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Cheque especial, um dos créditos mais caros do País, tem novas regras

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

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O cheque especial está entre as taxas de juros mais pesadas do sistema financeiro, com mais de 300% ao ano, de acordo com dados do Banco Central. Ainda assim, em muitos casos é uma das tentações do sistema financeiro para correntistas. Com a vigência das novas regras, os bancos estão oferecendo medidas de socorro para quem está endividado com o cheque especial, entre elas, o parcelamento do saldo devedor.

A ideia é permitir a transferência da dívida para linhas de crédito com juros menores e facilitar a quitação do débito. Pelas novas regras, os bancos se obrigam a alertar o correntista assim que ele entrar no cheque especial; oferecer opção de crédito mais barato para quem usar mais de 15% do limite por mais de 30 dias; se o cliente não concordar, o banco precisa fazer novas tentativas a cada 30 dias; o limite do cheque especial tem que ser informado de forma clara e separado no extrato bancário, para que o correntista não confunda com o dinheiro que realmente tem na conta corrente.

O Procon recomenda que o cheque especial seja, sempre, a última saída. O valor pago em juros por utilizar o cheque especial poderia ser investido em um consórcio, por exemplo. Se você souber resistir a este crédito que o banco lhe oferece, que é como se fosse um empréstimo pré-aprovado pra você usar a qualquer momento, poderá investir melhor seu dinheiro e fazer uma economia real.

 

Fonte ABAC

Utilização do consórcio para comprar sua moto

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Aumento dos juros, restrição de crédito e inadimplência. Estes são alguns dos desafios enfrentados por quem adquire uma moto, principalmente quando as parcelas começam a sobrecarregar o orçamento. Nesse sentido, o consórcio pode ser uma solução eficaz para quem deseja adquirir uma moto, sem contar com a flexibilidade do crédito, que permite comprar motos novas ou seminovas, da marca ou modelo que mais necessitar. A modalidade de compra acaba sendo uma forma de economizar, formar poupança e realizar o seu sonho.

Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o consórcio de motos vem alcançando resultados positivos em relação ao mercado. No primeiro semestre deste ano, foram contemplados 347.625 consorciados (o que corresponde a R$ 4,25 bilhões disponibilizados para a compra dos veículos), enquanto o total de motos emplacadas no País foi de 469.581 unidades.

O consórcio acaba sendo uma forma de economizar, formar poupança e realizar o seu sonho

Frente à da diversidade de prazos para pagamento e parcelamento integral sem juros, o consórcio ainda pode ser a sua melhor alternativa para investir, uma vez que as parcelas mensais formam um fundo comum, destinado para a compra do bem com segurança e tranquilidade.

De acordo com a ABAC, o consórcio de motos é o segundo maior do sistema em participantes ativos: são 2,65 milhões de consorciados apenas neste segmento (junho/2016). No primeiro semestre, foram comercializadas 446.650 mil cotas, com valor médio de R$ 7,8 mil, o que corresponde a um total comercializado de R$ 3,5 bilhões.

Graças ao consórcio, são disponibilizados mais de R$ 500 milhões ao mercado a cada mês para que consumidores de todo o Brasil possam adquirir sua moto para trabalhar ou passear. É o consórcio aquecendo a economia do País.

O consórcio como alternativa diante dos financiamentos com juros altos

sexta-feira, 31 de julho de 2015

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Frente ao atual cenário, com o retorno da alta dos juros, o consórcio volta a ser uma ótima opção para a aquisição de veículos ou imóveis. O produto é uma opção rentável e segura. Ao optar pela compra de cotas de consórcios, há a possibilidade de usufruir das melhores condições financeiras do mercado, considerando que o preço final do produto, comparando-se aos financiamentos tradicionais, acaba ficando bem abaixo.

Segundo informações da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), entre as diversas características e vantagens do Sistema de Consórcios estão os prazos longos de pagamento, ausência de juros, custos finais menores, e, ao adquirir o bem, a possibilidade de uso de até 10% do valor do crédito para despesas com transferência de propriedade , bem como pagamento de tributos e seguro, entre outras.

O gerente de vendas do Consórcio Breitkopf, Sidney Cardoso da Silva, afirma que ao optar pelo consórcio, em primeiro lugar, deve ser considerada a segurança de estar investindo em uma empresa conhecida, com tradição, e, acima de tudo, que garanta o seu investimento. “A grande vantagem em aderir a um consórcio é o fato de não ter juros altos, pois no consórcio existe apenas uma pequena taxa de administração, a qual é diluída em todo o plano escolhido pelo cliente”, conta.

De acordo com o gerente, com o Consórcio Breitkopf, além da vantagem de não ter juros, existem os benefícios dos lances livres, com a possibilidade de utilizar e descontar do próprio crédito.

 

Vendas de veículos por consórcio crescem no Brasil

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Prestação mais baixa, ausência de taxas de juros e possibilidade de se programar para adquirir um bem são as principais vantagens que impulsionam o bom desempenho do consórcio.

Para fugir do transporte público de má qualidade, muita gente acaba apostando no consórcio de veículos. O mais procurado é o de moto. O principal atrativo é a prestação, que é mais baixa do que financiar pelo banco. É por isso que o consórcio está firme e forte, registrando, inclusive, crescimento nas vendas.

Ao todo, 4,86 milhões de consumidores pagam algum tipo de consórcio hoje no Brasil. Mais de 80 mil novos contratos foram feitos entre janeiro e abril de 2012. Um incremento de 4,6% em relação ao mesmo período de 2011. O plano mais procurado é o de motos, seguido do de carros e de imóveis.

Quem faz um consórcio normalmente paga prestações mais baixas do que se pegasse um financiamento bancário. Mas não pode ter pressa. O consumidor pode ter que esperar anos até ter o bem desejado. No caso dos automóveis, o prazo médio é de sete anos, de acordo com a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (ABAC).

O consumidor até pode tirar o carro antes, se for sorteado ou der um lance, além da prestação. O economista Carlos Eduardo de Freitas diz que com a inflação em crescimento e juros da poupança em queda, o consórcio passa a ser mais atrativo, mas lembra que é preciso ter alguns cuidados: antes de decidir por uma cota de consórcio é bom checar se a empresa está autorizada a funcionar. Esta informação está disponível no site do Banco Central.

“2010 foi um ótimo ano para o Consórcio Breitkopf”

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Consórcio Breitkopf comemora resultados positivos de 2010

As expectativas de faturamento para o Consórcio Breitkopf são as melhores em 2011. A administradora deve continuar a colher frutos dos investimentos realizados nos últimos anos. Em 2010, o Consórcio Breitkopf expandiu seu atendimento em diversas cidades, como Chapecó, Videira, Florianópolis, Joinville e Curitiba, por meio da parceria com várias empresas. Em entrevista ao blog do Consórcio Breitkopf, o diretor-comercial, Alfredo Breitkopf, fala do mercado de consórcios para este ano e como deve influenciar a administradora.

Você pode fazer um balanço de como foi o ano de 2010 para o Consórcio Breitkopf?

Foi uma ano muito positivo. Em 2010, o Consórcio Breitkopf expandiu seu atendimento com a abertura de novos pontos em diversas regiões de Santa Catarina e Paraná, através de parcerias com várias empresas. Também passou a oferecer uma nova opção aos clientes da região: o consórcio imobiliário. A conexão com o mercado levou a empresa a investir no fortalecimento dos seus próprios pontos de vendas, por meio de treinamento e aumento dos efetivos. O forte investimento nas diversas mídias também ajudou a fazer de 2010 um ótimo ano para a empresa.

Quais as expectativas de crescimento de vendas para o Consórcio Breitkopf em 2011?

Temos grandes expectativas para 2011. Para o Consórcio Breitkopf, 2010 foi um ano de propor e firmar ações, que com certeza irão se refletir neste ano, trazendo resultados muito positivos à empresa.

Qual é a expectativa para o mercado de consórcios no Brasil em 2011?

As expectativas para 2011 são as melhores. O consórcio tem atendido ao que o brasileiro tem procurado, analisando custo-benefício, comparando taxas ou juros cobrados e outras vantagens para se fazer um bom negócio, alcançando seus propósitos. Além disso, a modalidade se apresenta como uma excelente alternativa na viabilização de vários setores. Para o setor da construção civil, por exemplo, considerando-se o ritmo de investimos atuais, ocorrerá falta de créditos oriundo do FGTS, poupança, o que trará mais interessados em investir no consórcio.

Você pode deixar uma mensagem para os amigos e clientes do Consórcio Breitkopf?

Quero agradecer nossos clientes, amigos e colaboradores por estarmos juntos por mais um ano. Temos paixão pelo que fazemos e pelas pessoas que nos ajudam a construir esta história. Desejo, em nome da diretoria do Grupo Breitkopf, um 2011 repleto de boas realizações e que a luz da sabedoria ilumine a todos.

Fuja dos juros

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Fuja dos juros

Fim de ano é tempo de realizar sonhos. E um dos que não saem da cabeça dos brasileiros é a compra da casa própria. Se você faz parte do time que tem pavor de juros e gosta de saber exatamente quanto vai pagar por um bem, o consórcio é a melhor opção. Com ele, é possível não apenas comprar, mas reformar, ampliar e construir um imóvel. Sem falar na possibilidade de adquirir um terreno para erguer um lar sob medida para sua família.

Em linhas gerais, o consórcio é um sistema de compra parcelada e programada de um bem. O valor que seria pago à vista é dividido por um prazo determinado. Como várias pessoas pagam a parcela ao mesmo tempo, o dinheiro arrecadado pelo grupo é transformado mensalmente em uma ou mais cartas de crédito, entregues aos participantes por sorteio ou lance. O pagamento das parcelas só termina quando todos os consorciados recebem o crédito para comprar seu bem.

“A principal vantagem do consórcio é a total ausência de juros sobre as parcelas e sobre o saldo devedor”, explica Luiz Fernando Savian, presidente da regional São Paulo da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac). “O produto é ótimo principalmente para que não tem necessidade de adquirir um bem imediatamente ou não pode fazer isso à vista”. Enquadram-se nesse perfil pessoas que estão de olho em um segundo imóvel, pensam em ajudar os filhos a ter seu próprio teto, querem casar ou simplesmente gostam de investir no mercado imobiliário.

Até agosto, 529,5 mil brasileiros participam ativamente de algum consórcio imobiliário. Apesar de o produto ser acessível a todos os públicos, a maioria dos consorciados  pertencem as classes A e B. Um dado curioso: as mulheres já respondem por 40% da carteira e há um aumento expressivo do número de jovens entre 20 e 29 anos que decidem comprar a casa própria com a ajuda do produto. Segundo a Abac, o número praticamente duplicou, saltando de 8% para 15% nos últimos três anos. “É um sinal de que nossa juventude está preocupada com seu patrimônio”, analisa Savian. Hoje, o mercado de consórcios responde por cerca de 25% dos imóveis financiados no Brasil.

Fonte: Diário do Grande ABC

Consórcio imobiliário tem alta de 3,2%

terça-feira, 23 de junho de 2009

O consórcio de imóveis bateu o recorde de clientes em março deste ano, chegando a uma carteira de contratos vigentes de 518 mil pessoas. O crescimento é de 7,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

No terceiro mês deste ano foram comercializadas 22.320 novas cotas, somando 47,4 mil no trimestre, 3,2% a mais do que no primeiro trimestre de 2008.

Com a queda dos juros do crédito habitacional anunciada recentemente pelos bancos, a vantagem do consórcio sobre o financiamento para a compra da casa própria está diminuindo. “A diferença vem caindo. Porém, em termos monetários o consórcio ainda é mais barato do que os financiamentos”, afirma Miguel de Oliveira, economista da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

O presidente regional da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), Luiz Fernando Savian, explica que as duas modalidades não são concorrentes diretas. “O consórcio é para o consumidor que se planeja, funciona como um investimento. Já o financiamento é para quem quer sair de um aluguel, por exemplo”, diz.

O consórcio ainda é mais vantajoso financeiramente. Contudo, o consumidor paga para depois receber a carta de crédito e poder fazer a compra. Ou espera ser sorteado durante o pagamento das parcelas. Há também a possibilidade de dar o lance, que varia entre 30% a 50% do valor do imóvel para poder abater no contrato e receber as chaves.

Crise e divulgação

O crescimento das vendas de cotas de consórcio em março é resultado direto de uma campanha realizada pela Abac para divulgar a modalidade. O setor também saiu ganhando com a crise econômica internacional.

“Desde setembro estamos registrando um crescimento nas vendas, pois a limitação de crédito para outras modalidades fez com que muitos consumidores nos procurassem”, conta Savian. De acordo com ele, a expectativa para este ano é de crescimento de até 8% da carteira de consorciados.

Fonte: Jornal da Tarde

Beleza em suaves prestações

terça-feira, 23 de junho de 2009

Quem planeja ficar ainda mais bonito sem entrar no vermelho já pode contar com os benefícios do mercado de consórcios em serviços, que incluem cirurgia plástica e outras intervenções. O modelo não cobra juros, apenas correção anual pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) das parcelas e do montante da carta de crédito.

A nova lei do consórcio, que entrou em vigor em fevereiro, permite às administradoras comercializarem este tipo de produto. A contemplação acontece por sorteio ou lance. No consórcios de serviços, os consorciados têm direito a três tipos de contemplações mensais: por sorteio, lance livre ou lance fixo antecipando um determinado número de parcelas.

Sistema facilita cirurgia reparadora

A dermatologista Fábia Martins explica que o consórcio vai ajudar não só pessoas interessadas em fazer uma intervenção estética, mas àqueles que precisam de cirurgia reparadora. “É importante que a sociedade encare a estética como um campo da saúde médica”, ressalta.

Além da cirurgia, os consumidores também estão aproveitando a opção do consórcio com a intenção de investir em educação. “Quem tem um filho que vai ingressar na faculdade daqui a três anos consegue juntar o dinheiro e pagar as mensalidades antecipadas, com algum desconto”, afirma o presidente da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), Luis Fernando Savian.

Além dos cursos de pós-graduação, as viagens para o exterior também estão entre as opções preferidas daqueles que contrataram esse consórcio. Uma vantagem é poder mudar de ideia sobre o serviço que será adquirido. Assim, o cliente pode entrar com a ideia de comprar uma viagem, mas acabar usando a grana para decorar a casa.

Fontes: O Dia Online/ São Paulo Agora

Consórcios: cartas são dinheiro na mão

terça-feira, 23 de junho de 2009

O crédito mais escasso, por conta da crise financeira, tem levado muitos consumidores a trocar o tradicional financiamento bancário pelo consórcio. A alternativa tem sido escolhida principalmente por quem pretende comprar um carro novo. Somente nos dois primeiros meses deste ano, as vendas de cotas para o segmento aumentaram 25%, depois de quase três anos de estabilidade.

“Sem dúvida houve uma migração do crédito direto ao consumidor para o sistema de consórcio. Como trabalhamos com prazos mais longos, de até 100 meses, sem a cobrança de taxa de juros, muita gente começou a redescobrir as vantagens desse sistema”, diz o presidente do Conselho Nacional da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), Idevaldo Rubens Mamprim.

Novas regras

Somam-se a essas vantagens a atualização da legislação aplicável ao setor de consórcios (Lei nº 11.795, de 8 de outubro de 2008), aprovadas pelo Banco Central. Com as atualizações, desde fevereiro passado, é possível usar a carta de crédito de consórcio para quitar financiamentos em aberto em qualquer instituição financeira.

Em vez de taxa de juros, o consorciado paga pelo produto taxas de administração, atualmente entre 15% e 18%, de acordo com o presidente do conselho da Abac. “Só que essas taxas são referentes a todo o prazo de vigência do contrato. Se ele for de 72 meses, por exemplo, serão 18% diluídos por todo esse tempo”, conta. São 18% de taxas em seis anos, em uma cota de automóvel, contra 1% ao mês no financiamento tradicional.

No consórcio, o interessado tem que esperar ser sorteado para ter acesso ao dinheiro ou dar lance para conseguir antecipar sua vez. Mas, até nesse ponto, a nova legislação tem se mostrado favorável às empresas que atuam no setor e aos consorciados. “Antes os consórcios trabalhavam com duas contemplações mensais: uma por meio de sorteio, outra por lance. Só que a nova legislação permitiu um aumento nesse número”, explica.

Fonte: Diário do Comércio

Consórcios estão mais vantajosos

terça-feira, 28 de outubro de 2008

As recentes turbulências econômicas refletiram no mercado de bens duráveis, forçando a elevação das taxas de juros em financiamentos através de bancos e financeiras. Com isso, a modalidade de compra por consórcio está fortalecida no Brasil.

Os consórcios não têm a incidência de juros – apenas taxa de administração e reajustes de parcelas vinculados ao reajuste no valor real do bem. Por isso são considerados, no momento, a melhor opção para a aquisição de bens de alto valor agregado, como veículos e imóveis.

Especialistas em varejo apostam que a instabilidade no mercado financeiro irá manter as taxas de juros em alta. Isto porque o País terá que redirecionar o crédito antes disponível para o consumo a outras emergências, como financiar as exportações, por exemplo. Como o consórcio fica à margem da discussão sobre as taxas de juros, passa a ser a opção mais atrativa em longo prazo.

“O consórcio consolida-se como a melhor opção, sem o ônus dos juros, o que possibilitará a continuidade do bom desempenho da indústria automobilística no futuro”, garante o presidente da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), Rodolfo Montosa.