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Está sem carro ou moto?

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

 

Saiba como viajar com a Breitkopf Consórcios. Abaixo alguns roteiros para animar a contratação da modalidade

Saiba como viajar com a Breitkopf Consórcios. Abaixo alguns roteiros para animar a contratação da modalidade

 

Está com vontade de tirar umas férias, mas está sem carro ou moto? A Breitkopf tem a solução. Se a ideia é conhecer um lugar diferente, com a modalidade consórcio você consegue se organizar financeiramente. Faça uma simulação.

Para animar, ainda mais, a contratação do consórcio para a compra do automóvel ou da motocicleta próprios, conheça alguns roteiros catarinenses de viagem e programe-se com a Breitkopf Consórcios:

 

Pontos positivos

O consórcio é uma excelente opção, principalmente para quem tem dificuldade de se planejar financeiramente ou para quem não tem o costume de guardar dinheiro.

No consórcio, você escolhe o valor da carta de crédito, isto é, o montante de dinheiro de que precisa para viajar. Então, a administradora do consórcio abre um grupo com os interessados em viagem. A partir disso, os participantes começam a pagar parcelas durante o período previsto em contrato — que, geralmente, vai de um a quatro anos.

A administradora passa a fazer a gestão desse dinheiro e dos sorteios. Quando alguém é sorteado, recebe a carta de crédito no valor solicitado e segue pagando as parcelas mensalmente até o final do período estipulado. Além do sorteio, o consórcio possibilita que o participante dê um lance e consiga a carta de crédito antes.

 

Fonte: gauchazh.clicrbs.com.br

Consórcio surge como opção para o pagamento de dívidas

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

 

Pesquisas apontam que milhões de brasileiros que haviam sanado dívidas atrasadas no último ano voltaram a ficar inadimplentes

Pesquisas apontam que milhões de brasileiros que haviam sanado dívidas atrasadas no último ano voltaram a ficar inadimplentes

 

Está endividado e não sabe como sanar as dívidas? A modalidade Consórcio surge como alternativa para a quitação, ajuda na programação e evita o endividamento excessivo. Há uma certa flexibilidade na utilização do crédito do consórcio. Você não precisa, por exemplo, adquirir um novo bem, mas pode quitar algo que está sendo pago. É o caso do financiamento de imóveis ou de veículos. A prestação está muito alta? Com a carta de crédito você abate o saldo devedor (ou até finaliza a dívida) e ajusta suas contas.

A única ressalva é que a carta precisa ser usada para a mesma modalidade de aquisição prevista na contratação do consórcio. Ou seja, se você contratou um consórcio de imóveis, pode quitar um financiamento de uma casa ou apartamento, por exemplo.

Para saber como utilizar seu consórcio quitando dívidas, entre em contato com a Breitkopf Consórcios e tire suas dúvidas. Você será orientado sobre o procedimento correto.

 

Fonte: abac.org.br

Breitkopf Consórcios responde

quinta-feira, 22 de junho de 2017

 

É possível adquirir um bem de menor valor do que o crédito da cota?

É possível adquirir um bem de menor valor do que o crédito da cota?

 

É possível adquirir um bem de menor valor do que o crédito da cota? O valor da carta de crédito pode ser usado da maneira que o consorciado desejar, desde que respeite o segmento do bem objeto do plano, inclusive para comprar um veículo de menor valor do que o crédito da cota.

 

Caso escolha essa opção, o valor restante pode ser usado de diversas maneiras:

  • Para o pagamento de despesas dos procedimentos após a contemplação e aquisição do bem, como: transferências (no caso de seminovos com até cinco anos de fabricação), tributos, registros de cartório e instituições de registro e seguro. O valor usado para essa finalidade pode ser de até 10% do valor total do crédito recebido;
  • Para comprar outro bem, também sujeito à alienação fiduciária. É possível realizar a quitação das parcelas restantes do Consórcio (na ordem inversa, partindo da última), da maneira que estiver descrita no Regulamento.
  • Há ainda mais uma alternativa: o recebimento, em dinheiro vivo, da diferença entre o bem adquirido e o valor da carta de crédito, no encerramento do grupo em questão. Nesse caso, a condição para que isso aconteça é que as obrigações financeiras que o consorciado possui com o seu grupo e com a Administradora estejam quitadas e sem pendências.
  • E se o bem tiver um valor maior? O consorciado que optar pelo cenário inverso, escolhendo um bem com um valor maior que o da carta de crédito, ficará responsável por pagar a diferença de preço, negociando a melhor forma de pagamento diretamente com o fornecedor do veículo.

Se eu desistir do contrato de consórcio, posso receber o valor pago até o momento?

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Hoje em dia é muito comum as pessoas conquistarem seus sonhos de consumo, como, casa própria, automóvel próprio, entre outros itens, através do consórcio. Cada consórcio tem as suas particularidades, mas a sua essência é a mesma. O consórcio continua sendo o melhor negócio, quando se trata de adquirir seu bem desejado em um período de tempo maior (quando não há pressa para obter o produto/serviço desejado).

Através deste tipo de contrato o consumidor adquiri uma cota em grupo. Ele pode ser contemplado de duas formas: por ter dado o lance mais alto ou por ter seu número de cota sorteado. Em casos onde os consórcios são de longos prazos, como 60 e 72 meses (nos casos de consórcios de veículos) e podendo chegar a 200, 300 e 400 meses em casos de imóveis, é normal o consumidor não contemplado (via sorteio ou via lances) desistir do referido contrato, pleiteando a rescisão contratual e a devolução dos valores já pagos.

É a partir daí, que muitas desavenças começam a aparecer. O consumidor costuma ser avisado antes de assinar o contrato que, caso ele desista, sendo este rescindido, terá direito a devolução dos valores pagos, descontados em uma série de taxas e multas previstas em cláusulas penais. Mas, para que este valor seja reembolsado, o consumidor deve aguardar até o término da assembleia de contemplação. Ou seja, quando existe a desistência, o valor pago fica bloqueado, sendo restituído somente no final do contrato.

Cliente deve esperar 30 dias para reembolso das parcelas

quarta-feira, 22 de abril de 2009

O consumidor que desiste de um consórcio só terá direito ao reembolso das parcelas pagas trinta dias após o encerramento do grupo. Somente após esse prazo, é que ocorre incidência de juros de mora, caso a administradora não efetue o pagamento. A decisão é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça, no julgamento de um recurso especial ajuizado por uma administradora de consórcios.

A administradora havia sido condenada em primeira e segunda instância a devolver imediatamente as parcelas pagas por um cliente de consórcio para aquisição de um trator e que desistiu do contrato. O Tribunal de Justiça de Goiás considerou abusiva e ilegal a cláusula que previa a restituição para sessenta dias após o encerramento do grupo.

O relator do caso no STJ, ministro Massami Uyeda, ressaltou que a Corte tem o entendimento de que esta devolução não pode ser deferida de forma imediata, mas sim trinta dias após o encerramento do plano. O relator citou um precedente em que o ministro Ruy Rosado de Aguiar apontou que “quem ingressa em negócio dessa natureza (consórcio) e dele se retira por disposição própria não pode ter mais direitos do que o último contemplado com o bem, ao término do prazo previsto para o grupo”.

Por unanimidade, a Turma deu parcial provimento ao recurso especial da administradora do consórcio porque a empresa pretendia que o reembolso fosse efetuado sessenta dias após o termino do contrato, sendo que a jurisprudência do STJ fixa esse prazo em trinta dias.

Fonte: Editoria e Imprensa – STJ