Consórcio é alternativa para investimento em sistemas de energia solar

 

Artigo publicado pela ONU mostra que o mundo instalou um recorde de 98 gigawatts (GW) e investiu cerca de 160,8 bilhões de dólares nesse tipo de energia

Artigo publicado pela ONU mostra que o mundo instalou um recorde de 98 gigawatts (GW) e investiu cerca de 160,8 bilhões de dólares nesse tipo de energia

A preocupação com o meio ambiente e o desejo de diminuir os gastos com a conta de luz têm feito com que, cada vez mais, os consumidores optem por sistemas de energias mais sustentáveis, como a solar. Segundo o relatório ‘Tendências globais no investimento em energias renováveis 2018’, publicado pela ONU Meio Ambiente no início deste ano, somente em 2017, o mundo instalou um recorde de 98 gigawatts (GW) de nova capacidade solar e investiu cerca de 160,8 bilhões de dólares nesse tipo de energia. Um aumento de 18% na comparação com o ano anterior e mais do que qualquer outra tecnologia.

Uma alternativa para driblar os altos custos de compra de um sistema fotovoltaico em casa ou na empresa está no consórcio, que funciona como uma poupança programada, sem a cobrança de entrada e juros. O crédito é atualizado anualmente com base no INCC (Índice Nacional de Custo de Construção), o que garante poder de compra. Vale frisar que a compra do sistema fotovoltaico, por meio do consórcio, pode ser feito se o consorciado optar pelo processo de reforma. O consórcio pode ser feito tanto por pessoas físicas como jurídicas. As contemplações mensais acontecem por sorteio e lances.

Segundo o doutor em Ecologia pela Universidade Federal de Minas Gerais, pós-doutor pela University of Wisconsin (EUA) e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, Fabiano Melo, “quando ampliamos a geração de energia para consumo advinda de fonte solar, deixamos de impactar diretamente sobre o meio ambiente, evitando a construção de grandes hidrelétricas que provocam perda de biodiversidade, com supressão de vegetação e barragem de rios, e evitamos a liberação de gases de efeito estufa (termelétricas a gás ou carvão mineral).”

Fonte: abac.org.br

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