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Consórcio: uma modalidade de compra parcelada sem taxas de juros

terça-feira, 20 de agosto de 2019

 

 

 

Pauta-4

Muitos brasileiros têm optado pela modalidade Consórcio para adquirir um bem ou serviço. Isso porque o consórcio é uma forma de compra parcelada diferente dos financiamentos, pois tem a isenção das taxas de juros.

O Consórcio pode ser utilizado para a compra de automóveis, imobiliário, aquisição de placas de geração de energia solar, compra de móveis planejados, além da realização de serviços como cirurgias plásticas e viagens.

Fonte: abac.org.br

Consórcio como opção para a aquisição de bens

terça-feira, 20 de agosto de 2019

 

Dados da ABAC mostram que o segmento registrou aumento de 24,6% em negócios no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2018

Dados da ABAC mostram que o segmento registrou aumento de 24,6% em negócios no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2018

 

O consórcio é uma modalidade de compra parcelada e programada, sem incidência de juros, em que pessoas ou empresas se reúnem em grupos e contribuem, mensalmente, com quantia e em prazo determinados para que todos alcancem seus objetivos. Segundo informações da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o segmento registrou aumento de 24,6% em negócios no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2018. Isso quer dizer que as pessoas estão cada vez mais identificando no consórcio uma opção interessante para adquirir bens. Entre as vantagens estão os custos, inferiores aos dos financiamentos, por exemplo.

Fonte: abac.org.br

Mulheres adquirem 37% dos consórcios de imóveis

terça-feira, 20 de agosto de 2019

 

O crescimento significativo de 14%de mulheres foi registrado na faixa etária de até 20 anos

O crescimento significativo de 14%de mulheres foi registrado na faixa etária de até 20 anos

 

Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios de (ABAC), as mulheres representam 37% das aquisições da modalidade na categoria imóveis. Quando comparado com 2018, houve um crescimento significativo de 14% de mulheres na faixa etária de até 20 anos, ativas com o consórcio. Os dados da ABAC apontam que as vendas de novas cotas no quadrimestre do ano foram de volume recorde, quando comparado com os de anos anteriores, desde 2015.

O acumulado geral, registrado pela ABAC de janeiro a maio de 2019, registrou 921,5 mil na venda de cotas, valores importantes para ampliar a quantidade de consórcios.

Fonte: abac.org.br

Consórcios registram R$ 27,6 bilhões de adesões no primeiro trimestre de 2019

terça-feira, 25 de junho de 2019

 

Crescimento mostra que, cada dia mais, o consumidor passa a ter controle sobre sua vida financeira

Crescimento mostra que, cada dia mais, o consumidor passa a ter controle sobre sua vida financeira

 

Diferente de um financiamento comum, na modalidade de consórcio pode-se destacar o fato de que não há cobrança de juros, apenas uma taxa de administração que é diluída entre todos os meses do plano adquirido. Além é claro, a possibilidade de optar entre diferentes opções de valores e prazos.

Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), no primeiro trimestre de 2019, o segmento de consórcio apontou um crescimento nas vendas de novas contas ao atingir R$ 27,6 bilhões de adesões, um crescimento de 13% em relação ao mesmo período de 2018.  Ainda segundo a ABAC, a projeção é de que em 2019, o setor cresça 5,5% no volume.

Fonte: abac.org.br

 

Uso de consórcio para a compra de moto ou carro cresce 8,3% em 2018

sexta-feira, 26 de abril de 2019

 

Levantamento realizado pela ABAC mostra que foram 2,36 milhões de adesões

Levantamento realizado pela ABAC mostra que foram 2,36 milhões de adesões

 

A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) realizou um levantamento que apontou que o segmento de consórcio cresceu 8,3% em 2018 em relação a 2017 nas vendas de novas contas ao atingir 2,36 milhões de adesões. Ainda segundo a ABAC, a projeção do setor para 2019 é um crescimento de 5,5% no volume.

O economista Edval Lanulfo diz que, apesar das evidentes vantagens, o consórcio, especialmente de carros e motos, deve ser preferido para quem pode esperar para adquirir o bem”, ressalta, destacando que essa não deve ser uma opção para quem deseja ou precisa do bem imediatamente.

Lanulfo é enfático em destacar que quem deseja comprar um carro ou uma moto por essa modalidade deve realizar uma pesquisa entre as instituições que oferecem o consórcio e verificar a idoneidade da mesma junto ao Banco Central. O economista lembra que qualquer acordo deve ser feito por escrito e que o consumidor não deve se contentar com explicações ou garantias feitas apenas em ligações telefônicas ou em conversas presenciais. Outra dica importante do economista consiste em realizar o cálculo do total do valor das parcelas e comparar com o valor total da carta de crédito. ‘Muita gente fica estimulada apenas pelo valor das parcelas e esquecem que as taxas administrativas são importantes na hora de escolher um consórcio’, enfatiza, destacando que a economia feita nessa pesquisa pode garantir o IPVA e o seguro do automóvel.

Fonte: abac.org.br

Em 2018, ABAC registrou o melhor índice da história na adesão ao sistema de consócios

sexta-feira, 26 de abril de 2019

 

Pauta-11

 

O ano de 2018 registrou o melhor índice da história em relação à adesão ao sistema de consórcios. Segundo a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio) foi contabilizada a entrada de 2,6 milhões de novos consorciados, 9,2% a mais do que em 2017.

O setor de veículos leves, principalmente motocicletas, foi um dos que mais cresceu, com alta de 18,9%. Já, o segmento de veículos pesados apresentou alta de 24,5% na venda de cotas. Apesar da queda de 4% no tíquete médio anual, que girou em torno de R$ 40,86 mil, o faturamento do sistema de consórcios foi de R$ 106,08 bilhões, valor 4,6% maior do que o alcançado em 2017 e o melhor desempenho já registrado no país.

Com crescimento constante de janeiro a dezembro, o consórcio fechou o ano de 2018 com 7,13 milhões de consorciados ativos, 3,8% a mais que os 6,87 milhões de dezembro de 2017. Os créditos liberados aos contemplados registraram aumento de 1,3% em relação a 2017. Enquanto naquele ano o total atingido foi de R$ 39,9 bilhões, em 2018 foi de R$ 40,43 bilhões.

Os resultados confirmam a relevância do consórcio para a economia do país, que possibilita a compra de bens e serviços, movimentando a economia. No setor de motos, os créditos injetados no mercado interno pelas contemplações resultaram em uma a cada duas unidades vendidas.

Já, na indústria automobilística, os veículos leves, que incluem automóveis, camionetas e utilitários, resultaram em um a cada quatro automóveis comercializados. Com mais de R$ 106 bilhões em negócios, resultado de aproximadamente 2,6 milhões de adesões, o número de contemplações chegou a quase 1,2 milhão de consorciados, inserindo mais de R$ 40 bilhões no setor produtivo.

“Com todas as dificuldades enfrentadas no ano passado, o Sistema de Consórcios mostrou que continua sendo a alternativa mais simples e econômica para muitos consumidores”, explica Paulo Roberto Rossi, presidente-executivo da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios). … A expectativa para 2019 é a de repetição do crescimento acontecido em 2018.”

O otimismo, presente em quase todos os setores da economia brasileira, tem contagiado os consumidores. Considerando também o cenário positivo do controle da inflação, divulgado pelo Banco Central, o crescente Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a redução no endividamento das famílias, incluindo-se a queda do número de pessoas com dívidas em atraso com um aumento da consciência em relação à administração das finanças pessoais e consumo, torna-se importante que o mercado ofereça facilidades para estimular a concretização de novas conquistas.

Fonte: abac.org.br

Consórcio cresce 7,8% em 2017

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

 

Veja vantagens e desvantagens de comprar por meio desta modalidade

Veja vantagens e desvantagens de comprar por meio desta modalidade

 

Adquirir imóveis, automóveis e serviços pela modalidade segue em alta por não ser afetado pela oscilação de juros e ter condições mais amigáveis. Os brasileiros parecem ter redescoberto um método para adquirir bens em período de recessão econômica. O pré-requisito para essa estratégia de compra consiste em não haver pressa para ter a posse do imóvel próprio ou do veículo, por exemplo. Mesmo raciocínio vale para adquirir serviços como viagens, reformas e procedimentos estéticos, que entraram mais recentemente no rol dos consórcios. As vendas de novas cotas dessa modalidade de transação cresceram 7,8% nos primeiros cinco meses deste ano, quando comparadas com o mesmo período de 2016, segundo levantamento da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC).

De janeiro a maio foram vendidas 912,5 mil cartas de crédito, que dão direito à participação nas assembleias e aos sorteios dos bens de consumo. No ano passado, foram 846,3 mil novas cotas comercializadas por quem administra os consórcios. O volume de negócios atingiu R$ 36,3 bilhões, que representa um acréscimo de 24,7% em relação aos R$ 29,1 bilhões registrados há um ano.

Na avaliação do presidente da ABAC na Região Sul, Augusto Letti, a elevação da taxa de juros no Brasil, que impacta os financiamentos comuns, mas deixa imunes os consórcios, não é a única justificativa para tal cenário. O administrador acredita que esse comportamento também pode ser atribuído à tendência que as pessoas apresentam sobre o coletivo em relação à compra.  “O crescimento é reflexo de uma evolução do próprio consumidor, que apresenta uma maneira mais consciente de buscar recursos para consumir. Hoje, esse conceito do coletivo, do grupo se ajudando, está mais forte. E também é mérito para o próprio sistema de consórcio, que ganha confiança ao transmitir aos consumidores informações sobre esse tema da educação financeira”, avalia. Ainda conforme as impressões de Letti, em relação aos três Estados, é possível afirmar que há mais mulheres comprando por meio de consórcios. O planejamento também se dá, majoritariamente, entre pais que almejam comprar apartamento para os filhos, casais novos partindo para uma opção mais segura do que o aluguel, além da formação de patrimônio. E, claro, há a troca do automóvel próprio ou a compra de um segundo imóvel. Em Santa Catarina, 24,2% das compras de veículos leves (automóveis, utilitários e camionetas) feitas de janeiro a maio foram possibilitadas por meio de consórcio.

No ano passado, essa participação havia alcançado somente 20,7%. Logo atrás, vêm os consórcios de imóveis, que representaram 21% nas vendas desse tipo de bem e tiveram crescimento de 0,8 pontos percentuais neste ano.

Veículos impulsionam alta da modalidade

O analista de comércio eletrônico Jonatas Machado, 30, foi um dos catarinenses que aderiu à modalidade de compra quando decidiu trocar de carro há pouco mais de uma semana. Na tentativa de ser contemplado rapidamente, ele vendeu o veículo antigo, guardou o dinheiro na poupança e, agora, espera a oportunidade ideal para realizar um lance. Com a decisão optou por uma taxa de administração de cerca de 15% em detrimento aos juros que variam entre 13,3% e 69,36% ao ano, conforme o Banco Central. Acredita estar fazendo um bom negócio e, dentro de três meses, ou mais precisamente 12 assembleias, projeta buscar as chaves do veículo. “Peguei uma carta significativamente mais alta justamente porque eu tenho a intenção de dar um lance alto para conseguir tirar mais rápido. Tudo isso me leva a acreditar que eu vou conseguir a contemplação com certa brevidade, levando em consideração que eu tenho um bom lance para ser dado e pela quantidade de pessoas que participam da mesma carta. Mas, para mim, por ora, é muito tranquilo porque eu não tenho pressa, já que posso ir trabalhar de ônibus”, afirma Machado.

Ele conta que, antes de assinar o contrato, prestou atenção em variáveis como flexibilidade, valores e quantidade de prestações, além de ter pensado em uma proposta atrativa. São as mesmas recomendações do consultor financeiro Crisanto Soares Ribeiro, que também é professor na Universidade do Vale do Itajaí (Univali). “O cidadão comum ainda não teve acesso a um impacto efetivo da redução dos juros e isso ainda vai levar muito tempo. Então, muitas pessoas têm usado o consórcio como forma de planejamento. Se pode esperar um pouco mais para ter acesso ao bem, os custos são menores do que os de outros financiamentos, como o leasing. É preciso colocar na balança o custo e o prazo de cada operação”, recomenda Ribeiro. O consultor ainda faz uma ressalva: não é interessante se a intenção for investir, pois há opções bem mais rentáveis, como o fundo de ações, apesar do risco.

Fonte: http://abac.org.br/servicos/clipping/agosto2017/10_08_17/o_sol.pdf

 

Consórcio de carros como alternativa

segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Crise Econômica faz procura por Consórcio de Veículos crescer no Brasil

Crise Econômica faz procura por Consórcio de Veículos crescer no Brasil

Em tempos de crise e problemas econômicos agravados pelos juros altos e a restrição cada vez maior de crédito, a alternativa mais “sensata” encontrada por aqueles que querem adquirir um carro surge com o nome de “consórcio”.

Considerando problemas passados e os atuais, o consórcio de veículos tem se mostrado eficiente e conseguido se manter “imune” a diversas consequências oriundas das questões econômicas. A adesão de cada vez mais pessoas aos consórcios de veículos tem crescido ano após ano no Brasil.

De acordo com dados levantados pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), em 2015 foi registrado um aumento na participação ativa em todas as categorias indo de veículos leves, passando pelos caminhões e até motocicletas. Outra curiosidade é que em todos os segmentos analisados o índice apontado acabou sendo bem maior do que os registrados nos patamares dos últimos anos.

Usando como exemplo os veículos leves em 2015, as vendas atingiram 25,31%. Para se ter ideia, esse percentual é mais do que o dobro de 2011. E a expectativa é de que em 2016 a coisa siga nesse sentido.

O perfil dos compradores também é um aspecto interessante: Ele tem mudado nos últimos anos. No lugar de encontrarmos uma grande parcela de homens idealizando um novo veículo, vamos encontrar uma parcela significativa de mulheres. Esse público geralmente conta com idade entre 26 e 35 anos. Elas representam já em 2016 um percentual 40% maior do que o visto em 2015. Já a faixa de preços buscados por elas é de cerca de R$ 26.000,00.

Alguns representantes de consórcios comentam sobre essa presença das mulheres destacando que elas é que foram em parte, as grandes responsáveis pelo crescimento de vendas nos consórcios. De acordo com a maioria, as mulheres se preocupam mais com o investimento enquanto que os homens com o rendimento. Nesse meio tempo é interessante observarmos as vantagens que os consórcios de veículos apresentam e que obviamente atraem a atenção nesses tempos difíceis.

Entre eles estão aspectos como a ausência de juros, a possibilidade de não ter entrada ou parcelas intermediárias, as taxas menores, uma burocracia menor, a diversidade de crédito e a praticidade de encontrar parcelas que caibam no bolso do consumidor.

Fonte: Portal Carro Bonito

Em três meses, vendas de consórcios aumentaram 10%

quarta-feira, 28 de setembro de 2016
De acordo com a Abac, de janeiro a julho deste ano, os créditos concedidos totalizaram R$ 23,09 bilhões. Foto: Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

De acordo com a Abac, de janeiro a julho deste ano, os créditos concedidos totalizaram R$ 23,09 bilhões. Foto: Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), as novas adesões a cotas de consórcio cresceram 10% de maio a julho deste ano, alcançando um montante de R$ 7 milhões em consorciados ativos. Segundo os números, houve queda de 2% no volume de participantes ativos, que passou de 7,15 milhões em julho de 2015 para 7,01 milhões em julho deste ano.

Nos primeiros sete meses deste ano as adesões atingiram 1,2 milhão, contra 1,36 milhão no mesmo período de 2015, representando uma queda de 11,8%. O acumulado nas contemplações dos diversos setores mostrou retração de 8%, passando de 830,4 mil nos primeiros sete meses de 2015 para 764 mil em igual período deste ano. Na movimentação de valores também houve reduções. Os créditos comercializados chegaram a R$ 42,57 bilhões no acumulado de sete meses, 15,7% menor que o mesmo período de 2015.

De janeiro a julho deste ano, os créditos concedidos totalizaram R$ 23,09 bilhões. Esse valor é 3,1% inferior aos R$ 23,83 bilhões no mesmo acumulado em 2015. Veículos e imóveis – Segundo o levantamento, a participação do setor de veículos leves passou de 7,8% em 2009 para 32,4% em 2016, avanço de 24,6 pontos percentuais. No setor de motocicletas, a participação chegou a 37,5% em 2009 e atingiu 63,6% no fim dos seis primeiros meses deste ano.

No mercado interno de caminhões, houve crescimento de 17,8% registrado em 2009 para 81,9% no fim de junho deste ano. O setor de imóveis alcançou 17,8% em 2009, com aumento para 27,2% este ano.

(Fonte: Agência Brasil)

CONTRAMÃO DA ECONOMIA, CONSÓRCIOS FECHAM 2015 EM ALTA DE 13,9%

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

PAUTA 3

Com crescimento de mais de 40%, imóveis lideraram as adesões aos consórcios, enquanto serviços, veículos leves e pesados superaram os 10% no ano passado

 Ao fechar os dados relativos a 2015, o Sistema de Consórcios registrou crescimento de 13,9% em negócios realizados sobre 2014. Apesar das dificuldades econômicas, a modalidade genuinamente brasileira revelou-se importante para manutenção dos objetivos de consumidores, famílias e empresas.

Com R$ 89,61 bilhões totalizados em dezembro último, acima dos R$ 78,68 bilhões de um ano antes, os consórcios estiveram na contramão da economia durante os doze meses. “Ao demonstrar maturidade para enfrentar a crise motivada pela inflação crescente, alta taxa de juros, além da pouca confiança e aumento nos índices de desemprego”, explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, “parcela significativa dos consumidores, depois de rever e ajustar seus orçamentos mensais continuou assumindo compromissos financeiros mais coerentes com o momento, sempre levando em conta disponibilidade e responsabilidade de consumo”.

De janeiro a dezembro do ano passado, o acumulado das novas adesões atingiu 2,40 milhões, 2,1% mais que 2,35 milhões do mesmo período de 2014. Pesquisa realizada no final do ano passado pela Quorum Brasil, por solicitação da ABAC, mostrou que, uma das principais características que viabilizaram entradas de novos consorciados no Sistema foi o planejamento. Entre os entrevistados, 69% dos pesquisados confirmaram ter decidido seu futuro programando a adesão, depois de analisar e comparar as oportunidades.

Com 7,17 milhões de consorciados ativos contabilizados no fechamento do balanço anual, 1,4% mais que os 7,07 milhões de dezembro de 2014, o Sistema de Consórcios confirmou poder ser boa opção para os que, cientes da essência da educação financeira, desejem manter seu nível de qualidade de vida, adquirindo bens ou contratando serviços, sem endividamentos em compromissos de longo prazo.

O perfil do participante do Sistema de Consórcios, de acordo com aquele levantamento feito pela Quorum Brasil, apontou, entre 1.100 entrevistas feitas com consorciados, predominância da classe C com 44%, seguida pelas B e D com 26% e 23%, respectivamente. A classe A somou 7%, dentro da definição do IBGE (gráfico a seguir).

Fonte: Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC)