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2,11 milhões de novas cotas de consórcio foram vendidas entre janeiro a setembro de 2019

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

 

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Número representa um aumento de 12,23% sobre o mesmo período de 2018

 

A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) revelou que entre janeiro a setembro de 2019 foram vendidas 2,11 milhões de novas cotas de consórcio, representando um aumento de 12,23% sobre o mesmo período de 2018, quando atingiu 1,88 milhão.

O número, o valor das parcelas e a ausência de juros são alguns dos fatores que estimulam a procura por essa modalidade de compra. O estudo destaca que 49% dos jovens, nas faixas etárias de 18 a 24 anos e de 25 a 34 anos, sinalizaram a intenção de compra de bens pelo consórcio.

Fonte: abac.org.br

Consórcio: uma opção para adquirir bens ou serviços de forma planejada

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

 

Segundo dados da ABAC, o segmento cresceu 14,75% no primeiro semestre de 2019

Segundo dados da ABAC, o segmento cresceu 14,75% no primeiro semestre de 2019

 

Segundo informações da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac, o segmento de consórcios cresceu 14,75% no primeiro semestre de 2019, em comparação ao mesmo período do ano passado. Sinal de que a modalidade é uma opção para adquirir bens ou serviços de forma planejada, que atende um público diverso, principalmente por ser um produto que foge das altas taxas de juros e permite ao consumidor escolher prazos e formas de pagamento que cabem no bolso. A modalidade é a forma planejada mais flexível e barata de conquistar bens e serviços. Essa flexibilidade se estende até mesmo no momento da contemplação.

 

O uso do consórcio vai muito além da aquisição de imóveis ou veículos. As administradoras já oferecem diversos serviços a seus clientes, que podem contratar um procedimento estético, uma viagem, cursos, reformas residenciais ou empresariais, entre outras opções, desde que exista uma nota fiscal ou contrato de prestação de serviços.

Ao decidir comprar um bem ou serviço, é comum questionar qual a melhor opção: consórcio ou financiamento. No consórcio não há juros ou imposto sobre operações financeiras (IOF). O cliente paga apenas uma taxa de administração, que é calculada sobre o valor do bem.

Fonte: exame.abri.com.br

Um em cada quatro veículos leves vendidos no país é por consórcio

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

 

No oitavo mês do ano, o Sistema de Consórcios fecha com crescimento de quase 30% nos negócios e 15% nas adesões

No oitavo mês do ano, o Sistema de Consórcios fecha com crescimento de quase 30% nos negócios e 15% nas adesões

 

Em recente levantamento realizado pela ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) referente ao encerramento do primeiro semestre deste ano, os números mostram que a cada quatro veículos leves novos comercializados no país, um foi adquirido potencialmente com crédito concedido por contemplação no Sistema de Consórcios. No oitavo mês do ano, o Sistema de Consórcios fechou com crescimento de quase 30% nos negócios e 15% nas adesões.

Fonte: abac.org.br

Consórcio: uma modalidade de compra parcelada sem taxas de juros

terça-feira, 20 de agosto de 2019

 

 

 

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Muitos brasileiros têm optado pela modalidade Consórcio para adquirir um bem ou serviço. Isso porque o consórcio é uma forma de compra parcelada diferente dos financiamentos, pois tem a isenção das taxas de juros.

O Consórcio pode ser utilizado para a compra de automóveis, imobiliário, aquisição de placas de geração de energia solar, compra de móveis planejados, além da realização de serviços como cirurgias plásticas e viagens.

Fonte: abac.org.br

Consórcio como opção para a aquisição de bens

terça-feira, 20 de agosto de 2019

 

Dados da ABAC mostram que o segmento registrou aumento de 24,6% em negócios no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2018

Dados da ABAC mostram que o segmento registrou aumento de 24,6% em negócios no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2018

 

O consórcio é uma modalidade de compra parcelada e programada, sem incidência de juros, em que pessoas ou empresas se reúnem em grupos e contribuem, mensalmente, com quantia e em prazo determinados para que todos alcancem seus objetivos. Segundo informações da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o segmento registrou aumento de 24,6% em negócios no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2018. Isso quer dizer que as pessoas estão cada vez mais identificando no consórcio uma opção interessante para adquirir bens. Entre as vantagens estão os custos, inferiores aos dos financiamentos, por exemplo.

Fonte: abac.org.br

Mulheres adquirem 37% dos consórcios de imóveis

terça-feira, 20 de agosto de 2019

 

O crescimento significativo de 14%de mulheres foi registrado na faixa etária de até 20 anos

O crescimento significativo de 14%de mulheres foi registrado na faixa etária de até 20 anos

 

Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios de (ABAC), as mulheres representam 37% das aquisições da modalidade na categoria imóveis. Quando comparado com 2018, houve um crescimento significativo de 14% de mulheres na faixa etária de até 20 anos, ativas com o consórcio. Os dados da ABAC apontam que as vendas de novas cotas no quadrimestre do ano foram de volume recorde, quando comparado com os de anos anteriores, desde 2015.

O acumulado geral, registrado pela ABAC de janeiro a maio de 2019, registrou 921,5 mil na venda de cotas, valores importantes para ampliar a quantidade de consórcios.

Fonte: abac.org.br

Consórcios registram R$ 27,6 bilhões de adesões no primeiro trimestre de 2019

terça-feira, 25 de junho de 2019

 

Crescimento mostra que, cada dia mais, o consumidor passa a ter controle sobre sua vida financeira

Crescimento mostra que, cada dia mais, o consumidor passa a ter controle sobre sua vida financeira

 

Diferente de um financiamento comum, na modalidade de consórcio pode-se destacar o fato de que não há cobrança de juros, apenas uma taxa de administração que é diluída entre todos os meses do plano adquirido. Além é claro, a possibilidade de optar entre diferentes opções de valores e prazos.

Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), no primeiro trimestre de 2019, o segmento de consórcio apontou um crescimento nas vendas de novas contas ao atingir R$ 27,6 bilhões de adesões, um crescimento de 13% em relação ao mesmo período de 2018.  Ainda segundo a ABAC, a projeção é de que em 2019, o setor cresça 5,5% no volume.

Fonte: abac.org.br

 

Uso de consórcio para a compra de moto ou carro cresce 8,3% em 2018

sexta-feira, 26 de abril de 2019

 

Levantamento realizado pela ABAC mostra que foram 2,36 milhões de adesões

Levantamento realizado pela ABAC mostra que foram 2,36 milhões de adesões

 

A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) realizou um levantamento que apontou que o segmento de consórcio cresceu 8,3% em 2018 em relação a 2017 nas vendas de novas contas ao atingir 2,36 milhões de adesões. Ainda segundo a ABAC, a projeção do setor para 2019 é um crescimento de 5,5% no volume.

O economista Edval Lanulfo diz que, apesar das evidentes vantagens, o consórcio, especialmente de carros e motos, deve ser preferido para quem pode esperar para adquirir o bem”, ressalta, destacando que essa não deve ser uma opção para quem deseja ou precisa do bem imediatamente.

Lanulfo é enfático em destacar que quem deseja comprar um carro ou uma moto por essa modalidade deve realizar uma pesquisa entre as instituições que oferecem o consórcio e verificar a idoneidade da mesma junto ao Banco Central. O economista lembra que qualquer acordo deve ser feito por escrito e que o consumidor não deve se contentar com explicações ou garantias feitas apenas em ligações telefônicas ou em conversas presenciais. Outra dica importante do economista consiste em realizar o cálculo do total do valor das parcelas e comparar com o valor total da carta de crédito. ‘Muita gente fica estimulada apenas pelo valor das parcelas e esquecem que as taxas administrativas são importantes na hora de escolher um consórcio’, enfatiza, destacando que a economia feita nessa pesquisa pode garantir o IPVA e o seguro do automóvel.

Fonte: abac.org.br

Em 2018, ABAC registrou o melhor índice da história na adesão ao sistema de consócios

sexta-feira, 26 de abril de 2019

 

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O ano de 2018 registrou o melhor índice da história em relação à adesão ao sistema de consórcios. Segundo a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio) foi contabilizada a entrada de 2,6 milhões de novos consorciados, 9,2% a mais do que em 2017.

O setor de veículos leves, principalmente motocicletas, foi um dos que mais cresceu, com alta de 18,9%. Já, o segmento de veículos pesados apresentou alta de 24,5% na venda de cotas. Apesar da queda de 4% no tíquete médio anual, que girou em torno de R$ 40,86 mil, o faturamento do sistema de consórcios foi de R$ 106,08 bilhões, valor 4,6% maior do que o alcançado em 2017 e o melhor desempenho já registrado no país.

Com crescimento constante de janeiro a dezembro, o consórcio fechou o ano de 2018 com 7,13 milhões de consorciados ativos, 3,8% a mais que os 6,87 milhões de dezembro de 2017. Os créditos liberados aos contemplados registraram aumento de 1,3% em relação a 2017. Enquanto naquele ano o total atingido foi de R$ 39,9 bilhões, em 2018 foi de R$ 40,43 bilhões.

Os resultados confirmam a relevância do consórcio para a economia do país, que possibilita a compra de bens e serviços, movimentando a economia. No setor de motos, os créditos injetados no mercado interno pelas contemplações resultaram em uma a cada duas unidades vendidas.

Já, na indústria automobilística, os veículos leves, que incluem automóveis, camionetas e utilitários, resultaram em um a cada quatro automóveis comercializados. Com mais de R$ 106 bilhões em negócios, resultado de aproximadamente 2,6 milhões de adesões, o número de contemplações chegou a quase 1,2 milhão de consorciados, inserindo mais de R$ 40 bilhões no setor produtivo.

“Com todas as dificuldades enfrentadas no ano passado, o Sistema de Consórcios mostrou que continua sendo a alternativa mais simples e econômica para muitos consumidores”, explica Paulo Roberto Rossi, presidente-executivo da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios). … A expectativa para 2019 é a de repetição do crescimento acontecido em 2018.”

O otimismo, presente em quase todos os setores da economia brasileira, tem contagiado os consumidores. Considerando também o cenário positivo do controle da inflação, divulgado pelo Banco Central, o crescente Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a redução no endividamento das famílias, incluindo-se a queda do número de pessoas com dívidas em atraso com um aumento da consciência em relação à administração das finanças pessoais e consumo, torna-se importante que o mercado ofereça facilidades para estimular a concretização de novas conquistas.

Fonte: abac.org.br

Consórcio cresce 7,8% em 2017

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

 

Veja vantagens e desvantagens de comprar por meio desta modalidade

Veja vantagens e desvantagens de comprar por meio desta modalidade

 

Adquirir imóveis, automóveis e serviços pela modalidade segue em alta por não ser afetado pela oscilação de juros e ter condições mais amigáveis. Os brasileiros parecem ter redescoberto um método para adquirir bens em período de recessão econômica. O pré-requisito para essa estratégia de compra consiste em não haver pressa para ter a posse do imóvel próprio ou do veículo, por exemplo. Mesmo raciocínio vale para adquirir serviços como viagens, reformas e procedimentos estéticos, que entraram mais recentemente no rol dos consórcios. As vendas de novas cotas dessa modalidade de transação cresceram 7,8% nos primeiros cinco meses deste ano, quando comparadas com o mesmo período de 2016, segundo levantamento da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC).

De janeiro a maio foram vendidas 912,5 mil cartas de crédito, que dão direito à participação nas assembleias e aos sorteios dos bens de consumo. No ano passado, foram 846,3 mil novas cotas comercializadas por quem administra os consórcios. O volume de negócios atingiu R$ 36,3 bilhões, que representa um acréscimo de 24,7% em relação aos R$ 29,1 bilhões registrados há um ano.

Na avaliação do presidente da ABAC na Região Sul, Augusto Letti, a elevação da taxa de juros no Brasil, que impacta os financiamentos comuns, mas deixa imunes os consórcios, não é a única justificativa para tal cenário. O administrador acredita que esse comportamento também pode ser atribuído à tendência que as pessoas apresentam sobre o coletivo em relação à compra.  “O crescimento é reflexo de uma evolução do próprio consumidor, que apresenta uma maneira mais consciente de buscar recursos para consumir. Hoje, esse conceito do coletivo, do grupo se ajudando, está mais forte. E também é mérito para o próprio sistema de consórcio, que ganha confiança ao transmitir aos consumidores informações sobre esse tema da educação financeira”, avalia. Ainda conforme as impressões de Letti, em relação aos três Estados, é possível afirmar que há mais mulheres comprando por meio de consórcios. O planejamento também se dá, majoritariamente, entre pais que almejam comprar apartamento para os filhos, casais novos partindo para uma opção mais segura do que o aluguel, além da formação de patrimônio. E, claro, há a troca do automóvel próprio ou a compra de um segundo imóvel. Em Santa Catarina, 24,2% das compras de veículos leves (automóveis, utilitários e camionetas) feitas de janeiro a maio foram possibilitadas por meio de consórcio.

No ano passado, essa participação havia alcançado somente 20,7%. Logo atrás, vêm os consórcios de imóveis, que representaram 21% nas vendas desse tipo de bem e tiveram crescimento de 0,8 pontos percentuais neste ano.

Veículos impulsionam alta da modalidade

O analista de comércio eletrônico Jonatas Machado, 30, foi um dos catarinenses que aderiu à modalidade de compra quando decidiu trocar de carro há pouco mais de uma semana. Na tentativa de ser contemplado rapidamente, ele vendeu o veículo antigo, guardou o dinheiro na poupança e, agora, espera a oportunidade ideal para realizar um lance. Com a decisão optou por uma taxa de administração de cerca de 15% em detrimento aos juros que variam entre 13,3% e 69,36% ao ano, conforme o Banco Central. Acredita estar fazendo um bom negócio e, dentro de três meses, ou mais precisamente 12 assembleias, projeta buscar as chaves do veículo. “Peguei uma carta significativamente mais alta justamente porque eu tenho a intenção de dar um lance alto para conseguir tirar mais rápido. Tudo isso me leva a acreditar que eu vou conseguir a contemplação com certa brevidade, levando em consideração que eu tenho um bom lance para ser dado e pela quantidade de pessoas que participam da mesma carta. Mas, para mim, por ora, é muito tranquilo porque eu não tenho pressa, já que posso ir trabalhar de ônibus”, afirma Machado.

Ele conta que, antes de assinar o contrato, prestou atenção em variáveis como flexibilidade, valores e quantidade de prestações, além de ter pensado em uma proposta atrativa. São as mesmas recomendações do consultor financeiro Crisanto Soares Ribeiro, que também é professor na Universidade do Vale do Itajaí (Univali). “O cidadão comum ainda não teve acesso a um impacto efetivo da redução dos juros e isso ainda vai levar muito tempo. Então, muitas pessoas têm usado o consórcio como forma de planejamento. Se pode esperar um pouco mais para ter acesso ao bem, os custos são menores do que os de outros financiamentos, como o leasing. É preciso colocar na balança o custo e o prazo de cada operação”, recomenda Ribeiro. O consultor ainda faz uma ressalva: não é interessante se a intenção for investir, pois há opções bem mais rentáveis, como o fundo de ações, apesar do risco.

Fonte: http://abac.org.br/servicos/clipping/agosto2017/10_08_17/o_sol.pdf