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Dicas Breitkopf

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

 

Como reduzir gastos com seu veículo

Como reduzir gastos com seu veículo

 

Se você já tem um carro ou pensa em comprar um, deve estar cansado de ouvir a frase “carro é como um filho”, não é mesmo? Pois é, feliz ou infelizmente essa é a mais pura verdade e é preciso estar ciente de que, mesmo com todos os benefícios e praticidades que um carro pode trazer, ele também é uma caixinha de gastos. Combustível, manutenção e documentação são alguns custos que formam o pacote de despesas que você precisa estar preparado para arcar. Entretanto, não se desespere. Sempre há um jeito de gastar menos e nós vamos te mostrar alguns macetes para você economizar com o seu veículo.

 Faça revisões periódicas no seu carro

Mesmo que essas manutenções custem um pouco, é melhor ter esses gastos programados do que ser pego de surpresa com algum defeito futuro no carro. Muitas vezes, não trocar o óleo ou deixar de realizar algum outro procedimento necessário, pode fazer com que o seu carro gaste mais combustível.

 Maneire no uso do ar-condicionado na cidade

Diferentemente do que muitas pessoas pensam, não é em qualquer situação que o ar-condicionado pode ser o vilão do alto consumo. Ao contrário disso, o seu uso não é indicado se o carro for andar na cidade, com velocidade baixa e brecando constantemente. Nessas situações, o ideal é andar com as janelas abertas. Agora, se você for pegar a estrada, a opção mais econômica é ligar o ar. Isso porque se o carro estiver a mais de 80 km/h, a velocidade dos ventos pode interferir em sua aerodinâmica, contribuindo para aumentar o consumo.

 Não se esqueça de calibrar os pneus

A boa conservação dos pneus pode influenciar muito no gasto de combustível. Quando eles estão descalibrados fazem com que o motor precise de mais força para funcionar. Por isso, veja as especificações de pressão correta descritas no manual e adeque a calibragem de acordo ao uso do carro na estrada ou na cidade.

 Leve no carro somente o que for necessário

Não precisa fazer dele uma extensão do seu armário ou da sua casa. Essa prática polui o ambiente visual do veículo, prejudica a segurança dos seus objetos (no caso de assalto ou situações parecidas) e, principalmente, aumenta o esforço do motor, potencializando o gasto de combustível.

 O seu jeito de dirigir influencia no desempenho do carro

Você também pode ser o causador de maior gasto no combustível do seu carro. Se ele for conduzido de maneira inadequada, você pode desgastar peças do veículo sem necessidade e fazer o motor se esforçar demais. Um exemplo é frear de maneira brusca, sem reduzir a velocidade gradativamente por meio das marchas.

 

Fonte: Breitkopf Consórcios

Ótima oportunidade para compra de seu veículo

quarta-feira, 13 de abril de 2016

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Recentemente, o Consórcio Breitkopf inaugurou dois novos grupos. Um de automóvel com cartas de créditos de 64 mil a 129 mil Reais e outro de moto com créditos de 8 a 17 mil Reais. Os grupos ainda possuem algumas vagas e são ótimas oportunidades para você adquirir o seu carro e/ou motocicleta sem pagar juros. São grupos com no máximo três assembleias realizadas, ou seja, praticamente novo e com data exata para próxima assembleia. Não perca esta oportunidade, programe desde já a compra de seu veiculo e realize seus sonhos!

Consórcios respondem por parcela significativa na motorização dos brasileiros

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Consórcios respondem por parcela significativa na motorização dos brasileiros

A origem do Sistema de Consórcios, uma criação brasileira dos anos 1960, objetivou a viabilização das vendas dos primeiros automóveis nacionais. Cinquenta anos depois, segundo pesquisa do Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada (IPEA), metade dos domicílios brasileiros dispõe de pelo menos um veículo.

“Os consórcios, nessas cinco décadas, responderam pela aquisição de milhões de veículos automotores, novos ou usados, nacionais ou importados, contribuindo significativamente para essa marca”, explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios). “Um exemplo recente ocorreu nos onze primeiros meses de 2010, quando mais de 800 mil contemplados puderam comprar o seu carro, motocicleta ou mesmo caminhão”, diz o presidente executivo.

No período, houve ainda mais de 1,6 milhão de novas adesões, sinalizando que o mecanismo pode ser utilizado como o meio mais econômico de aquisição de um veículo de qualquer natureza, dentro do planejamento financeiro pessoal ou familiar, acumulando 3,36 milhões de participantes no maior setor do Sistema.

De acordo com a pesquisa do IPEA, a expectativa para o futuro é de crescimento da motorização da população em razão da política de incentivos e da consequente ausência de investimentos em infra-estrutura de mobilidade. “Esse cenário nos leva a projetar um crescimento importante para os automotores, visto que o brasileiro tem utilizado o consórcio como forma de poupança programada para tais realizações. Nele, o consumidor disciplina sua economia mensal; não se inclui nos quase 16 milhões de contas de poupança inativas, segundo dados de junho de 2010 do Banco Central; e, principalmente, concretiza seu objetivo”, diz Rossi.

Imóveis

De janeiro a novembro, no mercado imobiliário, o consórcio repetiu o crescimento de anos anteriores, possibilitando a mais de 60 mil contemplados a aquisição de imóvel. Com a mesma expectativa de formação ou ampliação de patrimônio, 210 mil brasileiros aderiram aos consórcios, nesses meses.

“Baseado em 2010, os indicativos para este ano, considerando os mercados de veículos automotores, imóveis, eletroeletrônicos e serviços, levam a ABAC projetar um crescimento de sete a 10 por cento nas vendas globais, podendo atingir a marca de 2,15 milhões de novas cotas”, estima o presidente executivo da entidade. “Aliás”, continua, “os aumentos constantes nas adesões e as consequentes contemplações, momentos de consumo no Sistema de Consórcios, contribuíram para a ampliação ou manutenção da produtividade industrial que, até o terceiro trimestre de 2010, já atingia a cifra recorde de 8,5% sobre o patamar de 2002, segundo dados divulgados pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI)”.