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Golf GTE inicia eletrificação da Volkswagen no Brasil

quarta-feira, setembro 25th, 2019

 

Modelo híbrido plug-in une o melhor de dois mundos: esportividade e eficiência energética

Modelo híbrido plug-in une o melhor de dois mundos: esportividade e eficiência energética

 

Começa a eletrificação da Volkswagen na América do Sul com o modelo Golf GTE. O esportivo híbrido plug-in será o 14º lançamento dos 20 previstos até 2020, dentro da estratégia da Nova Volkswagen. Trata-se do primeiro híbrido da história da marca no Brasil.O Golf GTE une o melhor de dois mundos: desempenho esportivo com excelente eficiência energética. Pode ser conduzido no modo totalmente elétrico por cerca de 50 km. Sua autonomia total, incluindo o motor elétrico e o motor a gasolina, ultrapassa 900 km. Resumindo: é ideal para a cidade ou para a estrada.

A designação Golf GTE está alinhada com as siglas GTI e GTD – dois ícones esportivos da linha Golf. Em 1976, o primeiro GTI gerou a expressão “hot hatch”. O “I” em seu nome refere-se à injeção eletrônica de combustível, enquanto o “D” em GTD, apresentado pela primeira vez em 1982, identifica a injeção de diesel.

O Golf GTE tem dois motores: um a combustão de 1,4l TSI com 150 cv e um motor elétrico de 75 kW (102cv). Combinados, oferecem potência de 150 kW (204 cv). Se o motor elétrico for a única fonte de força de propulsão, o Golf GTE pode atingir velocidades de até 130 km/h. Detalhe: nessa condição a poluição é zero.

Quando toda a potência combinada do sistema é utilizada, o GTE vai de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos, atingindo velocidade máxima de 222 km/h. Ainda mais significativo é o potencial de propulsão superior do Golf GTE, obtido graças à combinação dos dois motores, que produz torque máximo de 350 Nm (35,7 kgfm). Resultado: prazer ao dirigir.

A VW pretende lançar seis veículos híbridos e elétricos na região nos próximos cinco anos (2019-2023).

Fonte: vwnews.com.br

Volkswagen dá início a eletrificação na América do Sul

quinta-feira, agosto 22nd, 2019
Golf GTE será o primeiro modelo híbrido plug-in, unindo esportividade e eficiência energética

Golf GTE será o primeiro modelo híbrido plug-in, unindo esportividade e eficiência energética

O Golf GTE, que será lançado no Brasil ainda este ano, une o melhor de dois mundos – o desempenho esportivo com a excelente eficiência energética – e marca o início da eletrificação da Volkswagen na América do Sul. A empresa pretende lançar seis veículos híbridos e elétricos na região nos próximos cinco anos (até 2023). O modelo esportivo híbrido plug-in será o 14º lançamento dos 20 previstos até 2020 dentro da estratégia da Nova Volkswagen. Trata-se do primeiro modelo híbrido da história da marca no Brasil.

O Golf GTE pode ser conduzido no modo totalmente elétrico por cerca de 50 km. Sua autonomia total, incluindo o motor elétrico e o motor a gasolina, ultrapassa 900 km. Ideal para a cidade ou para a estrada.

O modelo tem dois motores: um a combustão de 1,4l TSI com 150 cv e um motor elétrico de 75 kW (102cv). Combinados, oferecem potência de 150 kW (204 cv). Se o motor elétrico for a única fonte de força de propulsão, o Golf GTE pode atingir velocidades de até 130 km/h. Detalhe: nessa condição a poluição é zero.

Quando toda a potência combinada do sistema é utilizada, o GTE vai de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos, atingindo velocidade máxima de 222 km/h. Ainda mais significativo é o potencial de propulsão superior do Golf GTE, obtido graças à combinação dos dois motores, que produz torque máximo de 350 Nm (35,7 kgfm).

  Fonte: vwnews.com.br

Seleção da Motor1.com elege o VW Jetta GLI como vencedor na categoria de R$ 120 mil a R$ 150 mil

quinta-feira, agosto 22nd, 2019

 

Versão esportiva do veículo resgata o apelo junto aos fãs

Versão esportiva do veículo resgata o apelo junto aos fãs

 

O Motor1.com apresentou os vencedores de 2019 da seleção feita pelo portal. Com base em comentários dos leitores e estudos internos, o Motor1.com testou todos os modelos para indicar ao leitor o carro que realmente se destaca diante da concorrência nas faixas de preços praticados no mercado. Dentre as 10 categorias avaliadas, o Volkswagen Jetta GLI foi o vencedor na categoria de R$ 120 mil a R$ 150 mil.

 

A versão esportiva resgata o apelo do Jetta junto aos fãs e custa menos que o Golf GTI. Com amplo domínio dos SUVs no mercado, a categoria foi surpreendida pela boa relação custo-benefício do recém-lançado VW Jetta GLI, que chegou mais barato que o irmão Golf GTI e mais equipado, compartilhando do mesmo conjunto mecânico. A nova versão do Jetta traz o mesmo motor 2.0 TSI (230 cv e 35,7 kgfm) e câmbio (DSG de 6 marchas), com a vantagem do porta-malas de 510 litros e de uma lista de equipamentos mais completa – por um preço menor. O Jetta esportivo acelerou de 0 a 100 km/h em 6,4 segundos em nosso teste e ainda trouxe diferenciais como a suspensão enrijecida (traseira multilink) e o painel digital configurável, além das rodas aro 18”. O pacote de itens de série é bem completo e já inclui piloto automático adaptativo, multimídia de 8″, sistema de som Beats e frenagem automática de emergência. O único opcional é o teto-solar, por R$ 4.990 e as três primeiras revisões são gratuitas.

 

Passo a passo

O Motor1.com também apurou qual o valor das três primeiras revisões, do seguro (perfil homem de 35 anos morador da zona oeste da capital paulista com garagem em casa e no trabalho) e de um pacote de peças que, neste ano, ficou mais completo: velas de ignição (jogo), par de amortecedores dianteiros, pastilhas de freio para as rodas dianteiras, retrovisor esquerdo, farol esquerdo e lanterna traseira esquerda completa (considerando todas as peças quando há mais de uma). Também foi calculada a desvalorização no primeiro ano de uso, baseados na tabela FIPE.

Outra novidade é que o Motor1.com passou a levar em consideração também o ranking de satisfação do pós-venda pela J.D Power, um importante aspecto para os compradores durante sua convivência com o carro. Isso porque não adianta ter bons preços e um atendimento que deixe a desejar na concessionária, que não resolve os problemas dos clientes.

 

Categorias avaliadas:

– Até R$ 40 mil;

– De R$ 40 mil a R$ 50 mil;

– De R$ 50 mil a R$ 60 mil;

– De R$ 60 mil a R$ 70 mil;

– De R$ 70 mil a R$ 80 mil;

– De R$ 80 mil a R$ 90 mil;

– De R$ 90 mil a R$ 100 mil;

– De R$ 100 mil a R$ 120 mil;

– De R$ 120 mil a R$ 150 mil;

– De R$ 150 mil a R$ 200 mil.

 

Fonte: motor1.uol.com.br

Esportividade é o destaque do modelo Tiguan Allspace 2019

segunda-feira, maio 14th, 2018

 

O SUV foi batizado com este nome por ser maior que o modelo fabricado na Europa

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O SUV foi batizado com este nome por ser maior que o modelo fabricado na Europa

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Confortável, espaçoso e esportivo. Estas são as características do Volkswagen Tiguan Allspace 2019, que tem esse nome por ser maior que o modelo fabricado na Europa. O SUV tem como intuito concorrer com os carros do mesmo segmento e preço médio. No quesito esportividade, a nova versão vem mais potente, se comparado ao modelo mais “básico” que é o Tiguan com motor 1.4 TSI, com 150cv e 25kgfm de torque.

 

Volkswagen Tiguan Allspace 2019 vem com um motor 2.0 TSI com 220cv e 36kgfm de torque. Este motor é bem mais potente que o anterior e, considerando que é a mesma carroceria em ambos, o desempenho será muito melhor. Acompanhando esse motor temos um câmbio DSG com sete marchas em sequência. O desempenho deste motor é quase o de um esportivo. Vamos aos números:

 

  • Média de 7s de 0-100km/h. Atinge velocidade máxima de 224km/h, pesando aproximadamente 1800kg. O consumo médio desta versão é de 8,5km/l na cidade e até 10km/l na estrada.
  • As principais diferenças entre os modelos estão no aspecto visual, pois cada uma tem detalhes no design que as diferenciam e dão uma cara a cada versão, partindo da versão mais simples, com motor 1.4, 5 passageiros e para-choque não personalizado. Falando da mesma versão, porém com capacidade para sete passageiros, temos, além de mais assentos, rodas aro 18 e alguns detalhes a mais no retrovisor e nas laterais do carro.
  • Já, na versão mais superior, o modelo vem com rodas aro 19 de liga leve, um para-choque com pegada mais esportiva, sete assentos de couro tratado, tração 4×4, e claro, o potente motor 2.0 TSI, além de alguns plus, como os modos de direção e o sistema de estacionamento automático.

Fonte:  https://www.carrozeros.com/2018/04/26/volkswagen-tiguan-allspace-2019-caracteristicas-novidades

No Salão do Automóvel, Volkswagen destaca inovações relevantes na vida das pessoas

terça-feira, dezembro 6th, 2016

Coletiva de imprensa reuniu mais de 500 jornalistas no Salão do Automóvel

Segundo o Presidente e CEO da Volkswagen do Brasil e América do Sul, David Powels, a participação da Volkswagen no Salão do Automóvel de São Paulo, que esteve aberto ao público entre 10 e 20 de novembro, foi especialmente planejada dentro da orientação estratégica da marca: “Volkswagen. Inspirada na sua vida!”. “Temos trabalhado para tornar a marca Volkswagen ainda mais humana, mais focada nas necessidades e desejos dos consumidores. A Volkswagen não é somente uma marca de carros, mas também uma marca de pessoas. Buscamos a inovação com propósito, que tenha um sentido relevante na vida das pessoas”, explicou.

Em coletiva de imprensa que reuniu cerca de 500 jornalistas alguns dias antes do evento, David Powels falou sobre a estratégia de regionalização da empresa, lançada em junho, com a criação de quatro regiões (incluindo a região América do Sul, que também engloba América Central e Caribe) que visa aumentar a participação nos mercados regionais e tornar a marca mais próxima do consumidor em cada região. Ele também ressaltou a liderança global do Grupo Volkswagen no primeiro semestre de 2016, com 5,1 milhões de veículos comercializados e 12,2% de participação.

David Powels apresenta a orientação estratégica “Volkswagen. Inspirada na sua vida”

Como primeira novidade da marca no evento, o Presidente entrou no palco com o conceito Budd-e e apresentou o veículo. “A Volkswagen agora pega uma estrada que aponta para a eletrificação como um próximo passo para o automóvel. Em setembro, a marca apresentou em Paris o I.D., que chega às ruas da Europa em 2020. Reforçando essa visão, trouxemos o Budd-e, um olhar sobre o futuro baseado em um dos produtos mais marcantes de nossa história. O conceito é uma releitura da Kombi, tão amada pelos brasileiros. O Budd-e é um dos passos rumo ao futuro da mobilidade. Ele é totalmente elétrico, conectado e autônomo”, destacou.

David Powels destacou que a Volkswagen do Brasil também passa por muitas mudanças, visando um futuro mais promissor. “Estamos investindo R$ 7 bilhões em uma nova família de veículos, com quatro integrantes, que também gerará alterações expressivas em nossas fábricas. Essa nova família será construída na estratégia modular MQB para modelos compactos. E, por falar em futuro, apresento o conceito T-Cross Breeze”, disse o Presidente. Neste momento, o carro foi levado ao palco pelo Vice-Presidente de Vendas e Marketing, Jorge Portugal.

“O T-Cross Breeze serve de inspiração para um utilitário-esportivo compacto da Volkswagen. Esse é um segmento que vamos concorrer nos próximos anos,” afirmou Portugal. David Powels acrescentou que “o T-Cross oferece o primeiro olhar de um SUV totalmente novo para a marca”. Segundo ele, o conceito foi desenhado por brasileiros na Alemanha, mostrando a criatividade e a importância dos nossos designers. O modelo foi desenvolvido para utilizar o inovador motor 1.0 TSI, que equipa o up! TSI e o Golf TSI e já representa, atualmente, um importante diferencial dos veículos da marca.

Jorge Portugal também apresentou outras novidades da marca, como Nova Amarok, Gol Track, up! Track, CrossFox Urban White, Tiguan 1.4 TSI, Golf Variant 1.4 TSI Total Flex, Golf TSI 125 cv e Golf GTE Sport.

Executivos da Volkswagen do Brasil no encerramento da coletiva de imprensa no Salão

O gerente executivo de Design, José Carlos Pavone, entrou no palco com o Gol GT Concept, desenvolvido pelo Centro de Design da Volkswagen do Brasil. “É um modelo inspirado na tradição do Gol GT, iniciada nos anos 1980, que traduz essa herança. Ele vai à essência, onde a história começou. Traz uma nova interpretação de um modelo de muito sucesso e que deu origem a outras versões consagradas como o Gol GTS e o Gol GTI. Uma linguagem atual e moderna, com precisão de execução, temas, superfícies. Tenho certeza de que os fãs da marca Volkswagen vão sonhar com esse verdadeiro Gran Turismo!”, comentou.

JETTA completa dez anos no mercado brasileiro

segunda-feira, novembro 7th, 2016
Jetta 2016 é oferecido em três versões, todas com motores com a tecnologia TSI

Jetta 2016 é oferecido em três versões, todas com motores com a tecnologia TSI

Considerado referência em termos de inovação, tecnologia e esportividade entre os sedãs médios, o Jetta está completando uma década à venda no mercado brasileiro. O modelo tem mais de 90 mil unidades comercializadas no País desde que chegou às lojas, em setembro de 2006. O Jetta 2016 é oferecido em três versões: na Trendline e na Comfortline, que contam com o motor 1.4 TSI de 150 cv, e na Highline, que mantém o consagrado motor 2.0 TSI com 211 cv, associado à transmissão automática DSG de seis marchas.

JETTA completa dez anos no mercado brasileiro

Jetta 2011

O Jetta foi apresentado mundialmente ao público em janeiro de 2005 durante o Salão do Automóvel de Los Angeles, nos Estados Unidos. Em sua quinta geração, o modelo era produzido pela Volkswagen em Puebla, no México. No Brasil, o modelo era oferecido em versão única de acabamento, equipada com motor 2.5l, de cinco cilindros, com 150 cv e transmissão automática de seis marchas com função Tiptronic (uma exclusividade entre os seus concorrentes diretos). A aceleração de 0 a 100 km/h era feita em 9,6 s e a velocidade máxima era de 205 km/h. Resultado: sucesso absoluto de aceitação junto ao cliente brasileiro. O primeiro lote (composto por 400 unidades) do Jetta importado para o Brasil foi vendido em apenas dez dias.

JETTA completa dez anos no mercado brasileiro

Jetta 2006

O modelo ganhou ainda mais potência e torque em outubro de 2007, passando a contar com 170 cv – 20 cv adicionais graças a melhorias no coletor de admissão, que gerou também uma reprogramação da ECU (central eletrônica de gerenciamento do motor). O torque passou de 23,27 kgfm (228 Nm) a 3.750 rpm para 24,5 kgfm (240 Nm) a 4.250 rpm. Resultado: mais esportividade e prazer ao dirigir.

Com esses ganhos, a aceleração de 0 a 100 km/h do Jetta passou a ser feita em 8,9 segundos – a velocidade máxima, controlada eletronicamente, foi mantida. Com amplo conteúdo de equipamentos de série, o Jetta – além de ter um dos melhores desempenhos entre os sedãs médios – também era o único de sua categoria a oferecer ar-condicionado eletrônico de duas zonas de resfriamento.