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Consórcio desponta na aquisição da casa própria

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

 

Além de não cobrar juros nas parcelas, a modalidade é flexível e permite ao cliente decidir o valor e a quantidade de parcelas que cabem no seu bolso

Além de não cobrar juros nas parcelas, a modalidade é flexível e permite ao cliente decidir o valor e a quantidade de parcelas que cabem no seu bolso.

Em um cenário em que cerca de 40% dos brasileiros (IBGE) não têm um imóvel, a modalidade de crédito tipicamente brasileira desponta como possibilidade para consumidores de diversos perfis: o consórcio. Além de não cobrar juros nas parcelas, o consórcio é uma modalidade flexível, que permite ao cliente decidir o valor e a quantidade de parcelas que cabem no seu bolso. Por se tratar de uma poupança programada, o consórcio de imóveis é recomendado para quem está se planejando em ter um bem de alto valor. Confira algumas vantagens:

 

  • O consórcio não cobra juros e, sim, uma taxa de administração. Essa taxa varia de 18 a 22% do valor total do crédito e é incluída nas parcelas desde a simulação;
  • Não cobra entrada. Dessa forma, é possível aderir a um plano de R$ 100 mil, por exemplo, pagando apenas a parcela inicial (similar às demais parcelas), que já será abatida do saldo devedor;
  • Aceita FGTS: o consórcio aceita o saldo do fundo de garantia para amortizar ou quitar a cota. Para tanto, bastar ofertar um lance no valor que você tem disponível no Fundo.
  • Flexibilidade: além de assegurar o melhor valor de parcela no início do plano, o consórcio de imóveis também viabiliza negociações em casos de necessidade.

 

Fonte: abac.org.br

 

Consórcio: uma modalidade de compra parcelada sem taxas de juros

terça-feira, 20 de agosto de 2019

 

 

 

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Muitos brasileiros têm optado pela modalidade Consórcio para adquirir um bem ou serviço. Isso porque o consórcio é uma forma de compra parcelada diferente dos financiamentos, pois tem a isenção das taxas de juros.

O Consórcio pode ser utilizado para a compra de automóveis, imobiliário, aquisição de placas de geração de energia solar, compra de móveis planejados, além da realização de serviços como cirurgias plásticas e viagens.

Fonte: abac.org.br

Para que servem as garantias no consórcio?

quinta-feira, 9 de maio de 2019

 

O consórcio é “a arte de poupar em grupo” porque na modalidade as pessoas se juntam para formar um capital (poupança) que será utilizado por todos para a realização dos seus objetivos

O consórcio é “a arte de poupar em grupo” porque na modalidade as pessoas se juntam para formar um capital (poupança) que será utilizado por todos para a realização dos seus objetivos

 

Na modalidade consórcio, as pessoas se juntam para formar um capital (poupança), que será utilizada por todos para a realização dos seus objetivos. É “a arte de poupar em grupo”. Para o sucesso do grupo é fundamental que todos cumpram com suas obrigações financeiras. É por isso que existem as garantias no consórcio.

Como consórcio é autofinanciamento (ou seja, os recursos utilizados nas contemplações têm como origem os próprios participantes), caso um ou mais consorciados que já utilizaram o crédito deixem de pagar suas parcelas, o grupo poderá ter dificuldade em arrecadar o valor suficiente para realizar as contemplações nos termos contratados.

O consorciado contemplado, por sorteio ou lance, tem o direito de utilizar o crédito contratado para adquirir o bem ou serviço desejado. Mas, para disponibilizar o crédito ao consorciado contemplado com segurança, a administradora solicita garantias. Sempre é obedecida a forma estabelecida na Lei nº 11.795/2008 e o que está indicado no contrato.

As garantias servem para cobrir o pagamento do saldo devedor caso o consorciado contemplado se torne inadimplente. Neste caso, a administradora poderá executá-las e obter recursos para ressarcir o grupo. Logo, elas contribuem para que o direito de todos à contemplação seja preservado.

Retomado o bem, a administradora providenciará sua venda. O valor arrecadado abaterá o saldo devedor, incluindo as despesas decorrentes da cobrança. Caso o valor da venda do bem supere o valor do saldo devedor, a administradora devolverá a diferença ao consorciado. Se, contudo, o valor da venda do bem não for suficiente para quitar o saldo devedor, o consorciado continuará responsável pela diferença.

Quais garantias devem ser apresentadas?

A garantia sempre será o próprio bem comprado com o crédito disponibilizado pelo grupo, o qual fica alienado à administradora até a quitação do saldo devedor. A administradora também pode exigir garantias complementares (outro bem, um fiador, ou os dois), desde que previstas em contrato e proporcionais ao saldo devedor do consorciado contemplado.

Administradoras devem ser autorizadas

Por toda responsabilidade na gestão de um consórcio, é fundamental que isso seja feito por uma empresa autorizada pelo BC. Afinal, o consórcio representa a realização dos sonhos para todos os seus participantes.

 

Fonte: blog.abac.org.br

Quais as vantagens do consórcio imobiliário?

quinta-feira, 9 de maio de 2019

 

A modalidade é uma alternativa de conquista da casa própria

A modalidade é uma alternativa de conquista da casa própria

 

A casa própria continua sendo um dos maiores sonhos dos brasileiros. Estima-se que, no Brasil, mais de 30 milhões de pessoas morem de aluguel. Um dos projetos que mais apresentam benefícios é o consórcio de imóveis, que funciona como qualquer consórcio e é uma forma de juntar dinheiro, já que todo o mês a pessoa paga um valor para uma instituição e depois de algum tempo é contemplada. Considerada uma das opções mais seguras para se conseguir o próprio imóvel, a modalidade consórcio também é oferecida pela Breitkopf. Fale com um de nossos atendentes em:

Breitkopf Consórcios

Fonte: Abac.org.br

Vantagens em fazer um consórcio

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

 

A Breitkopf Consórcios elencou 10 motivos para optar pela modalid

A Breitkopf Consórcios elencou 10 motivos para optar pela modalidade

 

O Sistema de Consórcios é uma modalidade de acesso ao mercado de consumo baseado na união de pessoas físicas ou jurídicas. Fazer um consórcio é formar uma poupança comum, destinada à aquisição de bens móveis e imóveis por meio de um autofinanciamento.

 

Isso quer dizer que, em grupo, os consorciados contribuem com uma parcela mensal e formam um fundo do qual todos eles, contemplados por sorteio ou lance, podem utilizar uma parte para adquirir um bem.

 

Se você está pensando em adquirir determinado bem, confira os 10 motivos elencados pela Breitkopf Consórcios:

 

  • Diversidade de planos: pelo consórcio, antes de assinar um contrato com uma administradora autorizada pelo Banco Central, você define quanto precisa para comprar o bem desejado, o valor da parcela que cabe no seu bolso e decide também em quanto tempo deseja pagar as mensalidades, ou seja, o tempo máximo para o recebimento da carta de crédito e a aquisição do bem. Por isso, o consórcio é um mecanismo bastante flexível;
  • Baixos custos: no Sistema de Consórcios não existem juros. Você paga taxa de administração, que é a remuneração da administradora pelos serviços prestados aos consorciados na formação, organização e administração do grupo de consórcios. Os valores dessa taxa variam entre as administradoras;
  • Parcelamento integral: no consórcio, o valor do bem é dividido integralmente na quantidade de mensalidades pré-estabelecidas em contrato entre o consorciado e a administradora. Dessa forma, para iniciar um consórcio, você não precisa possuir grande parte do valor da compra;
  • Flexibilidade de uso do crédito: quando é contemplado, o consorciado pode optar por adquirir qualquer bem pertencente à categoria de seu grupo de consórcio.
  • Poder de compra à vista: a carta de crédito que você recebe ao ser contemplado por sorteio ou lance equivale à compra de um bem à vista. Dessa forma, no momento da aquisição, você tem ainda o poder de barganha e de negociação para conseguir benefícios e melhores preços.
  • Valor do bem sempre atualizado: para garantir que você tenha o poder de compra do bem desejado, no consórcio, o valor da carta de crédito é sempre atualizado. Isso é necessário, pois, como muitos grupos de consórcio podem durar alguns anos, o valor do bem pode variar para mais ou para menos no momento da contemplação. Dessa forma, as administradoras realizam os cálculos e atualizam o valor da carta de crédito de cada consorciado do grupo, reajustando o valor das parcelas. É importante lembrar que os critérios para os reajustes da carta de crédito devem constar no contrato, variam entre os segmentos e também são diferentes entre as administradoras.
  • Possibilidade de antecipar a contemplação com lance: além do sorteio mensal, você pode acelerar o recebimento da carta de crédito ofertando lances, que nada mais é do que a antecipação de prestações, diminuindo o prazo de pagamento ou o valor da parcela, conforme estabelecido em contrato.
  • Possibilidade de utilizar até 10% do crédito para despesas: outro motivo parafazer um consórcio é poder pagar despesas relacionadas à aquisição do bem (como transferências de propriedade, tributos, registros cartoriais, instituições de registros e seguro) usando até 10% do valor total de crédito recebido na contemplação.
  • Estímulo ao consumo responsável: ao fazer um consórcio, o consumidor planeja-se de acordo com parcelas que cabem no seu bolso. Dessa forma, a modalidade incentiva o consumidor a traçar seu orçamento mensal e a programar o uso dos recursos para a aquisição de bens, funcionando também como uma “blindagem” contra compras sem planejamento.
  • Formação ou ampliação de patrimônio pessoal, familiar ou empresarial: o planejamento é a essência do consórcio e também do sucesso financeiro. Por isso, a aquisição de cotas, de forma programada e dentro de suas possibilidades, pode representar uma facilidade para você programar seu futuro, o de sua família e até mesmo o da sua empresa, conquistando bens e ampliando seu patrimônio pessoal, familiar e empresarial. Afinal, ao fazer um consórcio, você pode programar a compra de sua casa própria, do carro novo da família ou até mesmo da sede da sua empresa.

 

Ficou interessado? Busque orientação em uma de nossas unidades.

 

Fonte: Abac

Negociar à vista está entre as vantagens do consórcio

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

 

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A modalidade é considerada uma compra parcelada, na qual os participantes pagam valores mensais para a formação de uma poupança coletiva, usada para as contemplações por sorteio ou lance

 

Ter um carro zero quilômetro ou adquirir a casa própria estão entre os sonhos de milhares de brasileiros. Mas como pagá-los à vista em tempos de juros elevados e restrição de crédito? Optar pelo sistema de consórcios pode ser uma ótima alternativa.
O consórcio é considerado uma modalidade de compra parcelada, na qual os participantes, reunidos em grupo, pagam valores mensais para a formação de uma poupança coletiva, usada posteriormente para as contemplações por sorteio ou lance. Mesmo parcelado e sem a incidência de juros, o consórcio proporciona poder de compra à vista. Essa vantagem representa que, ao ser contemplado, o consorciado recebe o valor do crédito que contratou e passa a contar com o poder de barganha, além da possibilidade de conseguir ótimos descontos durante uma negociação.
No consórcio, para que você tenha o poder de compra do bem desejado, o valor da carta de crédito é atualizado. Isso é necessário uma vez que os grupos de consórcio podem durar algum tempo e o valor do bem pode variar para mais ou para menos no momento da contemplação. Dessa forma, as administradoras realizam os cálculos e atualizam o valor da carta de crédito de cada consorciado do grupo, reajustando o valor das parcelas.
Faça uma simulação com o bem desejado na Breitkopf Consórcios e confira todas as vantagens.
Fonte: InfoMoney/ABAC

Consórcio cresce 7,8% em 2017

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

 

Veja vantagens e desvantagens de comprar por meio desta modalidade

Veja vantagens e desvantagens de comprar por meio desta modalidade

 

Adquirir imóveis, automóveis e serviços pela modalidade segue em alta por não ser afetado pela oscilação de juros e ter condições mais amigáveis. Os brasileiros parecem ter redescoberto um método para adquirir bens em período de recessão econômica. O pré-requisito para essa estratégia de compra consiste em não haver pressa para ter a posse do imóvel próprio ou do veículo, por exemplo. Mesmo raciocínio vale para adquirir serviços como viagens, reformas e procedimentos estéticos, que entraram mais recentemente no rol dos consórcios. As vendas de novas cotas dessa modalidade de transação cresceram 7,8% nos primeiros cinco meses deste ano, quando comparadas com o mesmo período de 2016, segundo levantamento da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC).

De janeiro a maio foram vendidas 912,5 mil cartas de crédito, que dão direito à participação nas assembleias e aos sorteios dos bens de consumo. No ano passado, foram 846,3 mil novas cotas comercializadas por quem administra os consórcios. O volume de negócios atingiu R$ 36,3 bilhões, que representa um acréscimo de 24,7% em relação aos R$ 29,1 bilhões registrados há um ano.

Na avaliação do presidente da ABAC na Região Sul, Augusto Letti, a elevação da taxa de juros no Brasil, que impacta os financiamentos comuns, mas deixa imunes os consórcios, não é a única justificativa para tal cenário. O administrador acredita que esse comportamento também pode ser atribuído à tendência que as pessoas apresentam sobre o coletivo em relação à compra.  “O crescimento é reflexo de uma evolução do próprio consumidor, que apresenta uma maneira mais consciente de buscar recursos para consumir. Hoje, esse conceito do coletivo, do grupo se ajudando, está mais forte. E também é mérito para o próprio sistema de consórcio, que ganha confiança ao transmitir aos consumidores informações sobre esse tema da educação financeira”, avalia. Ainda conforme as impressões de Letti, em relação aos três Estados, é possível afirmar que há mais mulheres comprando por meio de consórcios. O planejamento também se dá, majoritariamente, entre pais que almejam comprar apartamento para os filhos, casais novos partindo para uma opção mais segura do que o aluguel, além da formação de patrimônio. E, claro, há a troca do automóvel próprio ou a compra de um segundo imóvel. Em Santa Catarina, 24,2% das compras de veículos leves (automóveis, utilitários e camionetas) feitas de janeiro a maio foram possibilitadas por meio de consórcio.

No ano passado, essa participação havia alcançado somente 20,7%. Logo atrás, vêm os consórcios de imóveis, que representaram 21% nas vendas desse tipo de bem e tiveram crescimento de 0,8 pontos percentuais neste ano.

Veículos impulsionam alta da modalidade

O analista de comércio eletrônico Jonatas Machado, 30, foi um dos catarinenses que aderiu à modalidade de compra quando decidiu trocar de carro há pouco mais de uma semana. Na tentativa de ser contemplado rapidamente, ele vendeu o veículo antigo, guardou o dinheiro na poupança e, agora, espera a oportunidade ideal para realizar um lance. Com a decisão optou por uma taxa de administração de cerca de 15% em detrimento aos juros que variam entre 13,3% e 69,36% ao ano, conforme o Banco Central. Acredita estar fazendo um bom negócio e, dentro de três meses, ou mais precisamente 12 assembleias, projeta buscar as chaves do veículo. “Peguei uma carta significativamente mais alta justamente porque eu tenho a intenção de dar um lance alto para conseguir tirar mais rápido. Tudo isso me leva a acreditar que eu vou conseguir a contemplação com certa brevidade, levando em consideração que eu tenho um bom lance para ser dado e pela quantidade de pessoas que participam da mesma carta. Mas, para mim, por ora, é muito tranquilo porque eu não tenho pressa, já que posso ir trabalhar de ônibus”, afirma Machado.

Ele conta que, antes de assinar o contrato, prestou atenção em variáveis como flexibilidade, valores e quantidade de prestações, além de ter pensado em uma proposta atrativa. São as mesmas recomendações do consultor financeiro Crisanto Soares Ribeiro, que também é professor na Universidade do Vale do Itajaí (Univali). “O cidadão comum ainda não teve acesso a um impacto efetivo da redução dos juros e isso ainda vai levar muito tempo. Então, muitas pessoas têm usado o consórcio como forma de planejamento. Se pode esperar um pouco mais para ter acesso ao bem, os custos são menores do que os de outros financiamentos, como o leasing. É preciso colocar na balança o custo e o prazo de cada operação”, recomenda Ribeiro. O consultor ainda faz uma ressalva: não é interessante se a intenção for investir, pois há opções bem mais rentáveis, como o fundo de ações, apesar do risco.

Fonte: http://abac.org.br/servicos/clipping/agosto2017/10_08_17/o_sol.pdf