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Como acontece a correção do crédito contemplado e não utilizado?

quinta-feira, 9 de maio de 2019

 

No consórcio, o poder de compra do consorciado é garantido até o fim do grupo

No consórcio, o poder de compra do consorciado é garantido até o fim do grupo

 

Você já deve ter ouvido falar que, no consórcio, o poder de compra do consorciado é garantido até o fim do grupo. Dessa forma, o consorciado tem acesso ao crédito atualizado na data da contemplação para compra do bem ou serviço desejado. Mas você sabe o que acontece com o valor não utilizado após a contemplação?

A correção do crédito é fundamental no consórcio, pois garante que o consorciado tenha o valor suficiente para comprar o bem ou serviço desejado, mesmo que seu preço tenha sido alterado. Assim, seja ele contemplado no primeiro ou no último mês do grupo, seu poder de compra estará garantido.

A correção do crédito ao longo do grupo ocorre conforme critérios estabelecidos em contrato. Ao consorciado contemplado é disponibilizado, em até três dias úteis, o valor vigente na data da contemplação. Cabe ao participante a decisão de quando utilizá-lo. Isso pode ocorrer imediatamente ou no momento em que achar mais oportuno, até a última assembleia do grupo. A partir da contemplação, o crédito deixa de ser atualizado e passa a ser acrescido dos rendimentos de sua aplicação financeira até o dia útil anterior a sua utilização.

 

Por exemplo: você foi contemplado com o crédito no valor de R$ 40 mil e optou por não utilizá-lo imediatamente. Dez meses depois, você decide que chegou o momento ideal. Mesmo que o crédito tenha sido atualizado novamente, você receberá os R$ 40 mil vigentes na data da contemplação. Porém, a eles serão acrescidos os rendimentos financeiros até o dia útil anterior a sua utilização.

Por que não há correção do crédito após a contemplação?

Os participantes do grupo contribuem para juntar o valor dos créditos que são concedidos mensalmente. Logo, todos contribuíram com base no valor vigente na data da contemplação. Caso o valor mude, todos contribuirão a mais para poder pagar a diferença dos que ainda não puderam usar o crédito. Mas se o consorciado teve a oportunidade de usar, mas não quis utilizá-lo, o grupo não tem a obrigação de pagar pela diferença, que é uma consequência de sua escolha.

Lembre-se de que a mesma regra vale para todos. Ou seja, você também não terá que pagar caso outro consorciado deixe de usar o crédito e esse seja alterado. Importante compreender que, mesmo que você tenha à sua disposição o valor vigente na data da AGO de contemplação, as parcelas do seu consórcio continuarão sendo atualizadas.

Fonte: blog.abac.org.br

Breitkopf Consórcios lança grupo com créditos de até R$ 139 mil

terça-feira, 23 de maio de 2017

A Breitkopf Consórcios lançará este mês o grupo 2296, com créditos que variam de R$ 69 mil a R$ 139 mil. A primeira assembleia está prevista para final de maio. O grupo aceitará até 200 participantes ativos e tem prazo máximo de 72 meses para a quitação da cota, com parcelas a partir de R$ 1.139,20. As contemplações ocorrerão por sorteios de cota ativa e cancelada, lance livre (o lance embutido – parte do crédito – será permitido até 30%) e lance fixo de 20%. O crédito poderá ser usado para diferentes finalidades, como a compra de automóveis (novos ou usados) de qualquer marca, aquisição de motocicleta ou caminhão e até mesmo quitação de financiamento próprio. Procure a Breitkopf Consórcios mais perto da sua casa e conheça todos os planos que podem tornar o seu sonho realidade!

Consórcio: compra colaborativa

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

O objetivo da modalidade é garantir que todos os participantes de um determinado grupo possam adquirir o bem ou serviço desejado, nas mesmas condições

União, ligação e reunião de interesses em que os participantes de um mesmo grupo colaboram entre si para que todos realizem seus sonhos. Essa é a tradução da palavra consórcio.  Mas quando se fala nesta modalidade, muitas pessoas têm dúvidas sobre como utilizar e o que acontece se a pessoa já foi contemplada, adquiriu o bem ou serviço desejado e o valor do crédito do consórcio mudou.

E agora, o que vai acontecer? É justo pagar por um crédito maior do que aquele que você recebeu? Essa é uma dúvida bastante recorrente entre os consorciados. Para começar a falar de consórcio é importante entender a finalidade: “propiciar a seus integrantes, de forma isonômica, a aquisição de bens ou serviços, por meio de autofinanciamento” (artigo 2º da Lei 11.795/08). Ou seja, o objetivo do consórcio é garantir que todos os participantes de um determinado grupo possam adquirir o bem ou serviço desejado, nas mesmas condições.

Entendendo o consórcio

Suponhamos que você esteja em um grupo de 60 meses para a compra de um veículo no valor de R$ 37 mil. No 18º mês do grupo, o automóvel sofre um aumento e passa a custar R$ 40 mil. Você ainda não foi contemplado e agora precisa de R$ 40 mil e não apenas de R$ 37 mil para comprar o bem. Graças à regra de atualização do crédito do consórcio, ao ser contemplado, você receberá o valor necessário para realizar seu objetivo: R$ 40 mil.

Quem pagará por isso? Como o consórcio é um autofinanciamento – ou seja, os bens e serviços são adquiridos com recursos dos próprios integrantes do grupo, que contribuem mensalmente formando uma poupança comum -, essa diferença será paga por todos, mesmo por aqueles que já foram contemplados, por meio do aumento proporcional da parcela.

Dessa forma, se no 36º mês o veículo sofrer nova alteração e passar a custar R$ 43 mil, mesmo que você já tenha sido contemplado, sua parcela será reajustada de forma a viabilizar a compra do veículo no valor de R$ 43 mil por aqueles que ainda não foram.

Justo, não é? Afinal, quando você foi contemplado, pode adquirir o bem que tanto desejava. Agora outros participantes também precisam adquirir o seu.

Importante

Vale destacar que quando o crédito do consórcio é reajustado para mais, o consorciado já contemplado não receberá a diferença, assim como se reajustado para menos, ele não terá que fazer a devolução. Isso acontece porque o consórcio tem como foco o consorciado contemplado do mês, de forma a garantir os recursos para que ele adquira o bem ou serviço desejado. E as parcelas são calculadas considerando-se uma porcentagem do crédito vigente na data da contemplação, motivo pelo qual o consorciado não precisa pagar a diferença das prestações anteriores.

 

Fonte: http://blog.abac.org.br/consorcio-de-a-a-z/ja-fui-contemplado-e-o-credito-consorcio-mudou-o-que-acontece

Falta de crédito estimula consórcio de imóveis no Brasil

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Nota 02 - consorcio imovel - Cópia

Venda de novas cotas registrou alta de 40% no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2014

O setor de consórcio imobiliário, na contramão de outros segmentos, parece alheio aos efeitos da crise econômica. A venda de novas cotas aumentou 40% no primeiro semestre de 2015 na comparação com o mesmo período do ano passado.

Junto com as novas cartas, cresceu também o volume de crédito comercializado, que somou R$ 12,7 bilhões nos primeiros seis meses deste ano, alta de 42,6% em relação ao mesmo período de 2014. Os dados são da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac).

Os resultados superaram as expectativas do setor e, na opinião de alguns especialistas, foram influenciados pelas dificuldades na contratação do financiamento imobiliário junto aos bancos, decorrente da mudança nas regras e da maior rigidez para a liberação do crédito.

Os especialistas lembram que os clientes contemplados têm a vantagem de poder comprar o imóvel à vista. Neste momento, isso significa um bom poder de barganha na hora da negociação.

O investidor planejado, que visa a construção de um patrimônio a longo prazo, ainda representa boa parte da fatia dos clientes do consórcio imobiliário.

Fonte: Gazeta do Povo

Jovens apostam no consórcio

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Jovens apostam no consórcio

Nos dias atuais é cada vez mais notável a preocupação dos jovens com investimentos que possam trazer benefícios no futuro. Com a procura muito crescente por oportunidades no mercado de trabalho após completar 18 anos, pessoas nesta faixa de idade, logo no primeiro salário, começam a buscar formas de investir o dinheiro de forma rentável. Uma das alternativas encontradas é o consórcio, que permite adquirir um bem de valor e com parcelas que não pesem tanto no orçamento.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC), na década passada houve um crescimento de 120% no número de pessoas entre os 20 e 30 anos que adquiriram cotas de negócio. A ABAC indicou, ainda, que, somente no ano passado, 19% dos consórcios foram feitos por jovens na mesma faixa etária. Justamente no ano de 2014, o setor registrou o número recorde de 6,18 milhões de participantes ativos, um número histórico.

Essa facilidade do consórcio em ajudar a planejar o futuro é que tem atraído mais e mais jovens nos últimos anos. Estudo realizado no fim de 2014 pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) apontou que, maiores de 18 anos, em todas as capitais brasileiras, têm como desejos de consumo viajar para o exterior, em primeiro lugar, e adquirir um automóvel, em segundo lugar. Porém, para mais de 70% dos entrevistados, a falta de planejamento financeiro tem sido obstáculo para a concretização destes desejos. Neste cenário, o consórcio entra como importante aliado desse público por trazer justamente o que falta para a obtenção destes objetivos.

Fonte: Es Hoje

Fuja dos juros

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Fuja dos juros

Fim de ano é tempo de realizar sonhos. E um dos que não saem da cabeça dos brasileiros é a compra da casa própria. Se você faz parte do time que tem pavor de juros e gosta de saber exatamente quanto vai pagar por um bem, o consórcio é a melhor opção. Com ele, é possível não apenas comprar, mas reformar, ampliar e construir um imóvel. Sem falar na possibilidade de adquirir um terreno para erguer um lar sob medida para sua família.

Em linhas gerais, o consórcio é um sistema de compra parcelada e programada de um bem. O valor que seria pago à vista é dividido por um prazo determinado. Como várias pessoas pagam a parcela ao mesmo tempo, o dinheiro arrecadado pelo grupo é transformado mensalmente em uma ou mais cartas de crédito, entregues aos participantes por sorteio ou lance. O pagamento das parcelas só termina quando todos os consorciados recebem o crédito para comprar seu bem.

“A principal vantagem do consórcio é a total ausência de juros sobre as parcelas e sobre o saldo devedor”, explica Luiz Fernando Savian, presidente da regional São Paulo da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac). “O produto é ótimo principalmente para que não tem necessidade de adquirir um bem imediatamente ou não pode fazer isso à vista”. Enquadram-se nesse perfil pessoas que estão de olho em um segundo imóvel, pensam em ajudar os filhos a ter seu próprio teto, querem casar ou simplesmente gostam de investir no mercado imobiliário.

Até agosto, 529,5 mil brasileiros participam ativamente de algum consórcio imobiliário. Apesar de o produto ser acessível a todos os públicos, a maioria dos consorciados  pertencem as classes A e B. Um dado curioso: as mulheres já respondem por 40% da carteira e há um aumento expressivo do número de jovens entre 20 e 29 anos que decidem comprar a casa própria com a ajuda do produto. Segundo a Abac, o número praticamente duplicou, saltando de 8% para 15% nos últimos três anos. “É um sinal de que nossa juventude está preocupada com seu patrimônio”, analisa Savian. Hoje, o mercado de consórcios responde por cerca de 25% dos imóveis financiados no Brasil.

Fonte: Diário do Grande ABC

Beleza em suaves prestações

terça-feira, 23 de junho de 2009

Quem planeja ficar ainda mais bonito sem entrar no vermelho já pode contar com os benefícios do mercado de consórcios em serviços, que incluem cirurgia plástica e outras intervenções. O modelo não cobra juros, apenas correção anual pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) das parcelas e do montante da carta de crédito.

A nova lei do consórcio, que entrou em vigor em fevereiro, permite às administradoras comercializarem este tipo de produto. A contemplação acontece por sorteio ou lance. No consórcios de serviços, os consorciados têm direito a três tipos de contemplações mensais: por sorteio, lance livre ou lance fixo antecipando um determinado número de parcelas.

Sistema facilita cirurgia reparadora

A dermatologista Fábia Martins explica que o consórcio vai ajudar não só pessoas interessadas em fazer uma intervenção estética, mas àqueles que precisam de cirurgia reparadora. “É importante que a sociedade encare a estética como um campo da saúde médica”, ressalta.

Além da cirurgia, os consumidores também estão aproveitando a opção do consórcio com a intenção de investir em educação. “Quem tem um filho que vai ingressar na faculdade daqui a três anos consegue juntar o dinheiro e pagar as mensalidades antecipadas, com algum desconto”, afirma o presidente da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), Luis Fernando Savian.

Além dos cursos de pós-graduação, as viagens para o exterior também estão entre as opções preferidas daqueles que contrataram esse consórcio. Uma vantagem é poder mudar de ideia sobre o serviço que será adquirido. Assim, o cliente pode entrar com a ideia de comprar uma viagem, mas acabar usando a grana para decorar a casa.

Fontes: O Dia Online/ São Paulo Agora

Consórcios: cartas são dinheiro na mão

terça-feira, 23 de junho de 2009

O crédito mais escasso, por conta da crise financeira, tem levado muitos consumidores a trocar o tradicional financiamento bancário pelo consórcio. A alternativa tem sido escolhida principalmente por quem pretende comprar um carro novo. Somente nos dois primeiros meses deste ano, as vendas de cotas para o segmento aumentaram 25%, depois de quase três anos de estabilidade.

“Sem dúvida houve uma migração do crédito direto ao consumidor para o sistema de consórcio. Como trabalhamos com prazos mais longos, de até 100 meses, sem a cobrança de taxa de juros, muita gente começou a redescobrir as vantagens desse sistema”, diz o presidente do Conselho Nacional da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), Idevaldo Rubens Mamprim.

Novas regras

Somam-se a essas vantagens a atualização da legislação aplicável ao setor de consórcios (Lei nº 11.795, de 8 de outubro de 2008), aprovadas pelo Banco Central. Com as atualizações, desde fevereiro passado, é possível usar a carta de crédito de consórcio para quitar financiamentos em aberto em qualquer instituição financeira.

Em vez de taxa de juros, o consorciado paga pelo produto taxas de administração, atualmente entre 15% e 18%, de acordo com o presidente do conselho da Abac. “Só que essas taxas são referentes a todo o prazo de vigência do contrato. Se ele for de 72 meses, por exemplo, serão 18% diluídos por todo esse tempo”, conta. São 18% de taxas em seis anos, em uma cota de automóvel, contra 1% ao mês no financiamento tradicional.

No consórcio, o interessado tem que esperar ser sorteado para ter acesso ao dinheiro ou dar lance para conseguir antecipar sua vez. Mas, até nesse ponto, a nova legislação tem se mostrado favorável às empresas que atuam no setor e aos consorciados. “Antes os consórcios trabalhavam com duas contemplações mensais: uma por meio de sorteio, outra por lance. Só que a nova legislação permitiu um aumento nesse número”, explica.

Fonte: Diário do Comércio