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Duelo de gigantes

segunda-feira, março 28th, 2016

Comparativo---Pauta-Duelo-de-gigantes---Crédito-Sergio-Castro-Estadão

O veterano Gol, da Volkswagen, conquistou a vitória em comparativo realizado com o Chevrolet Onix, pelo Jornal do Carro, do Estadão. O caderno especializado avaliou o Novo Gol 1.0 Trendline e o Onix 1.0 LT. A vitória ficou com o VW por ele ter o menor preço e a mecânica superior em relação ao concorrente. Na reportagem de capa, com o título “Encontro de lideranças”, o Novo Gol somou 54 pontos contra 50, do Onix.

Novo Gol e Onix duelam em suas versões de entrada, com motor 1.0. A Trendline parte de R$ 34.890, preço que vai para R$ 37.690 com ar-condicionado. O Onix LT sai por R$ 43.250, com ar. O quesito motorização foi o mais elogiado no modelo Volkswagen. De acordo com o jornal, com o motor três cilindros do Up! e do Fox, o Gol ficou bem melhor, tanto em desempenho como em economia de combustível.

Apesar de os números frios sugerirem certa semelhança, na prática o comportamento desses carros é bem diferente. No Gol basta uma leve pressão no acelerador para se obter respostas muito convincentes. No consumo, o Gol também melhorou. Em relação ao 1.0 de quatro cilindros, a montadora informa que o novo modelo está 10% mais econômico. Sobre o câmbio, o do Gol ainda é referência, a caixa mantém os engates macios e precisos.

Fonte: Estadão

Breitkopf Veículos oferece serviço de limpeza dos bancos de tecido

sexta-feira, maio 3rd, 2013

Você gosta de manter seu carro sempre limpo, não é mesmo? Mas não é apenas a limpeza exterior que merece atenção. O carro muitas vezes permanece por muitas horas fechado e até mesmo exposto ao sol e esses fatores contribuem para que maus odores e ácaros se prendam aos bancos de tecido do seu carro.

E foi pensando neste assunto que desde o mês de outubro de 2012, a Breitkopf Veículos vem oferecendo um serviço muito importante para os seus clientes. É a limpeza dos bancos de tecidos dos veículos. O tipo de serviço que a Breitkopf Veículos oferece evita a desmontagem dos bancos e revestimentos das portas, fazendo com que a entrega do veículo para o cliente seja mais rápida.

Para maiores informações sobre os modelos da VW e os serviços oferecidos na concessionária, entre em contato conosco e venha fazer uma visita!

Blumenau – (47)3231-2000 – Rua São Paulo, 2001, Bairro Itoupava Seca

Brusque – (47)3251-0500 – Av. Otto Renaux, 346, Bairro São Luiz

Se preferir, acesse nosso site: www.breitkopf.com.br

Inimigos naturais do seu carro

quinta-feira, novembro 18th, 2010

Inimigos naturais do seu carro

Conheça os malefícios que fenômenos atmosféricos e outros bichos podem causar no seu carro. Animais domésticos, como cães e gatos, além de pássaros, ratos e formigas podem deixar marcas em seu automóvel. Sem falar em fenômenos naturais como maresia e chuva ácida. Saiba o que fazer para que seu carro e a natureza convivam em harmonia.

Ratos: eles roem a fiação, como cabos de vela e chicote elétrico, e outros revestimentos. Em razão dos sistemas multiplexados, os roedores são ameaças potenciais, podendo causar pane elétrica ou meso deixar furos no isolamento acústico ou nos bancos.

Cães: os cheiros no pneu, que rodam por diferentes locais, atraem os cães, que marcam o território com o xixi. A urina oxida os aros, manchando-os ou descascando-os. A corrosão pode até “soldar” os parafusos. Também danifica o bico do pneu, comprometendo a calibragem.

Fungos e bactérias: o ar-condicionado sem manutenção adequada pode ser um ambiente fértil para a proliferação de diferentes fungos e bactérias dentro dos dutos de ventilação, devido à umidade e ao calor da cabine. Os sintomas são crises de espirro e olhos lacrimejantes.

Gatos: antes de tirar uma soneca, eles gostam de afiar as unhas. Ao arranhar a pintura, causam riscos um pouco mais profundos que os de chaves. As garras podem riscar a primeira camada de tinta (pintura sólida) ou o verniz (metálica ou perolizada).

Formigas: seus filhos comem doces e bolachas no carro? Pois esses alimentos caem entre os bancos e podem atrair colônias inteiras, que se reproduzem lá dentro. Suas fezes eliminam ácido úrico, corrosivo para a fiação, podendo causar panes eletrônicas. Os restos podem trazer ainda baratas e outros insetos.

Pássaros: por seu alto poder de acidez, as fezes são o terror da pintura do automóvel, pois corroem o verniz, podendo deixar manchas se não forem limpas o mais rápido possível. A partir de 12 horas essa corrosão já começa a atuar sobre a lataria.

Chuva ácida: é consequência da queima de combustíveis fósseis, que se precipita sob a forma de água com ácido nítrico. Seu pH é um dos mais baixos – entre 3 e 4, numa escala de 1 a 14, com o ácido de bateria ficando de 1 a 2. Mancha a pintura e, no limite, pode corroer o metal.

Maresia: formada por água salgada e areia que paira no ar, com enorme poder de oxidação, pode causar ferrugem, em especial nos veículos mais antigos. Se o carro ficou mais que uma semana na praia, vai requerer um check-up completo, da lataria e bateria aos dispositivos eletrônicos.

Fonte: Revista 4 Rodas

Como dirigir em caso de alagamento

sexta-feira, outubro 23rd, 2009

As chuvas e, consequentemente, as enxurradas ou até enchentes são frequentes nessa época do ano. E são nessas horas que o carro é mais exigido. Para não ficar no meio do caminho, certos cuidados com o veículo e algumas normas de conduta no trânsito podem evitar que os planos de quem enfrenta ruas alagadas ‘‘entrem pelo cano”.

Uma das principais recomendações de mecânicos especialistas é de que, ao perceber que a rua está alagada, o motorista encoste o veículo em lugar mais alto ou espere a chuva diminuir. No entanto, como isso nem sempre é possível, outra opção é traçar uma rota alternativa nos dias chuvosos, evitando regiões que costumam ficar alagadas. Mas, se o condutor tiver de passar de qualquer jeito pela região alagada, o ideal, segundo especialistas, é manter a aceleração constante e trafegar devagar, em segunda marcha, no máximo.
Trabalhando há mais de 45 anos no setor de reparo automotivo, Élvio Roberto Latorre, alerta que, se o nível da água estiver na metade da roda do veículo, é melhor não se arriscar. De acordo com ele, a avaria mecânica mais comum nos dias de enchente é conhecida como calço hidráulico, que consiste na entrada de água no motor. Com o sistema encharcado, o pistão empena a biela e, consequentemente, trava o motor. “Isso acontece porque quando o carro morre o motorista, quase que instintivamente, dá novamente na partida. Pronto, o motor puxará a água que estiver em contato com o sistema e é formado o calço”, explica o mecânico.

Latorre conta que o nível de segurança é baseado de acordo com as tomadas de ar e filtros do veículo. Como isso é diferente em cada modelo, o recomendável é ultrapassar os níveis de água inferiores a 30 centímetros. “A água pode entrar tanto pelos filtros como pelo escapamento. Na dúvida, não arrisque”, diz. Ele explica que algumas panes mecânicas não aparecem de imediato. “Às vezes, o motor vai apresentar algum problema relacionado à enchente semanas depois”.
Luiz Fernando Napolitano, diretor de uma empresa de recuperação de motores automotivos e serviços, lembra que um dos erros mais comuns nos dias de chuva é seguir filas nas ruas alagadas. “Se o carro da frente parar no meio do alagamento, o que vem atrás parará também. O ideal é deixar uma distância segura para o outro veículo, de modo que seja possível desviar”.

Napolitano frisa que, após enfrentar alagamentos, é importante que o carro fique funcionando por um certo tempo, para a retirada da umidade do sistema. “O recomendável é revisar o veículo depois da enchente, limpar o sistema e substituir os fluídos. Itens como faróis, borrachas de vedação, pneus e desembaçador também devem ser checados”.
Entretanto, se o automóvel ficar “ilhado”, ambos os especialistas afirmam que o valor do conserto ficará bem mais pesado. “As seguradoras dão perda total em 90% dos carros que ficaram boiando nas enchentes. Agora, se o carro não é segurado e ficou alagado, não tem jeito: tem que desmontar o automóvel praticamente inteiro. E mesmo assim, o odor pode ficar impregnado no veículo”.

Fonte: Bolsacar

Inspeções periódicas em dia

quinta-feira, agosto 6th, 2009

Não é só antes de viajar que os motoristas devem se preocupar com a revisão do veículo. As inspeções regulares são igualmente importantes, uma vez que a maioria acaba rodando muito mais dentro de sua própria cidade do que em viagens. O nível do óleo, a água do radiador, os sulcos dos pneus, a lavagem do motor, a calibragem dos pneus e os cuidados com a bateria devem sempre estar em dia, para evitar surpresas desagradáveis.

Verificar o nível do óleo

Cheque o nível de óleo do motor a cada semana. Em local plano e com o motor frio, o nível correto deve ficar entre as marcas mínima e máxima da vareta. Óleo em excesso pode sujar as velas e o sistema de alimentação nos carros com carburador. A falta de óleo compromete a lubrificação das partes móveis internas, podendo causar o travamento ou desgaste prematuro do motor. Se tiver de completar o nível, utilize óleo da mesma marca, especificação e classificação da do óleo original.

Completar a água do radiador

Verifique o líquido do sistema de refrigeração (radiador e vaso de expansão) sempre com o motor frio, semanalmente, de preferência logo pela manhã. O nível correto deve ficar entre as marcas máxima e mínima do reservatório de expansão. Em caso de superaquecimento, espere o motor esfriar antes de completar o nível. Feito isso, ligue o motor e adicione a água fria aos poucos. Isso evita um choque térmico que poderia causar o empenamento do cabeçote e outros problemas .

Profundidade dos sulcos dos pneus

Desenhados para escoar a água em contato com a banda de rodagem, os sulcos dos pneus devem manter uma profundidade mínima de 1,6 mm. Abaixo dessa medida, passam a perder a aderência quando em contato com o chão molhado ou em condições de baixo atrito. Além disso, carros com pneus lisos estão sujeitos a multa na estrada.

Lavagem do motor nos postos

Os carros equipados com injeção eletrônica são mais sensíveis à água durante as lavagens. Por isso evite limpar o motor com muita frequência nos postos de abastecimento. A água sob pressão pode infiltrar nos terminais e sensores do sistema de ignição e bloquear o contato elétrico, impedindo o funcionamento do motor. Em modelos com central eletrônica instalada dentro do cofre do motor, pode haver uma pane nesse componente. Se a lavagem for inevitável, envolva a central eletrônica com um plástico e evite esguichar água sob pressão nos terminais.

Calibragem dos pneus

A calibragem dos pneus deve ser checada semanalmente, sempre com os pneus frios, de preferência pela manhã, no posto mais próximo de casa. Quando o carro está em movimento o atrito da roda com o piso aquece os pneus. Isso aumenta o volume interno de ar e faz com que a pressão se eleve, apontando uma medição alterada.

Cuidados com a Bateria

Nas baterias não seladas, verifique e complete o líquido a cada 30 dias, reduzindo essa frequência no verão, quando há maior evaporação. Use sempre água destilada, pois a água de torneira contém elementos químicos ou metais que podem comprometer a vida útil da bateria. Nas baterias seladas, o orifício de ventilação dos elementos deve estar sempre desobstruído para evitar o acúmulo de gases e uma eventual explosão.

Fonte: www.bolsacar.com.br

Lataria e pintura conservadas

sexta-feira, julho 10th, 2009

Para manter o exterior do carro sempre bonito e conservado, basta o cuidado com alguns detalhes na hora de lavá-lo. Comece de cima para baixo e utilize um outro pano para limpar da metade do carro para baixo. Dê um jato forte d’água para remover bem a sujeira, pois a sujeira que fica, arranha a pintura na hora que passar o pano.

Utilize sempre o pano bem macio, tipo toalha e sabão neutro ou recomendável para automóveis. Lave o carro uma vez por semana ou pelo menos remova a poeira da lataria.

Dobradiças, maçanetas e travas

Para remover o excesso de poeira nas dobradiças, maçanetas e travas, é recomendável dar jatos de ar. Depois aplique óleo lubrificante aerosol. Com certeza você verá a diferença ao abrir e fechar as portas. Pelo menos uma vez a cada dois meses faça uma aplicação de óleo nessas partes, independente de lavá-las ou não.

Fonte: www.bolsacar.com.br

Viagem tranquila e segura

sexta-feira, julho 10th, 2009

Julho, mês de férias escolares: um convite para viajar com os filhos. Mas antes de colocar toda a família dentro do carro e partir para o destino desejado, é necessário verificar cuidadosamente alguns itens do veículo, para viajar com tranquilidade e segurança. Para que você não esqueça de nenhum detalhe, acompanhe a lista abaixo e boa viagem!

No motor

– Nível de óleo do motor;
– Nível do fluído de freios;
– Água do radiador e do reservatório;
– Água da bateria;
– Reservatório de gasolina (para carros a álcool);
– Manchas de óleo no chão da garagem (procure um mecânico).

No interior do veículo

– Os freios (caso sinta que não estão bons leve ao mecânico de sua confiança);
– Nível do extintor de incêndio;
– Cintos de segurança (uso obrigatório nas estradas).

Na parte externa

– Calibragem dos pneus, inclusive estepe (consulte tabela no manual do veículo ou no borracheiro);
– Faróis alto e baixo;
– Luz de freio;
– Luz das lanternas dianteiras e traseiras;
– Pisca-pisca dianteiro e traseiro;
– Pisca alerta;
– Limpador de parabrisa.

No porta-malas

– Macaco;
– Chave de roda e vela;
– Triângulo;
– Estepe.

Acessórios úteis

– 2 chaves de fenda (1 pequena e 1 grande);
– 1 jogo de chaves de boca;
– 1 alicate universal;
– 1 correia do alternador;
– Fusíveis do modelo de seu veículo;
– 1 jogo de velas de ignição;
– 1 mangueira (aproximadamente 1,5 metro);
– Fita isolante;
– Lanterna;
– 1 kit de lâmpadas;
– 1 bomba de 5 litros vazia.

Fonte: www.bolsacar.com.br

Atmosfera renovada dentro do carro

segunda-feira, junho 8th, 2009

Em um país de clima tropical, o ar-condicionado é fundamental para o conforto dos passageiros. Com o crescimento da violência, mesmo nas temperaturas mais amenas, o equipamento se torna imprescindível. O motorista pode rodar com os vidros fechados para aumentar a segurança. Mas para garantir um ambiente seguro e limpo, o proprietário do veículo deve tomar alguns cuidados. Confira as dicas a seguir.

Como funciona

O sistema funciona quase como um refrigerador. Ou seja, um compressor que é movimentado por uma correia, ligada ao virabrequim, aumenta a pressão do gás criando uma região fria, pela qual vai passar o ar empurrado pelo ventilador ao interior do veículo. Como o gás se expande e sua temperatura aumenta com a pressão, entra em cena o radiador, responsável pela condensação e transformação para o estado líquido. Nessa nova forma, o ar entra em uma válvula de expansão, que irá evaporá-lo, possibilitando que o ambiente fique resfriado.

Perdendo o fôlego

Como o compressor é movimentado indiretamente pelo virabrequim, o motor executa um esforço maior para acioná-lo, resultando em uma perda de potência de 3% a 7%. Nos motores de baixa cilindrada, existe um dispositivo ligado ao sistema de injeção que desliga automaticamente o compressor toda vez que o acelerador é pressionado. Nesse caso, o dispositivo “entende” que  a potência do motor deve ser totalmente aproveitada. Com o ar-condicionado ligado, o consumo aumenta cerca de 5%.

Filtro de cabine

Esse componente é reponsável por filtrar todo o ar que entra no veículo. O recomendável é a substituição no período de um ano, no máximo. Se demorar tempo para fazer a troca, motorista e passageiros sofrerão não só com o mau cheiro, mas com problemas de saúde, causados por fungos e bactérias. Além disso, as impurezas podem prejudicar o rotor de sistema de ventilação.

Recirculação

Quando a temperatura externa estiver muito alta, é aconselhável usar a recirculação para acelerar o resfriamento interno. Essa função é também útil quando se atravessam lugares com ar muito poluído. Mas seu uso prolongado não é aconselhável, pois o ar no interior não se renova.

Fumar enquanto a recirculação estiver ligada é abominável, pois a fumaça aspirada deposita-se sobre o evaporador, provocando odor desagradável. O ar também tem a função de desembaçar os vidros, pois desumidifica o ar. Para melhorar a visibilidade, o motorista pode virar o fluxo do ar totalmente para o parabrisa.

Fonte: Jornal de Santa Catarina