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Controle o orçamento aderindo ao Consórcio

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

 

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Modalidade já é uma forma programada de compra

 

A modalidade Consórcios tem crescido muito nos últimos anos. Muitas pessoas utilizam deste recurso para controlar o orçamento, já que o sistema é uma forma programada de compra. Para fazer parte de um, é preciso primeiramente, escolher uma administradora de consórcio autorizada pelo Banco Central para obter sucesso do início ao fim do negócio.

 

Após essa etapa, escolher planos e avaliar parcelas são alternativas para não sobrecarregar o orçamento. O consórcio é bem flexível, dando a possibilidade de simular diversas possibilidades de acordo com a condição financeira de quem está contratando. Vale lembrar que se trata de um investimento de médio ou longo prazo. Por isso, tenha todos os seus objetivos bem definidos.
Como se trata de uma modalidade parcelada e sem juros, os planos são maiores e as parcelas são acessíveis. Todos os valores são acordados em contrato, baseado em direitos e obrigações. Portanto, é preciso estar em dia com os pagamentos mensais. Mas isso é fácil, uma vez que o consórcio apresenta diversas alternativas para a sua compra, como o uso de boletos.

 

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Fonte: consorciodeimoveis.com.br

Em 2018, ABAC registrou o melhor índice da história na adesão ao sistema de consócios

sexta-feira, 26 de abril de 2019

 

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O ano de 2018 registrou o melhor índice da história em relação à adesão ao sistema de consórcios. Segundo a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio) foi contabilizada a entrada de 2,6 milhões de novos consorciados, 9,2% a mais do que em 2017.

O setor de veículos leves, principalmente motocicletas, foi um dos que mais cresceu, com alta de 18,9%. Já, o segmento de veículos pesados apresentou alta de 24,5% na venda de cotas. Apesar da queda de 4% no tíquete médio anual, que girou em torno de R$ 40,86 mil, o faturamento do sistema de consórcios foi de R$ 106,08 bilhões, valor 4,6% maior do que o alcançado em 2017 e o melhor desempenho já registrado no país.

Com crescimento constante de janeiro a dezembro, o consórcio fechou o ano de 2018 com 7,13 milhões de consorciados ativos, 3,8% a mais que os 6,87 milhões de dezembro de 2017. Os créditos liberados aos contemplados registraram aumento de 1,3% em relação a 2017. Enquanto naquele ano o total atingido foi de R$ 39,9 bilhões, em 2018 foi de R$ 40,43 bilhões.

Os resultados confirmam a relevância do consórcio para a economia do país, que possibilita a compra de bens e serviços, movimentando a economia. No setor de motos, os créditos injetados no mercado interno pelas contemplações resultaram em uma a cada duas unidades vendidas.

Já, na indústria automobilística, os veículos leves, que incluem automóveis, camionetas e utilitários, resultaram em um a cada quatro automóveis comercializados. Com mais de R$ 106 bilhões em negócios, resultado de aproximadamente 2,6 milhões de adesões, o número de contemplações chegou a quase 1,2 milhão de consorciados, inserindo mais de R$ 40 bilhões no setor produtivo.

“Com todas as dificuldades enfrentadas no ano passado, o Sistema de Consórcios mostrou que continua sendo a alternativa mais simples e econômica para muitos consumidores”, explica Paulo Roberto Rossi, presidente-executivo da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios). … A expectativa para 2019 é a de repetição do crescimento acontecido em 2018.”

O otimismo, presente em quase todos os setores da economia brasileira, tem contagiado os consumidores. Considerando também o cenário positivo do controle da inflação, divulgado pelo Banco Central, o crescente Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a redução no endividamento das famílias, incluindo-se a queda do número de pessoas com dívidas em atraso com um aumento da consciência em relação à administração das finanças pessoais e consumo, torna-se importante que o mercado ofereça facilidades para estimular a concretização de novas conquistas.

Fonte: abac.org.br

Mesmo ritmo de crescimento em 2009

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Apesar da crise e das projeções de desaceleração da economia nacional, o setor de consórcios planeja para 2009 um crescimento entre 7% a 10% sobre o ano passado, em novas cotas comercializadas. Isso significa um montante entre 3,85 mil e 3,96 mil novas adesões em todo o Brasil.

A Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac) prefere não projetar valores para 2009. Segundo o vice-presidente, Vitor Bonvino, os consórcios funcionam como uma espécie de poupança planejada para a aquisição de um bem, sem inclusão de juros. Por isso o setor não sentiu grande impacto no pico da crise e chegou a registrar migração do mercado de crédito.

De acordo com dados do Banco Central, fechados até outubro de 2008, no financiamento imobiliário, de 559.571 cotas naquele mês, o número de contemplações chegou a 203.202, volume 19% superior ao do início do ano. Até outubro de 2008 o segmento movimentou cerca de R$ 3,5 bilhões. Para 2009 é esperado um aumento na base de clientes de 20%, passando de 600 mil para 720 mil.