo período de 2014, com a venda de 135,9 mil novas cotas.

Confira as dicas da ABAC sobre os 6 benefícios do consórcio para a economia do Brasil:

1) O consórcio estimula vendas em vários setores econômicos

Por ser um mecanismo que facilita o acesso do consumidor ao mercado, o consórcio ajuda diversos setores da economia a se desenvolver. O raciocínio é o seguinte: quanto mais consorciados tiver o Sistema, mais pessoas com poder de compra tem o País, o que ajuda a estimular o crescimento da indústria, do comércio e de serviços.

2) Não causa inflação

Como o consórcio é uma compra planejada, a indústria também pode planejar a entrega de bens e, assim, ela pode fazer programação da sua produção para gerar a continuidade das vendas. Com essa programação de “entrega de bens futura” a indústria consegue otimizar custos junto aos seus fornecedores, sem gerar inflação.

3) Gera milhares de empregos

Direta ou indiretamente, o Sistema de Consórcios gera milhares de empregos e presta importante contribuição ao desenvolvimento dos setores industrial, comercial e de prestação de serviços do País.

4) Viabiliza a política inclusiva

No Sistema de Consórcios, existe grande diversidade de planos, o que possibilita a aquisição de bens e serviços de valores variados a consumidores de todas as classes sociais, propagando cada vez mais uma política inclusiva no Brasil, isto é, da qual toda a população pode ter acesso.

5) Não utiliza dinheiro público

Por se tratar de uma modalidade de autofinanciamento, ou seja, em que os próprios participantes constroem sua própria poupança e a do grupo, o Sistema de Consórcios dispensa a utilização de dinheiro público, já que os consumidores se financiam e se concedem crédito mutuamente.

6) Promove o consumo equilibrado

Como o planejamento da compra é a essência do mecanismo, o Sistema incentiva o consumo equilibrado e planejado, mesmo em meio a crises econômicas. Ou seja, com o consórcio, haverá sempre pessoas planejando e comprando bens ou contratando serviços, o que auxilia na estabilidade dos setores envolvidos. Vale destacar ainda que o consórcio estimula a compra consciente e planejada por parte dos consumidores, o que é bastante positivo para o bolso da população e a saúde da economia nacional.

Fonte:  Dicas da ABAC , publicado em 22/09/2015 as 9:01H

Crescimento dos consórcios impulsiona setores da economia

terça-feira, 24 de março de 2015

Crescimento-dos-consórcios-impulsiona-setores-da-economia

A modalidade de consórcio tem tido muitos motivos para comemorar nos últimos anos, considerando que o setor vem fechando seus balanços anuais com saldos positivos e crescimento significativo. No ano passado, o mercado registrou número recorde na sua história: 6,18 milhões de participantes ativos, num crescimento de 7,7% em relação a 2013. Não é só o setor de consórcios que é beneficiado com esse crescimento. Em 2014, 1,36 milhão de consorciados tiveram suas cotas contempladas, num aumento de 7,9% se comparado ao ano anterior. E isso gerou movimentação significativa de valores também em outros setores da economia, como a construção civil e o automotivo, principais destinos das cartas de consórcio contempladas. Somente entre os automóveis, os consórcios tiveram um aumento de 10,2% na participação, saindo dos 2,35 milhões registrados em 2013 e atingindo 2,59 milhões. Como principais vantagens dos consórcios apontadas pelo consumidor, de acordo com pesquisa de demanda da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio (ABAC), estão o baixo custo, parcelas acessíveis e prazos mais longos, possibilitando a compra, de forma planejada, segura e sem juros.

Fonte: EsHoje

Consórcio é opção para poupar

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Segundo pesquisa encomendada pela Abac e realizada nos primeiros dois meses deste ano, o brasileiro participante de consórcios vê a modalidade como uma forma de poupança e de formação de patrimônio.

Com 654 entrevistados, consorciados de grupos em andamento, o estudo aponta que 23% o consideram um investimento em longo prazo e 29%, uma forma de adquirir um bem. Em relação aos resultados do levantamento anterior (2006), 73% foram de citações positivas nesta apuração contra 63% antes.

Entre as razões apontadas para a maior intenção de compra de uma cota estão as parcelas mais acessíveis (25%), juros mais baixos (17%), rapidez na entrega do bem (7%) e preço final mais baixo (5%).

Expectativa otimista no setor

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Sob esta nova perspectiva do mercado financeiro e instabilidade econômica, a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) aposta num crescimento de 5% nas vendas do setor em comparação com o ano passado. Em 2007 o mercado nacional de consórcios faturou R$ 18 bilhões.

Somente no segmento de automóveis – carro-chefe do Consórcio Breitkopf – o crescimento das vendas em 2008 mantém-se à média de 2,9% sobre o exercício anterior. Em todo o Brasil são 2,84 milhões de consorciados ativos, realizando, a cada nova cota paga, o sonho de adquirir automóveis, camionetas, utilitários, caminhões, semi-reboques, ônibus, tratores e motos.

Na mesma comparação da ABAC, o crescimento no número de novas cotas de consórcio foi de 1,5% este ano, porém, com destaque para o nicho de automóveis, utilitários e camionetas, que ampliaram em 8,7% as vendas de novas cotas – o melhor resultado nos últimos três anos.

Já no setor de transporte pesado – termômetro da economia – houve um crescimento significativo de 56,3% este ano em novas cotas de consórcio, acumulando mais de 147 mil participantes neste segmento.