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“Temos confiança de que 2011 será melhor do que 2010”

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

“Temos confiança de que 2011 será melhor do que 2010”

O ano de 2010 fechou com resultados positivos para a Breitkopf Veículos. Apesar das vendas não terem superado o atípico ano de 2009, quando moradores da região tiveram acesso ao FGTS e desfrutaram de incentivos como a redução do IPI, comparadas a 2008, os números subiram, fechando com mais de 30% de aumento. E as expectativas para 2011 são as melhores possíveis. Em entrevista ao blog da Breitkopf Veículos, o diretor-comercial, Alfredo Breitkopf, comenta sobre o desempenho das concessionárias em 2010 e o que está por vir neste ano. Confira:

Você pode fazer um balanço de como foi o ano de 2010 para a Breitkopf Veículos?

O ano de 2010 fechou com um volume menor do que 2009. Esse resultado já era esperado, uma vez que em 2009, exclusivamente na nossa região, contamos com a liberação do FGTS no início do ano e com incentivos do Governo Federal, como a redução do IPI e do depósito compulsório. Essas ações fizeram de 2009 um ano espetacular, com volume de vendas surpreendente. Diante disso, o mais correto é compararmos 2010 com 2008 e, nesse caso, fechamos com crescimento de mais de 30%. Além disso, 2010 foi um ano de grandes lançamentos da marca. Por tudo isso podemos comemorar e dizer que sim, foi um ano de sucesso.

Quais fatores contribuíram para este resultado?

Tivemos lançamentos de importantes produtos da Volkswagen neste ano, como a picape Amarok, novo Spacefox e a consolidação da Tiguan, que está conquistando o mercado de SUV. Mas não foi só isso, intensificamos o trabalho de treinamento do nosso pessoal, tanto do ponto de vista humano como técnico. Também realizamos vários investimentos em marketing e procuramos estar presentes na comunidade com patrocínios e promoção de eventos.

Em 2010, a Breitkopf Veículos recebeu importantes reconhecimentos, como o destaque na Academia Volkswagen, no Impar e o selo de Qualidade Total no Atendimento da CDL. Que ações do grupo refletem estas conquistas?

Acredito não se tratarem de ações do grupo e sim das pessoas. O grupo ou os gestores das empresas tem o papel fundamental de oferecer oportunidades às pessoas, mas é o trabalho de convencimento e inspiração dos colaboradores que faz com que as propostas se tornem realidade e sejam realizadas com amor e não por obrigação. É neste ponto que temos trabalhado, procurando incentivar as pessoas a se desenvolverem. O aprendizado é um legado que jamais pode ser tirado das pessoas e quando entendem isso, procuram crescer e melhorar a cada instante e a cada curso oferecido.

Quais são as expectativas de vendas e mercado para a Breitkopf Veículos em 2011?Teremos um início de ano de dúvidas para alguns setores, uma vez que o Banco Central lançou recentemente propostas para redução do consumo. Mas acreditamos ser apenas uma onda inicial. Mesmo com estas medidas, há uma inevitável tendência de crescimento em 2011. As classes emergentes devem alavancar ainda mais o consumo. Pensando nisso, a Volkswagen anunciou em dezembro a ampliação da sua capacidade produtiva apostando no próximo ano, além de lançar novos modelos no mercado. O novo Jetta já tem procura em nossas Concessionárias, mas isso é só o começo, temos confiança de que 2011 será melhor do que 2010.

Você pode deixar uma mensagem para os amigos e clientes da Breitkopf Veículos?

Quero agradecer nossos clientes, amigos e colaboradores por estarmos juntos por mais um ano. Temos paixão pelo que fazemos e pelas pessoas que nos ajudam a construir esta história. Desejo, em nome da diretoria do Grupo Breitkopf, um 2011 repleto de boas realizações e que a luz da sabedoria ilumine a todos.

Vendas de veículos novos no país batem recorde no 1º quadrimestre

terça-feira, 11 de maio de 2010

Vendas de veículos novos no país batem recorde no 1º quadrimestre

As vendas de veículos novos bateram mais um recorde no acumulado do ano, atingindo 1,066 milhão de unidades emplacadas no primeiro quadrimestre, segundo os dados obtidos pela Folha Online, superando a melhor marca até então, de 2008 (909,2 mil).

Em abril, foram licenciados 277,9 mil automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões, com o resultado ainda sendo influenciado pelo efeito da redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), que acabou em março mas respingou no mês passado devido aos estoques nas lojas e à corrida dos consumidores às concessionárias nos últimos dias para aproveitar o benefício fiscal.

Ao adiantar os números contabilizados até o último dia 29, que já apontavam o recorde para meses de abril e no primeiro quadrimestre, o novo presidente da Anfavea (associação das montadoras), Cledorvino Belini, disse na sexta-feira (30) que “abril é um bom mês, considerando a média diária e a sazonalidade”.

Em março, melhor mês em vendas e produção da indústria automobilística, foram licenciadas 353,7 mil unidades, o que levou a novas marcas também no primeiro trimestre.

Desde abril, os carros a álcool ou flex de mil cilindradas tiveram a alíquota do IPI elevada de 3% para 5%. Já nos de até 2 mil cilindradas, o percentual passou de 7,5% para 11%. Para caminhões, a isenção do tributo permanece até junho, quando a alíquota retorna a 5%.

O incentivo, concedido em dezembro de 2008 e que até o final de 2009 valia também para os carros a gasolina, foi uma das principais medidas tomadas pelo governo federal para combater os efeitos da crise econômica e estimular as vendas no setor. A medida surtiu efeito, e os emplacamentos registraram o terceiro recorde consecutivo no ano passado.

De olho nesse mercado ainda em crescimento, os investimentos da indústria automobilística brasileira entre 2010 e 2012 devem totalizar US$ 11,2 bilhões, bem acima do triênio anterior (2007 a 2009), quando ficaram em US$ 8,1 bilhões. Os recursos serão direcionados para o desenvolvimento de produtos, tecnologia e melhoria de processos.

No entanto, ao anunciar os números na sexta-feira passada (30), Belini não detalhou em quanto seria ampliada a capacidade produtiva instalada do setor, que atualmente está em 4,3 milhões de veículos –no ano passado, foram produzidos 3,2 milhões.

Fonte: Folha Online

Volkswagen assume liderança em março

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Volkswagen assume liderança em março

Os números finais de vendas de automóveis e comerciais leves surpreenderam a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), que esperava 322 mil unidades comercializadas no mês, o último sob vigência da desoneração do IPI. As vendas nos dois segmentos totalizaram 337.381 unidades, uma alta de 59,61% sobre fevereiro. Em relação a março de 2009 o aumento foi de 29,27%.

A Fenabrave faz seu balanço a partir dos dados de emplacamento de veículos. Incluindo caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários, foram vendidas 526.875 unidades, uma expansão de 50,78% sobre fevereiro e de 25,87% em relação a março do ano passado.

Entre os automóveis, a Volkswagen superou a Fiat e retomou a liderança que havia conquistado em janeiro. As duas montadoras mantém o tradicional embate no segmento: em 2009, a VW foi líder de janeiro a março e de maio a setembro. A Fiat esteve no topo em maio e no último trimestre e retornou ao topo em fevereiro deste ano. E agora, em março, viu até a vice-liderança ameaçada pela General Motors.

Fonte: Cidade Biz

Fevereiro tem venda de carros recorde para o mês

quinta-feira, 4 de março de 2010

Fevereiro tem venda de carros recorde para o mês

As vendas de veículos no primeiro bimestre superam os volumes de igual período do ano passado em 9,4%, somando 434,3 mil unidades. Só em fevereiro foram vendidos quase 221 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, volume recorde para o mês, tradicionalmente mais curto que os demais. Na comparação com janeiro, o resultado foi 3,6% maior e 10,8% superior ao de igual mês de 2009.

Mesmo sem o subsídio do IPI, as montadoras projetam crescimento de 9,3% nas vendas totais deste ano, que devem somar 3,4 milhões de unidades, 290 mil além do número de 2009, até agora recorde anual. Executivos das empresas acreditam que a oferta de crédito com financiamentos de longo prazo, economia estável e crescimento de emprego e renda vão ancorar a alta deste ano.

A Volkswagen fechou o mês de fevereiro com 20,4% de participação nas vendas.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Volta do IPI não freia vendas de veículos

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A alíquota do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI) para a compra de automóveis voltou ao normal desde o último dia 1º de outubro. O fato, entretanto, não levou os brasileiros a desistir de comprar novos carros.

De acordo com dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas da primeira quinzena do mês de outubro superaram as expectativas e mantiveram-se em alta em relação a períodos anteriores. Segundo a federação, entre os dias 1º e 15 de outubro foram emplacados 238.881 veículos (entre automóveis, comerciais leves, caminhões e motocicletas). O número supera em 12,66% o total dos emplacamentos realizados na primeira quinzena do último mês de setembro. Em comparação com a primeira quinzena de outubro de 2008, o desempenho atual também é maior (18,17% superior).

Considerando apenas as vendas de automóveis e carros comerciais leves, o total de comercializações do período foi de 155.670 unidades. O desempenho é superior ao das vendas da primeira quinzena de setembro (quando foram emplacadas 130.092 unidades) e do mesmo período do ano passado, quando o total de carros e comerciais leves vendidos foi de 112,596 unidades.

A previsão do departamento econômico da Fenabrave é de que, até o final do mês, o total de unidades de automóveis vendidas no País fique próximo dos 254 mil.

Considerando os primeiros dias de retorno do IPI, a Volkswagen apontou uma participação de 22,78% total dos emplacamentos realizados no período.

Fonte: M&M Online

IPI reduzido leva venda de carros a novo recorde

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Impulsionadas pela corrida dos consumidores às concessionárias para aproveitar o último mês antes do aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos automóveis, as vendas de veículos bateram recorde no país em setembro. No período, houve o emplacamento de 308,8 mil unidades de automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões.

Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), isso representa um crescimento de 19,6% em relação a agosto. A isenção do imposto para veículos 1.0 a gasolina ou flex terminou no dia 30 de setembro. Agora, o tributo passa a subir gradativamente. Até janeiro, chegará à alíquota original.

“Com a volta do imposto, as vendas de veículos devem se retrair um pouco devido, inclusive, à antecipação das compras. Mas não causará grande impacto. A economia está praticamente restabelecida, há oferta de crédito e consumidores confiantes” avaliou Sérgio Reze, presidente da Fenabrave.

Considerando apenas automóveis e comerciais leves, as vendas de 296.651 mil unidades tiveram incremento de 19,85% em setembro na comparação com agosto e 16,71%. sobre setembro de 2008.

“Apesar da crise, o desempenho foi positivo, uma consequência não apenas da redução da alíquota do IPI, mas também da oferta de crédito”, afirmou Reze.

Fonte: Zero Hora

Último mês do IPI reduzido para veículos

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Vai até o dia 30 de setembro o prazo para comprar veículos com IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) reduzido. A princípio, a data para o vencimento da redução do IPI estava agendada para 15 de julho. Porém, no dia 29 de junho, o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou a prorrogação.

A medida foi tomada por conta de um pacote que engloba uma série de reduções tributárias adotadas para combater a crise econômica no país. Para os carros populares, o IPI foi zerado (oficialmente, a alíquota era de 7%). Nos modelos médios, caiu para 6,5% para os veículos movidos a gasolina (era 13%) e 5,5% para os modelos flex e a álcool (era 11%).

Mantega estabeleceu ainda a recomposição gradual da incidência de IPI para veículos a partir de outubro. Até o final do ano, o governo espera ter o IPI no mesmo nível de novembro de 2008.

Aumento no estoque das montadoras

O aumento dos estoques de veículos para 26 dias em agosto (223.836 unidades), ante 22 em julho, é visto pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) como uma preparação das montadoras para o crescimento nas vendas neste mês, o último antes da subida gradual da alíquota do IPI.

Apesar da queda de 9,6% nos licenciamentos de veículos em agosto, no confronto com o mês anterior, na média diária houve praticamente estabilidade (-0,9%). De acordo com o presidente da Anfavea, Jackson Schneider, um número “confortável” para os estoques é entre 23 e 24 dias. Em junho, o melhor mês da história em vendas, o estoque chegou a 18 dias, o que correspondia a 178 mil veículos.

Sobre o aumento gradual do IPI, Schneider destacou que outros dois fatores influenciaram a expansão dos emplacamentos: a volta da confiança do consumidor e do volume de crédito disponível. “Quando o IPI caiu, houve repasse para o consumidor. O aumento da carga tributária tem impacto nos custos, mas isso (alta nos preços dos veículos) vai depender da decisão de cada montadora”, disse.

Fontes: Estadão, Fenabrave, Assobrav.

Indústria automobilística bate recordes de vendas em 2009

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Com um pequeno crescimento de 0,13% em relação ao primeiro quadrimestre de 2008, as vendas de carros e comerciais leves atingiram 866.444 unidades neste ano, um desempenho recorde desse segmento no período.

Os dados foram divulgados pelo presidente da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos (Fenabrave), Sérgio Reze, que considera uma conquista o desempenho obtido pelo setor em 2009. Em abril, particularmente, houve queda em todos os segmentos da área automotiva, mas o fato é atribuído ao menor número de dias úteis no mês, com dois feriados seguidos. Foram comercializados 224,4 mil carros e comerciais leves no mês, resultado 14% inferior ao de março. O resultado positivo no ano é atribuído à redução do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI), que vigorara até junho, e às promoções.

Projeções

Num cenário favorável, com a manutenção dos atuais níveis de vendas nos próximos meses, a Fenabrave acredita que o crescimento em 2009 ficará na faixa de 4%, com o mercado de carros e comerciais leves chegando a 2,78 milhões de unidades, ante as 2,67 milhões de 2008. Após junho, quando termina o IPI reduzido, estima-se queda de 2,55%.

Ranking

No mercado de automóveis, o Gol, da Volkswagen, continua liderando o ranking nacional, com 89.451 unidades comercializadas no quadrimestre. A marca é lider no segmento de automóveis, com participação de 26,28%. Em comerciais leves a Volkswagen ocupa a quarta posição, com 11,19%.

Fonte: Diário do Comércio

Governo prorroga redução do IPI até junho

sexta-feira, 17 de abril de 2009

A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros foi prorrogada por três meses, a partir de 31 de março. Em contrapartida, as fábricas de automóveis firmaram compromisso de não efetuar demissões no período.

A medida tem o objetivo de estimular o setor, fortemente atingido pela crise econômica internacional, que teve seus efeitos intensificados a partir de setembro do ano passado.

“Esta medida foi muito bem-sucedida, porque houve uma recuperação rápida da atividade. A indústria automotiva é importante para o país porque é uma cadeia produtora que chega a representar 23 % do PIB industrial”, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, referindo-se aos três meses em que o corte de IPI para veículos já vigora. Segundo o ministro, “daqui a três meses a economia já vai ter se recuperado”.

Para buscar compensação das medidas, que significarão uma renúncia fiscal de 1,5 bilhão de reais, segundo o Ministério da Fazenda, foi elevado o IPI e o PIS/Cofins dos cigarros.

IPI zero para populares

A alíquota do IPI para automóveis de passeio com motor 1.0 fica zerado, tanto para modelos a gasolina quanto a álcool ou flex. De 1.0 a 2.0, o IPI é de 6,5% para carros a gasolina e de 5,5% para carros a álcool ou flex. O IPI para automóveis acima de 2.0 é de 25% para modelos a gasolina e de 18% para modelos a álcool e flex. Para caminhões, o IPI está zerado e para caminhonetes é de 1%.

A primeira redução do IPI para os veículos foi anunciada em dezembro. Desde então, o setor tem avançado, depois de ter acumulado em novembro estoques de mais de 300 mil veículos novos não vendidos, equivalente a quase dois meses de vendas.

Já em fevereiro as vendas subiram pelo segundo mês consecutivo, segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) e a produção pelo terceiro mês.

Fonte: Reuters/Brasil Online