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Casa na praia: Consórcio ajuda a realizar esse sonho

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

praia

O sonho da casa na praia faz parte da maioria da população brasileira. Uma opção de passar as férias ou alugar na alta temporada, esse tipo de imóvel deixou de ser artigo de luxo para poucos. Através do sistema de consórcio, o sonho da casa na praia ficou mais acessível.
De acordo com o levantamento feito pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), o número de participantes dos consórcios de imóveis subiu 6,4% em outubro de 2011, em relação ao mesmo mês de 2010, passando de 575,5 mil para 612,3 mil.

O motivo da procura pelo serviço para aquisição do imóvel no litoral se dá, principalmente, devido à flexibilidade do investimento. Podendo escolher como investir a carta de crédito, o cliente pode optar por comprar só o terreno  ou a casa/apartamento prontos.

O consórcio funciona da seguinte maneira: ao adquirir uma cota, o consorciado paga parcelas que formam uma ‘poupança do grupo’. Esse dinheiro é utilizado mensalmente para contemplar os consorciados por sorteio ou lance. Assim, o participante concorre todos os meses ao crédito para adquirir seu bem antes de terminar de quitar as parcelas.
Uma outra possibilidade do consórcio, que o torna mais atraente, é que pode funcionar como uma espécie de previdência privada, ou seja é possível utilizar a carta de crédito para a compra de imóveis que vão garantir uma renda extra na aposentadoria.

Consórcio imobiliário tem alta de 3,2%

terça-feira, 23 de junho de 2009

O consórcio de imóveis bateu o recorde de clientes em março deste ano, chegando a uma carteira de contratos vigentes de 518 mil pessoas. O crescimento é de 7,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

No terceiro mês deste ano foram comercializadas 22.320 novas cotas, somando 47,4 mil no trimestre, 3,2% a mais do que no primeiro trimestre de 2008.

Com a queda dos juros do crédito habitacional anunciada recentemente pelos bancos, a vantagem do consórcio sobre o financiamento para a compra da casa própria está diminuindo. “A diferença vem caindo. Porém, em termos monetários o consórcio ainda é mais barato do que os financiamentos”, afirma Miguel de Oliveira, economista da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

O presidente regional da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), Luiz Fernando Savian, explica que as duas modalidades não são concorrentes diretas. “O consórcio é para o consumidor que se planeja, funciona como um investimento. Já o financiamento é para quem quer sair de um aluguel, por exemplo”, diz.

O consórcio ainda é mais vantajoso financeiramente. Contudo, o consumidor paga para depois receber a carta de crédito e poder fazer a compra. Ou espera ser sorteado durante o pagamento das parcelas. Há também a possibilidade de dar o lance, que varia entre 30% a 50% do valor do imóvel para poder abater no contrato e receber as chaves.

Crise e divulgação

O crescimento das vendas de cotas de consórcio em março é resultado direto de uma campanha realizada pela Abac para divulgar a modalidade. O setor também saiu ganhando com a crise econômica internacional.

“Desde setembro estamos registrando um crescimento nas vendas, pois a limitação de crédito para outras modalidades fez com que muitos consumidores nos procurassem”, conta Savian. De acordo com ele, a expectativa para este ano é de crescimento de até 8% da carteira de consorciados.

Fonte: Jornal da Tarde

Consórcio é opção para poupar

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Segundo pesquisa encomendada pela Abac e realizada nos primeiros dois meses deste ano, o brasileiro participante de consórcios vê a modalidade como uma forma de poupança e de formação de patrimônio.

Com 654 entrevistados, consorciados de grupos em andamento, o estudo aponta que 23% o consideram um investimento em longo prazo e 29%, uma forma de adquirir um bem. Em relação aos resultados do levantamento anterior (2006), 73% foram de citações positivas nesta apuração contra 63% antes.

Entre as razões apontadas para a maior intenção de compra de uma cota estão as parcelas mais acessíveis (25%), juros mais baixos (17%), rapidez na entrega do bem (7%) e preço final mais baixo (5%).